Sandra José Terapeuta

Sandra José Terapeuta Sandra José
Terapeuta Sistêmica

12/08/2026

Às vezes, o mais difícil não é abrir mão de uma relação.

É abrir mão de tudo o que aquela relação representava.

Da família que você imaginou construir.
Da história que acreditou que viveria.
Da sensação de finalmente ter encontrado aquilo que talvez tenha faltado lá atrás.

E é por isso que algumas pessoas permanecem tanto tempo tentando fazer um casamento funcionar, mesmo quando a realidade já está muito distante daquilo que um dia imaginaram.

Betina precisou olhar para a própria história para entender por que desistir daquele casamento parecia significar perder muito mais do que um marido.

Essa é a história do segundo episódio de Histórias Sistêmicas.

Disponível no Spotify. O link está na Bio.

11/08/2026

Um casamento não se constrói sozinho.

Mas Betina passou anos tentando fazer exatamente isso.

Tentou sustentar a relação.
Tentou manter a família.
Tentou fazer dar certo por dois.

Até perceber que, por mais que ela se esforçasse, havia uma parte daquela história que nunca esteve nas mãos dela.

E entender por que ela insistiu por tanto tempo mudou tudo.

Histórias Sistêmicas
O Episódio 2 já está no Spotify:
A mulher que tentou, a qualquer custo, construir a família que nunca teve.
O link está na Bio.

10/08/2026

Às vezes, a gente acredita que está lutando por um relacionamento.

Mas pode estar lutando por algo muito mais antigo.

Pela família que sonhou ter.
Pela segurança que nunca sentiu.
Pela história que gostaria de ter vivido.

No próximo episódio de Histórias Sistêmicas, você vai conhecer Betina.

Uma mulher que tentou, a qualquer custo, construir a família que nunca teve.

Episódio 2 do Histórias Sistêmicas disponível no Spotify. O link está na Bio

Durante muito tempo, a Amanda acreditou que a pergunta era:“O que eu posso fazer para esse relacionamento dar certo?”Mas...
08/08/2026

Durante muito tempo, a Amanda acreditou que a pergunta era:

“O que eu posso fazer para esse relacionamento dar certo?”

Mas essa pergunta mantinha toda a responsabilidade nas costas dela.

Em algum momento, a pergunta mudou.

E, quando a pergunta muda, as respostas também mudam.

Ela deixou de procurar formas de transformar o outro.

E começou a olhar para aquilo que realmente podia transformar: a forma como construía seus relacionamentos.

Às vezes, uma única pergunta é capaz de mudar uma história inteira.

Essa reflexão faz parte do episódio 1 do Histórias Sistêmicas.

À primeira vista, parecia que o problema eram os homens que ela escolhia.Mas, ao ampliar o olhar para a história dela, u...
07/08/2026

À primeira vista, parecia que o problema eram os homens que ela escolhia.

Mas, ao ampliar o olhar para a história dela, uma coisa ficou evidente.

Os relacionamentos mudavam.

Os parceiros mudavam.

Mas havia algo que permanecia igual.

O lugar que ela ocupava.

Ela era sempre a que compreendia.

A que esperava.

A que acreditava que conseguiria mudar o outro.

Às vezes, não repetimos pessoas.

Repetimos papéis.

E é justamente quando conseguimos enxergar o papel que ocupamos que começamos a construir uma história diferente.

Essa reflexão faz parte do episódio 1 do Histórias Sistêmicas.

O episódio completo está disponível no Spotify. Link na bio.

Existe uma diferença entre amar alguém e acreditar que é sua responsabilidade transformá-lo.Quando assumimos esse lugar,...
06/08/2026

Existe uma diferença entre amar alguém e acreditar que é sua responsabilidade transformá-lo.

Quando assumimos esse lugar, passamos a carregar um peso que nunca foi nosso.

Foi exatamente isso que me chamou a atenção na história da Amanda. Ela acreditava que, se amasse o suficiente, tudo daria certo.

Mas um relacionamento não se sustenta pela capacidade de uma única pessoa amar.

Essa é uma das reflexões do episódio 1 do Histórias Sistêmicas.

Se essa frase despertou algo em você, convido a ouvir a história completa.

O link está na bio.

Toda história merece ser ouvida.Mas algumas fazem mais do que isso. Elas nos atravessam. Nos incomodam. Nos fazem lembra...
05/08/2026

Toda história merece ser ouvida.

Mas algumas fazem mais do que isso. Elas nos atravessam. Nos incomodam. Nos fazem lembrar de situações que já vivemos ou nos ajudam a compreender escolhas que, até então, pareciam não fazer sentido.

Foi dessa vontade de contar histórias que nasceu o Histórias Sistêmicas.

Em cada episódio, eu compartilho uma história inspirada em situações reais e, ao final, convido você a olhar para ela sob a perspectiva da Constelação Familiar.

Porque, muitas vezes, quando entendemos a história do outro, encontramos uma nova forma de compreender a nossa.

O episódio 0 e o episódio 1 já estão disponíveis no Spotify.

Se você gostar de podcast sobre histórias, experimente esse aqui e me conta nos comentários o que achou.

07/07/2026

Você pode passar horas procurando respostas sobre o outro.

Será que ele volta?
Será que ele me ama?
Será que esse relacionamento vai dar certo?

Mas existe uma pergunta ainda mais importante:

O que essa relação está mostrando sobre você?

Enquanto buscamos respostas apenas do lado de fora, deixamos de olhar para a nossa própria história, para os padrões que se repetem e para as dores que ainda influenciam a forma como nos relacionamos.

É justamente esse olhar que transforma.

Porque, quando você faz as pazes com a sua história, consegue construir relacionamentos mais saudáveis.

Se esse vídeo fez sentido para você, me chama no WhatsApp. O link está na bio.

03/07/2026

Quando um relacionamento não vai bem, é natural procurar um culpado.

Mas, muitas vezes, existe uma história que influencia a forma como cada um ama, se protege, se afasta ou se conecta.

É esse olhar que a constelação familiar nos convida a fazer.

Porque, antes de construir um relacionamento saudável com o outro, vale a pena fazer as pazes com a própria história.

É exatamente nisso que eu posso te ajudar.

Se esse vídeo fez sentido para você, talvez seja o momento de olhar para a sua história. Me chama no WhatsApp.

24/06/2026

Você quer um relacionamento saudável, mas, às vezes, parece que a história só muda de personagem.

Mesmo que tenha tentado muitas vezes, os padrões vão se repetindo sem perceber.

Mas calma, quando isso começa a ficar claro, você ganha ferramentas para escolher diferente.

Se você abaixou alguns dedos digite “escolhi florir” e vamos olhar isso juntas!

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São Paulo, SP

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