05/10/2026
Se você pudesse sentar hoje ao lado da menina que você foi aos 7 ou 10 anos, o que você diria a ela?
Neste mês de outubro, em que celebramos o Dia das Crianças, o nosso convite por aqui é olhar para dentro — mais especificamente, para a nossa menina interior. E para guiar essa reflexão, trago uma indicação de filme imperdível: Duas Vidas (The Kid).
A história de Rusty, um adulto que construiu uma vida de sucesso aparente mas vive blindado pelo controle e pela rigidez, é um espelho profundo para muitas de nós. Sem perceber, no corre-corre da vida adulta, da carreira e das exigências de dar conta de tudo, nós trancamos a nossa vulnerabilidade a sete chaves.
Mas a alma cobra o preço. O esgotamento, a ansiedade e aquele vazio inexplicável muitas vezes são apenas pedidos de socorro daquela menina que teve que crescer rápido demais e que hoje implora por um pouco de colo.
Assistir a Duas Vidas sob a ótica da terapia transpessoal e sistêmica é um exercício de autocompaixão. É entender que a mulher forte que você se tornou não precisa destruir a menina sensível que habita em seu peito; ela precisa protegê-la e integrá-la.
Já assistiu a Duas Vidas ou ficou com vontade de ver com esse novo olhar? Deixe um 🤍 nos comentários e me conte: qual era o maior sonho da menina que você foi lá atrás? 👇