Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde

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Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde Atendimento respeitoso à saúde, independente de gênero e orientação sexual. O Coletivo é uma casa aberta à comunidade. Venha nos conhecer!
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O Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde é uma Organização Não Governamental que desenvolve desde 1985 um trabalho de atenção primária à saúde da mulher com uma perspectiva feminista e humanizada. Inspirado pela experiência feminista internacional, o método utilizado é o da crítica ao modelo médico clássico da gineco-obstetrícia. Nosso modelo vem propondo uma ‘medicina suave’ – dos tratamentos naturais e menos agressivos – e de preocupação com o conhecimento do corpo como um dos elementos centrais para a saúde. A mulher/usuária é percebida como um indivíduo, o sujeito da ação de saúde, capaz de entender, decidir e cuidar do próprio corpo e da própria vida. Os serviços oferecidos pelo Coletivo incluem:

- Consultas de saúde e ginecológicas, pré-natal, etc..
- Atendimento psicológico
- Treinamento na área de atendimento à violência, anticoncepção, saúde sexual, entre outros.

Uma música, uma brincadeira, uma lembrança da infância, a dança, o tricô, uma metáfora ou uma obra de arte podem parecer...
14/09/2026

Uma música, uma brincadeira, uma lembrança da infância, a dança, o tricô, uma metáfora ou uma obra de arte podem parecer desvios em relação àquilo que seria uma conversa “objetiva” sobre violência. Mas são justamente esses desvios que, algumas vezes, permitem acessar aquilo que a linguagem direta não alcança.

Ao falar de um trauma como quem fala de um acidente de trânsito, ao recordar as brincadeiras da infância ou ao reconhecer que o machismo também impede homens de experimentar outras formas de comportamento, surgem possibilidades de elaborar experiências que antes apareciam apenas como raiva, silêncio ou endurecimento.

Isso não significa apostar na arte como solução para a violência. A poesia não substitui responsabilização. A expressão de sentimentos não apaga os danos produzidos por um ato violento.

Mas a arte pode abrir uma fresta. Pode ampliar o repertório de palavras para aquilo que foi aprendido a esconder. Pode deslocar certezas. Pode permitir que um homem se reconheça como filho, pai, avô, amigo, parceiro, sujeito capaz de sentir e, sobretudo, responsável pelas relações que constrói.

Romper com a violência também exige romper com a ideia de que homens precisam viver protegidos por uma armadura emocional. Talvez seja preciso construir outras gramáticas para as masculinidades. Gramáticas em que haja verbo para falar sobre fraqueza, vulnerabilidade e afeto.

Uma música, uma brincadeira, uma lembrança da infância, a dança, o tricô, uma metáfora ou uma obra de arte podem parecer...
14/09/2026

Uma música, uma brincadeira, uma lembrança da infância, a dança, o tricô, uma metáfora ou uma obra de arte podem parecer desvios em relação àquilo que seria uma conversa “objetiva” sobre violência. Mas são justamente esses desvios que, algumas vezes, permitem acessar aquilo que a linguagem direta não alcança.

Ao falar de um trauma como quem fala de um acidente de trânsito, ao recordar as brincadeiras da infância ou ao reconhecer que o machismo também impede homens de experimentar outras formas de comportamento, surgem possibilidades de elaborar experiências que antes apareciam apenas como raiva, silêncio ou endurecimento.

Isso não significa apostar na arte como solução para a violência. A poesia não substitui responsabilização. A expressão de sentimentos não apaga os danos produzidos por um ato violento.
Mas a arte pode abrir uma fresta. Pode ampliar o repertório de palavras para aquilo que foi aprendido a esconder. Pode deslocar certezas. Pode permitir que um homem se reconheça como filho, pai, avô, amigo, parceiro, sujeito capaz de sentir e, sobretudo, responsável pelas relações que constrói.

Romper com a violência também exige romper com a ideia de que homens precisam viver protegidos por uma armadura emocional. Talvez seja preciso construir outras gramáticas para as masculinidades. Gramáticas em que haja verbo para falar sobre fraqueza, vulnerabilidade e afeto.

A foto da capa é do Instituto Alana , nosso parceiro.

🎬 LEVANTE CIRCULA POR SÃO PAULOEm setembro, a Mostra Aos Olhos da Lei: Cinema e Feminismo leva Levante, de Lillah Halla,...
12/09/2026

🎬 LEVANTE CIRCULA POR SÃO PAULO

Em setembro, a Mostra Aos Olhos da Lei: Cinema e Feminismo leva Levante, de Lillah Halla, a diferentes territórios: São Paulo, Campinas, Santo André e Santos.

No filme, a liberdade e a autonomia de Sofía, uma jovem jogadora de vôlei, são ameaçadas por um conservador e violento efeito manada. Mas nem ela nem aqueles que a amam estão dispostos a se render.

Premiado em Cannes, Biarritz, Palm Springs, MixBrasil e no Festival do Rio, Levante estará em museu, Câmara Municipal, sindicato e espaços de formação e mobilização popular — com sessões gratuitas e debates especiais.

Deslize para conferir todas as datas, locais e convidadas.
Compartilhe e venha assistir com a gente! 💜

Curadoria da socióloga e documentarista Val Gomes.

Nas eleições de 2026, queremos saber: quais compromissos as candidatas e os candidatos estão dispostos a assumir para pr...
11/09/2026

Nas eleições de 2026, queremos saber: quais compromissos as candidatas e os candidatos estão dispostos a assumir para proteger crianças e adolescentes da violência sexual e da gravidez forçada?

A Carta Compromisso da Campanha Criança Não é Mãe, reúne propostas para o Executivo e o Legislativo e aponta caminhos para fortalecer a prevenção, a rede de proteção, o atendimento integral e o acesso aos direitos previstos em lei.

Você é candidata ou candidato? Conheça a Carta e assuma publicamente esse compromisso.

Você é eleitora ou eleitor? Apresente a Carta às candidatas e aos candidatos em quem pretende votar. Pergunte se estão dispostos/ as a defender essas propostas e a transformar esse compromisso em ação.

Proteger crianças e adolescentes não pode ser promessa de campanha: precisa ser compromisso político.

🔗 Conheça e compartilhe: https://forms.gle/DoA3hnbGZQrrioHm8 (link na bio)

Em setembro, é comum que o debate sobre saúde mental seja reduzido ao indivíduo: cuide de si, procure ajuda, fale sobre ...
10/09/2026

Em setembro, é comum que o debate sobre saúde mental seja reduzido ao indivíduo: cuide de si, procure ajuda, fale sobre o que sente, fortaleça sua rede de apoio.

Tudo isso pode ser importante. Mas não pode ser tudo.

Falar sobre prevenção do suicídio também é falar sobre as condições em que as pessoas vivem.

A saúde mental não acontece no vácuo. As condições de moradia, trabalho, renda, acesso a direitos, proteção social e saúde também atravessam a forma como vivemos e lidamos com o sofrimento.

Uma revisão abrangente publicada em 2025, que reuniu 49 revisões sistemáticas e meta-análises, encontrou evidências da relação entre diferentes determinantes sociais e o suicídio, especialmente em temas como renda e proteção social, desemprego, moradia e condições de trabalho.

Isso não significa dizer que existe uma causa única para o suicídio. O suicídio é um fenômeno complexo e multifatorial. Significa reconhecer que não podemos responsabilizar apenas indivíduos por sofrimentos que também são produzidos ou agravados por desigualdades sociais.

Por isso, prevenção também é política pública.

É garantir acesso à saúde e à saúde mental. É combater a violência e a discriminação. É assegurar moradia, alimentação, proteção social, condições dignas de trabalho, descanso e renda suficiente para viver.

Cuidar de pessoas também exige transformar as condições que produzem sofrimento.

No Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde, oferecemos atendimento psicológico como parte de uma perspectiva de cuidado que considera as pessoas em sua integralidade e em seus contextos de vida. Se você precisa de apoio, procure nosso atendimento.

Referências:
Gallagher K. et al. The social determinants of su***de: an umbrella review. Epidemiologic Reviews, 2025.
Na PJ et al. Social Determinants of Health and Su***de-Related Outcomes: A Review of Meta-Analyses. JAMA Psychiatry, 2025.
World Health Organization. Su***de. 2025–2026.

03/06/2026

Ontem recebemos a vereadora Luana Alves no lançamento do Observatório Criança Não é Mãe.

Um dia triste, nefasto para os direitos se***is e reprodutivos e para as meninas brasileiras. Mas seguimos construindo, com persistência e compromisso, um futuro em que nenhuma menina seja obrigada a viver o horror de uma maternidade imposta.

Pela convicção de que nenhuma criança deve ser mãe, seguiremos lutando para que meninas possam ser apenas meninas: livres, protegidas e com seus direitos garantidos.

Legenda:CONGRESSO INIMIGO DAS CRIANÇAS!Hoje, em menos de dois minutos, o Senado aprovou o PDL da Pedofilia!Em manobra or...
02/06/2026

Legenda:

CONGRESSO INIMIGO DAS CRIANÇAS!

Hoje, em menos de dois minutos, o Senado aprovou o PDL da Pedofilia!

Em manobra orquestrada pela senadora Damares Alves, o Senado aprovou o PDL 3/2025 que revoga a resolução 258 do Conanda, ampliando as barreiras de acesso a cuidados de saúde para crianças vítimas de violência!

Hoje, pela manhã, eles usaram todas as manobras que poderiam e conseguiram aprovar o PDL da Pedofilia na Comissão de Dir...
02/06/2026

Hoje, pela manhã, eles usaram todas as manobras que poderiam e conseguiram aprovar o PDL da Pedofilia na Comissão de Dirietos Humanos do Senado! Hoje a tarde, o PDL 3/2025 será votado no plenário do Senado. Isso tudo em uma semana de apenas 3 dias úteis e trabalho semi-presencial no Senado.

Por isso, pedimos o apoio para ampliar esse alerta nas próximas horas👉🏽 Diga NÃO ao projeto votando na consulta pública do Senado: bit.ly/PDL3NAO

Se aprovado pelo Senado, o projeto passa a valer sem necessidade de sanção presidencial.

🚨 URGENTE: PDL 3/2025 na agenda do Senado nesta terça-feira!Entenda como o Senado quer restringir direitos de crianças e...
01/06/2026

🚨 URGENTE: PDL 3/2025 na agenda do Senado nesta terça-feira!

Entenda como o Senado quer restringir direitos de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual.

O Projeto já foi aprovado na Câmara e se também for pelo Senado passa a valer sem necessidade de sanção presidencial. Por isso, pedimos o apoio para ampliar esse alerta nas próximas horas!

Precisamos agir agora 👉🏽 Diga NÃO ao projeto votando na consulta pública do Senado: bit.ly/PDL3NAO

🌈 VOZES LBTQIAPN+ PELO SUSFormação sobre participação popular, controle social do SUS e direitos se***is e reprodutivos....
01/06/2026

🌈 VOZES LBTQIAPN+ PELO SUS

Formação sobre participação popular, controle social do SUS e direitos se***is e reprodutivos.

Você quer entender melhor como funcionam os conselhos de saúde, os espaços de decisão do SUS e como participar da construção das políticas públicas do seu território?

A Formação Vozes LBTQIAPN+ pelo SUS, realizada pelo Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde em parceria com as Promotoras Legais Populares (PLPs) Cida da Terra, *convida mulheres e pessoas LBTQIAPN+ de Campinas e região* para uma formação popular, feminista e interseccional.

Quer participar?

📲 Preencha o formulário e manifeste seu interesse: LINK NA BIO!

Endereço

Rua Bartolomeu Zunega, 44, Pinheiros
São Paulo, SP
05426-020

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