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Instituto TAO "Quando busco mudanças, transformo minha realidade." Ikigai: Cuidar da sua saúde física, mental e energética com excelência!

Espaço com 23 anos de atuação, destinado ao cuidado da mente e do corpo. Tratamentos com: Acupuntura; Massagens; Psicologia; Consciência Corporal; Chi Kung; Yoga; Feng Shui; Florais de Bach... Temos alguns Projetos Populares, acessíveis ao público. Realizamos cursos e palestras e atuamos também em Empresas com a Quick Massage e Acupuntura Auricular (realizando parcerias). Contamos com uma equipe de profissionais qualif**ados.

*CURSO DE REIKI* 🕉️*Nível I e II (juntos)*No curso vamos abordar toda parte teórica, símbolos e aplicação. O Reiki (Ener...
13/09/2026

*CURSO DE REIKI* 🕉️
*Nível I e II (juntos)*

No curso vamos abordar toda parte teórica, símbolos e aplicação.

O Reiki (Energia Vital Universal) é uma técnica terapêutica, indicada para qualquer pessoa. O método simples, permite canalizar e expandir essa energia através da imposição das mãos, e assim colocar em equilíbrio os níveis: físico, mental, emocional e espiritual do receptor.

✅ No Nível I: “O Despertar da Consciência Superior” A pessoa é iniciada na energia do Reiki. O curso foca no eu, em especial na limpeza energética e equilíbrio. O iniciado aprende as técnicas necessárias para a autoaplicação, garantindo assim a possibilidade de uma vida mais equilibrada e harmônica.

✅ No Nível II: “A Transformação”
O aluno recebe o conhecimento sobre três dos quatro símbolos sagrados do Reiki, os quais funcionam como verdadeiros portais dimensionais capazes de romper as barreiras do espaço e tempo e que, quando ativados, possibilitam que a pessoa canalize um volume muito maior de energia, promovendo uma transformação nos padrões emocionais e mentais. Na parte prática desse nível, o iniciado aprende as técnicas necessárias para aplicação do Reiki em outras pessoas, bem como aplicação à distância.

A iniciação será realizada ao final do curso em grupo, aproveitando a egrégora de energia que formaremos. Lembramos que ao longo da aula, vocês já passarão por um processo de iniciação no método reiki. Estejam receptivos.

👉Material didático (apostilas I e II) digitalizadas.

👉Os certif**ados online, serão enviados por e-mail em até 7 dias após a conclusão do curso.

*Curso REIKI Níveis I e II (juntos)*

Mestra Margarete Petroni

*Domingo 27/09*
👉8h às 14h

👉Carga horária 6h

👉Taxa de inscrição = *R$ 70,00*

Pix - CNPJ: *34.960.155/0001-91*
Instituto TAO Eireli Banco Inter

👉 Enviar o comprovante do depósito e concluirmos a inscrição p/ Whatsapp(11) 920031392 Instituto TAO

👉No dia, antes de iniciar o curso, realizar o pagamento
👉R$ 370,00 (até 3 vezes no cartão)
👉 À vista R$ 325,00 (dinh ou pix)
*VAGAS LIMITADAS*

No mais, estamos à disposição para quaisquer dúvidas.

Rua Dias da Silva, 1158 - Vila Maria - SP

*Instituto TAO* 🕉️
Equilíbrio pra você!

O texto é longo, mas a mensagem é fundamental!*O PESO DE VIVER MUITO. JÁ FEZ O SEU DEVER?*Estamos comemorando a longevid...
25/08/2026

O texto é longo, mas a mensagem é fundamental!

*O PESO DE VIVER MUITO.
JÁ FEZ O SEU DEVER?*

Estamos comemorando a longevidade sem perguntar quem vai pagar a conta dela.

Por Kika Gama Lobo
Veja Rio
18 ago 2026

Há uma nova religião circulando por aí: a longevidade.

Vivemos fascinados pela ideia de chegar aos 90, aos 100, aos 110. Celebramos a nova régua do tempo como quem descobre uma terra prometida. Nas redes sociais, envelhecer virou quase um privilégio estético: cabelos brancos charmosos, corpos sarados, viagens, vinhos, s**o, pilates, skincare, trilhas, empreendedorismo depois dos 60 e aquela frase perigosíssima: a idade está apenas na cabeça.
Não. A idade também está na conta bancária. No plano de saúde. Na solidão de uma terça-feira à noite. Na memória que falha. Na filha que mora em outro país. No filho que trabalha 12 horas por dia e não consegue cuidar de ninguém. No cuidador que custa uma fortuna. No aluguel que sobe. No remédio que não cabe no orçamento.
Precisamos falar do peso de viver muito.
Porque viver muito é uma conquista extraordinária — mas pode também ser uma operação logística, financeira, emocional e familiar de proporções gigantescas.
A medicina ampliou o prazo de validade. A sociedade, porém, ainda não aprendeu a financiar, cuidar e acolher esse novo tempo.

Estamos comemorando a longevidade sem perguntar quem vai pagar a conta
dela.

E não estou falando apenas de dinheiro.
Estou falando de planejamento.

Quem pretende viver até os 90 precisa começar a pensar nisso muito antes dos 70. Precisa construir patrimônio, cuidar do corpo, cuidar da cabeça, cultivar amizades, aprender a pedir ajuda, organizar documentos, discutir herança, pensar em moradia, entender como funcionará seu cuidado futuro e, sobretudo, construir uma rede.

Porque ninguém envelhece sozinho.

Mesmo quando mora sozinho.

A grande mentira contemporânea é essa fantasia de independência absoluta. Como se envelhecer bem signif**asse não precisar de ninguém. Como se pedir ajuda fosse fracasso.
Como se uma mulher de 82 anos pudesse resolver tudo pelo celular, marcar consulta pelo aplicativo, autorizar procedimento por biometria, conversar com robô de atendimento e a

O texto é longo, mas a mensagem é fundamental!*O PESO DE VIVER MUITO. JÁ FEZ O SEU DEVER?*Estamos comemorando a longevid...
25/08/2026

O texto é longo, mas a mensagem é fundamental!

*O PESO DE VIVER MUITO.
JÁ FEZ O SEU DEVER?*

Estamos comemorando a longevidade sem perguntar quem vai pagar a conta dela.

Por Kika Gama Lobo
Veja Rio
18 ago 2026

Há uma nova religião circulando por aí: a longevidade.

Vivemos fascinados pela ideia de chegar aos 90, aos 100, aos 110. Celebramos a nova régua do tempo como quem descobre uma terra prometida. Nas redes sociais, envelhecer virou quase um privilégio estético: cabelos brancos charmosos, corpos sarados, viagens, vinhos, s**o, pilates, skincare, trilhas, empreendedorismo depois dos 60 e aquela frase perigosíssima: a idade está apenas na cabeça.
Não. A idade também está na conta bancária. No plano de saúde. Na solidão de uma terça-feira à noite. Na memória que falha. Na filha que mora em outro país. No filho que trabalha 12 horas por dia e não consegue cuidar de ninguém. No cuidador que custa uma fortuna. No aluguel que sobe. No remédio que não cabe no orçamento.
Precisamos falar do peso de viver muito.
Porque viver muito é uma conquista extraordinária — mas pode também ser uma operação logística, financeira, emocional e familiar de proporções gigantescas.
A medicina ampliou o prazo de validade. A sociedade, porém, ainda não aprendeu a financiar, cuidar e acolher esse novo tempo.

Estamos comemorando a longevidade sem perguntar quem vai pagar a conta
dela.

E não estou falando apenas de dinheiro.
Estou falando de planejamento.

Quem pretende viver até os 90 precisa começar a pensar nisso muito antes dos 70. Precisa construir patrimônio, cuidar do corpo, cuidar da cabeça, cultivar amizades, aprender a pedir ajuda, organizar documentos, discutir herança, pensar em moradia, entender como funcionará seu cuidado futuro e, sobretudo, construir uma rede.

Porque ninguém envelhece sozinho.

Mesmo quando mora sozinho.

A grande mentira contemporânea é essa fantasia de independência absoluta. Como se envelhecer bem signif**asse não precisar de ninguém. Como se pedir ajuda fosse fracasso.
Como se uma mulher de 82 anos pudesse resolver tudo pelo celular, marcar consulta pelo aplicativo, autorizar procedimento por biometria, conversar com robô de atendimento e ainda sorrir para a câmera dizendo que está “vivendo sua melhor fase”.

Estamos criando uma geração de longevos sem rede.
Filhos moram longe. Famílias diminuíram. Casamentos terminam. Amigos morrem. As pessoas mudam de cidade, de país, de continente. A vida profissional exige mobilidade. A economia exige produtividade. E o cuidado — esse trabalho invisível que durante séculos foi empurrado para as mulheres da família — ficou caro.

Muito caro.

A chamada economia do cuidado está se transformando em um dos grandes
desafios deste século. Cuidador, enfermagem, residência assistida, fisioterapia, acompanhamento médico, alimentação adequada, transporte, adaptação da casa. Tudo custa dinheiro.
E quem não tem?

Quem não construiu uma reserva?

Quem depende exclusivamente de um benefício previdenciário?

Quem pagou plano de saúde durante décadas e agora descobre que o preço ficou quase incompatível com sua renda?

Quem tem 78 anos e uma filha em Lisboa?

Quem tem 91 e nenhum filho?

A longevidade não é democrática.

E essa talvez seja uma das frases mais importantes que precisamos dizer neste momento.

Não existe um único envelhecimento.

Existe o envelhecimento de quem tem dinheiro e o de quem não tem. O de quem mora perto dos filhos e o de quem mora sozinho. O de quem tem plano de saúde e o de quem depende exclusivamente do SUS. O de quem envelhece com amigos, amor e propósito e o de quem envelhece empilhando perdas.

Na internet, entretanto, parece que todos envelhecemos iguais.

Uma espécie de Disney grisalha.

Todo mundo ativo. Todo mundo desejável. Todo mundo viajando. Todo mundo fazendo musculação. Todo mundo começando uma segunda carreira. Todo mundo sexualmente potente, emocionalmente resolvido e financeiramente organizado.

É bonito.

É inspirador.

E é profundamente insuficiente.

Porque existe uma indústria poderosa vendendo a ideia de que envelhecer bem é uma questão de atitude. Tome colágeno. Faça exercício. Medite. Coma proteína. Tenha propósito. Faça terapia. Viaje. Ame. Dance.

Ótimo.

Mas quem paga?

Quem prepara a comida?
Quem leva ao hospital?

Quem f**a quando a autonomia começa a escorrer pelas frestas?

A romantização da velhice pode ser tão cruel quanto o próprio preconceito contra os velhos.
Porque ela transforma uma questão coletiva em responsabilidade individual.

Se você envelhecer mal, a culpa será sua.

Não se cuidou.

Não guardou dinheiro.

Não fez terapia.

Não se exercitou.
Não teve propósito.

Ora, façam-me o favor.

É claro que escolhas individuais importam. Autocuidado importa. Saúde mental importa. Educação financeira importa. Resiliência importa.

Mas sorte também importa.

Genética importa.

Classe social importa.

Acesso à saúde importa.

Políticas públicas importam.

O problema é que não estamos preparados para essa vida.

Precisamos urgentemente de uma nova cartilha do bem viver. E ela deveria começar na adolescência.

Não para ensinar adolescentes a “envelhecer”, mas para ensinar que o tempo tem consequências.

Educação financeira deveria falar de longevidade.

Educação emocional deveria falar de perdas, solidão e dependência.

A escola deveria discutir cuidado.

A sociedade deveria discutir moradia para idosos.

As cidades deveriam ser pensadas para quem tem mobilidade reduzida.

O mercado de trabalho deveria considerar carreiras mais longas.

O sistema de saúde deveria se preparar para uma população que viverá décadas depois da aposentadoria.

E as famílias deveriam conversar sobre dinheiro, cuidado, herança, moradia e decisões de fim de vida antes da emergência.

A pergunta, portanto, não deveria ser apenas: “Como viver mais?”

Essa pergunta já está velha.

A pergunta que precisamos fazer agora é:

“Como vamos sustentar os anos que conquistamos?”

Porque chegar aos 100 pode ser maravilhoso.

Mas chegar aos 100 sem dinheiro, sem vínculos, sem assistência, sem saúde mental e sem uma rede de cuidado pode transformar o tão celebrado presente da longevidade em uma longa travessia de abandono.

Não quero uma sociedade obcecada por acrescentar anos à vida.

Quero uma sociedade preparada para sustentar a vida que esses anos acrescentaram.

Até quando vamos romantizar envelhecer sem discutir o preço de continuar vivo?

Porque viver muito é maravilhoso.

Desde que a gente consiga viver — e não apenas durar.

21/06/2026

O Dia Internacional do Ioga é comemorado no dia 21 de junho. A data foi oficializada pela ONU em sua 69ª assembleia geral, realizada no dia 11 de dezembro de 2014[1] e recebeu a mais alta taxa de aprovação até então recebida numa assembleia da ONU, tendo recebido votos a favor por 175 nações.

A adoção da data visa a conscientizar sobre os benefícios do Ioga – prática ancestral nascida na Índia que visa à ampliação da consciência e espiritualidade – para um melhor estilo de vida individual e para desenvolver a saúde global.
Fonte: Wikipédia

29/03/2026
Venha conhecer participando de uma Constelação Familiar ou Constelando  em nosso Espaço Terapêutico com Juliana Petroni ...
22/03/2026

Venha conhecer participando de uma Constelação Familiar ou Constelando em nosso Espaço Terapêutico com Juliana Petroni . Um Sábado por mês.
Cadastre-se em nosso WhatsApp 11 92003-1392 e receba, sempre que for agendada, a próxima data.

"Eu sou aquela mulher a quem o tempo muito ensinou. Ensinou a amar a vida e não desistir da luta, recomeçar na derrota, ...
08/03/2026

"Eu sou aquela mulher a quem o tempo muito ensinou. Ensinou a amar a vida e não desistir da luta, recomeçar na derrota, renunciar a palavras e pensamentos negativos." Coração Coralina.

Todo dia, é dia da mulher, mas neste dia de homenagem especial:
Parabéns a todas as Mulheres!
̶r

19/01/2026

Pense nisto!

13/01/2026

🧠 EXERCÍCIO REFLEXIVO – JANEIRO BRANCO

Reserve alguns minutos para responder para você mesmo(a).
Se quiser compartilhar, será bem-vinda.
Se preferir silenciar, isso também é cuidado.

✍️ Perguntas Reflexivas

1️⃣ Como está hoje a sua saúde mental, de 0 a 10?
(seja honesta, sem julgamento)

2️⃣ Em quantos momentos do seu dia você realmente está presente?
(sem pensar no próximo compromisso)

3️⃣ O que hoje tem sido tempo de qualidade na sua vida?
(e o que apenas ocupa espaço?)

4️⃣ O que mais tem drenado sua energia emocional neste momento?

5️⃣ O que você sente que precisa cuidar com mais gentileza em você este ano?

Janeiro Branco começa com honestidade interna, não com respostas prontas.

Endereço

Rua Dias Da Silva, 1158
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02114-002

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 20:00
Terça-feira 08:00 - 20:00
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