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Marcia Cherbino - Terapeuta Marcia Cherbino
Psicoterapeuta

Se você pudesse sentar hoje ao lado da menina que você foi aos 7 ou 10 anos, o que você diria a ela?Neste mês de outubro...
05/10/2026

Se você pudesse sentar hoje ao lado da menina que você foi aos 7 ou 10 anos, o que você diria a ela?

Neste mês de outubro, em que celebramos o Dia das Crianças, o nosso convite por aqui é olhar para dentro — mais especificamente, para a nossa menina interior. E para guiar essa reflexão, trago uma indicação de filme imperdível: Duas Vidas (The Kid).

A história de Rusty, um adulto que construiu uma vida de sucesso aparente mas vive blindado pelo controle e pela rigidez, é um espelho profundo para muitas de nós. Sem perceber, no corre-corre da vida adulta, da carreira e das exigências de dar conta de tudo, nós trancamos a nossa vulnerabilidade a sete chaves.

Mas a alma cobra o preço. O esgotamento, a ansiedade e aquele vazio inexplicável muitas vezes são apenas pedidos de socorro daquela menina que teve que crescer rápido demais e que hoje implora por um pouco de colo.

Assistir a Duas Vidas sob a ótica da terapia transpessoal e sistêmica é um exercício de autocompaixão. É entender que a mulher forte que você se tornou não precisa destruir a menina sensível que habita em seu peito; ela precisa protegê-la e integrá-la.

Já assistiu a Duas Vidas ou ficou com vontade de ver com esse novo olhar? Deixe um 🤍 nos comentários e me conte: qual era o maior sonho da menina que você foi lá atrás? 👇

Até quando você vai continuar jogando um jogo que só te traz exaustão, dor e o peso de ter que dar conta de tudo sozinha...
03/10/2026

Até quando você vai continuar jogando um jogo que só te traz exaustão, dor e o peso de ter que dar conta de tudo sozinha?

Muitas de nós crescemos acreditando que o nosso valor está na nossa capacidade de aguentar o peso do mundo, de vigiar, de nos mantermos em alerta constante e de carregar histórias e expectativas que nem sequer nos pertencem.

Mas a verdade que liberta é esta: cuidar não é carregar!

Quando percebemos que o padrão que repetimos serviu para nos proteger até aqui, mas que hoje nos aprisiona, ganhamos o poder de escolher diferente. Você não precisa mais se machucar ou se anular para pertencer.

Abandonar o jogo que te adoece é um ato de maturidade, de coragem e de profundo resgate da sua essência feminina. É olhar para a sua vida, dar o próximo passo na sua própria direção e assumir apenas o que é seu por direito.

O que você escolhe devolver ao passado hoje para caminhar com mais leveza e paz? Deixe um 🤍 nos comentários ou compartilhe com aquela mulher que precisa ouvir isso hoje. 👇

Setembro Amarelo encerra o seu mês oficial de conscientização, mas o compromisso com a nossa saúde mental, com a vida e ...
01/10/2026

Setembro Amarelo encerra o seu mês oficial de conscientização, mas o compromisso com a nossa saúde mental, com a vida e com o cuidado diário não tem prazo de validade.

Muitas vezes, esperamos a exaustão máxima, a ansiedade transbordar ou o corpo pedir socorro para lembrar que precisamos desacelerar. O cuidado verdadeiro não acontece apenas em campanhas ou datas comemorativas; ele se faz nos pequenos nãos que dizemos aos excessos, nas pausas que nos permitimos fazer e na coragem de olhar para dentro quando tudo o que o mundo quer é que a gente corra mais rápido.

Cuidar de si é um ato contínuo de respeito à própria história. Se você passou por setembro carregando pesos que não eram seus, saiba que nunca é tarde para soltar a armadura e escolher viver com mais leveza, presença e verdade.

Você não está sozinha nessa jornada. O acolhimento e a escuta continuam por aqui todos os dias. 🤍

Como você está escolhendo cuidar da sua mente e da sua energia hoje, neste primeiro dia do mês? Deixe um 🤍 nos comentários ou envie este post para alguém que precisa lembrar da importância de pausar. 👇

24/09/2026

Até quando você vai carregar pesos que não te pertencem em nome do cuidado e do amor?

Muitas de nós aprendemos a reativar velhos padrões de sobrevivência e a carregar o mundo nas costas para nos sentirmos seguras e aceitas. Acreditamos que precisamos provar o nosso valor através da dor, do esforço excessivo e da vigilância constante.

Mas a verdade é que cuidar não é carregar! Quando olhamos para a nossa história com compaixão e honramos o que veio antes de nós, percebemos que podemos escolher diferente. Podemos nos permitir receber apoio, leveza e amor sem culpa, deixando para trás o que pertence ao passado.

Dê o próximo passo na direção da sua própria essência. Assuma o seu lugar de mulher adulta com suavidade e coragem.

Ouça essa meditação com calma, respire fundo e permita-se soltar o que não é seu. Conta aqui nos comentários: qual peso você escolhe deixar ir hoje? 👇

Às vezes, mergulhamos de cabeça em uma rotina frenética de trabalho, metas e conquistas não por verdadeira paixão, mas p...
24/09/2026

Às vezes, mergulhamos de cabeça em uma rotina frenética de trabalho, metas e conquistas não por verdadeira paixão, mas porque o sucesso é um excelente esconderijo.

É muito mais confortável se ocupar o tempo todo do que parar e olhar para as dores, vazios ou medos que habitam o nosso mundo interno. Quando o externo brilha e exige muito, o barulho das cobranças abafa o sussurro da alma.

Mas a terapia transpessoal nos ensina que nenhuma ambição excessiva substitui o alinhamento com a essência. Estar em movimento constante pode ser apenas uma forma sofisticada de fugir de si mesma.

Quando foi a última vez que você parou para se perguntar se o que você busca é o seu destino ou apenas uma tentativa inconsciente de provar o seu valor para o mundo? A verdadeira realização acontece quando a sua ambição deixa de ser fuga e passa a ser expressão do seu propósito.

Essa reflexão faz sentido para você hoje? Deixe um 🤍 nos comentários ou me conta: o quanto a correria tem abafado a sua intuição? 👇

A maturidade traz um presente silencioso e poderoso: a clareza de que nós não somos reféns do passado que vivemos.Quando...
19/09/2026

A maturidade traz um presente silencioso e poderoso: a clareza de que nós não somos reféns do passado que vivemos.

Quando somos mais jovens, muitas vezes aceitamos papéis, rotinas e caminhos por pura sobrevivência emocional ou por repetição de padrões familiares. Acreditamos que os erros ou as escolhas que fizemos lá atrás determinam quem seremos para sempre.

Mas a terapia transpessoal e a visão sistêmica nos lembram de algo transformador: a nossa história é um livro aberto, e a caneta está nas suas mãos neste exato momento.

Reescrever a própria história na maturidade exige coragem para olhar para trás com compaixão, honrar os aprendizados e ter a audácia de dizer: "Daqui em diante, a direção é outra". Você tem o poder de escolher novos finais para velhos ciclos.

Se você pudesse reescrever um capítulo da sua vida com a sabedoria que tem hoje, qual seria? Deixe nos comentários ou compartilhe com aquela mulher que está precisando ouvir isso. 👇

Sabe, quando a gente fala de romper ciclos, de olhar para a ancestralidade ou de resgatar o nosso "eu" verdadeiro, eu nã...
17/09/2026

Sabe, quando a gente fala de romper ciclos, de olhar para a ancestralidade ou de resgatar o nosso "eu" verdadeiro, eu não estou falando de teoria. Eu estou falando da minha própria pele.

Houve um tempo em que eu acreditei que o meu valor estava estritamente ligado à minha capacidade de agradar, de dar conta de tudo e de corresponder perfeitamente ao que a família, a sociedade e os papéis que eu assumia esperavam de mim. Eu era excelente em ser o suporte dos outros, mas vivia nos bastidores da minha própria vida.

O preço desse "sucesso invisível" foi alto: esgotamento, desconexão e um vazio que nenhuma aprovação externa conseguia preencher.

O divisor de águas na minha jornada aconteceu quando eu entendi que eu precisava parar de trair a minha essência para manter a harmonia dos outros. Deixar de ser quem os outros queriam para me tornar quem eu realmente sou foi o passo mais doído, mas absolutamente libertador da minha história.

Se hoje eu estou aqui te dizendo que você pode recriar sua rota, é porque eu mesma precisei caminhar por esse escuro até encontrar a minha própria luz. Você não está sozinha nessa travessia.

Se essa partilha ressoou aí no seu coração, deixa um 🤍 nos comentários ou me conta: qual peso você está carregando hoje só para não decepcionar os outros? Vamos conversar. 👇

Se você tirar todos os seus rótulos — o cargo que ocupa, as funções que cumpre e as expectativas que atende —, quem sobr...
14/09/2026

Se você tirar todos os seus rótulos — o cargo que ocupa, as funções que cumpre e as expectativas que atende —, quem sobra?

A terapia transpessoal nos ajuda a olhar para além do personagem social que criamos para sobreviver e ter sucesso no mundo. Muitas vezes, construímos uma armadura profissional tão impecável que nos esquecemos de quem está por baixo dela.

O conflito entre a carreira e a essência surge quando percebemos que o preço para manter a engrenagem girando é o silenciamento das nossas necessidades mais profundas, da nossa intuição e do nosso bem-estar.

A verdadeira maturidade não é sobre abandonar suas ambições, mas sobre alinhar as suas escolhas ao que realmente faz sentido para a sua alma. Quando você resgata a sua verdade, o seu trabalho deixa de ser um esgotamento e passa a ser uma extensão do seu propósito.

O que você tem precisado silenciar dentro de si para dar conta da sua rotina hoje? Vamos conversar nos comentários. 👇

A virada de chave para a nossa paz interior muitas vezes começa em uma palavrinha curta e difícil: não.Muitas de nós cre...
12/09/2026

A virada de chave para a nossa paz interior muitas vezes começa em uma palavrinha curta e difícil: não.

Muitas de nós crescemos acreditando que agradar a todo mundo é sinônimo de ser uma boa pessoa. Aprendemos a engolir vontades, a esticar nossos limites até o talo e a nos mantermos disponíveis para as demandas dos outros, mesmo quando a nossa própria alma está pedindo socorro.

Na terapia, descobrimos que o "sim" dado ao outro às custas do próprio esgotamento não é generosidade — é uma violência contra si mesma.

Estabelecer limites saudáveis não é um ato de egoísmo ou de rejeição ao outro; é um ato profundo de proteção ao seu templo interno. Quando você aprende a colocar limites, você ensina as pessoas a te tratarem com respeito e, acima de tudo, honra a mulher que você é.

Para quem está sendo mais difícil dizer "não" na sua vida ultimamente: para os outros ou para as cobranças internas? Deixe nos comentários ou compartilhe com aquela amiga que precisa aprender a se colocar em primeiro lugar. 👇

No corre em busca de "vencer na vida", muitas vezes quase perdemos o que há de mais precioso: a nós mesmas, a nossa saúd...
10/09/2026

No corre em busca de "vencer na vida", muitas vezes quase perdemos o que há de mais precioso: a nós mesmas, a nossa saúde e o contato com quem nos quer bem.

A cultura da alta performance nos vendeu a ideia de que parar é fraqueza e que o valor de uma mulher se mede pelo tamanho da sua exaustão. Acreditamos que precisamos dar conta de tudo, o tempo todo, sem falhar. Mas a verdade é que a exaustão crônica não é um troféu; é um grito de socorro da sua alma.

Neste mês em que abraçamos o Setembro Amarelo, é fundamental falar sobre o peso do esgotamento emocional. Nenhuma conquista profissional ou validação externa vale a sua paz mental ou a sua vida.

Se o fardo estiver pesado demais, permita-se pausar. Pedir ajuda e cuidar da sua saúde mental não é luxo, é um ato profundo de amor-próprio e valorização da vida. Você não está sozinha.

Se você tem sentido que o preço de "dar conta de tudo" está alto demais, respire fundo e deixe um 🤍 nos comentários. Vamos juntas lembrar que a sua vida vale mais do que qualquer produtividade. 👇

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São Paulo, SP

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