05/10/2026
Um evento adverso pode desencadear no profissional sentimentos de culpa, angústia, medo, insegurança e sofrimento emocional. E ignorar esse impacto não protege o paciente, nem fortalece a segurança assistencial.
O Parecer do CFM reforça que cabe ao diretor técnico atuar junto aos mantenedores para estruturar uma rede qualificada de apoio, envolvendo suporte emocional, profissional, jurídico e medidas de proteção à integridade física quando necessárias.
O diretor técnico não deve ser apenas aquele que responde pela assistência. Ele precisa ser também um agente ativo da cultura de segurança, garantindo que profissionais envolvidos em eventos adversos tenham suporte enquanto a instituição aprende, corrige e evolui.
Referência: Conselho Federal de Medicina. Parecer CFM nº 24/2026. Papel do diretor técnico na prevenção e suporte a médicos na condição de segunda vítima nos estabelecimentos de saúde, envolvidos em eventos adversos.