10/05/2026
A relação com a pessoa que ocupa esse lugar é muito importante, porque é através dela que a criança começa a conhecer:
• Cuidado,
• Afeto,
• Presença,
• Ausência,
• Segurança,
• Frustração,
• Forma como se sente amada
Freud já falava sobre como essas primeiras experiências emocionais influenciam a maneira como a pessoa se relaciona ao longo da vida.
Winnicott trouxe a ideia de “mãe suficientemente boa”. Não uma mãe perfeita, mas alguém que consegue acolher, cuidar e ajudar a criança a existir emocionalmente no mundo.
Melanie Klein mostrou que, no começo da vida, a criança ainda não consegue entender que alguém pode amar e frustrar ao mesmo tempo. E isso influencia muito a forma como, mais tarde, lidamos com amor, rejeição e abandono.
E Lacan dizia que é através desse primeiro vínculo que a criança começa a construir sua própria identidade.
Por isso, muitas vezes, o jeito que fomos amados na infância ainda aparece:
• Nos relacionamentos,
• Na dificuldade de dizer o que sente,
• No medo de perder,
• Na necessidade de agradar,
• No sentimento de nunca ser suficiente.
Isso não é culpar mães.
Toda mãe também foi filha antes.
É sobre perceber que algumas dores emocionais começaram muito antes dos relacionamentos da vida adulta.