Rosana Laiza Psicóloga

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Rosana Laiza Psicóloga Palestrante e, Psicóloga clínica há mais de 40 anos em transtornos mentais. Presidente da ANSP Presidente da Associação Nacional da Síndrome do Pânico.

Palestrante e, Psicóloga clínica especialista há mais de 40 anos em transtornos mentais.

10/09/2026

Solidão não depende apenas da quantidade de pessoas ao redor

Solidão e isolamento social não são exatamente a mesma coisa.

Uma pessoa pode ter colegas de trabalho, frequentar lugares movimentados e conversar diariamente com outras pessoas, mas ainda perceber falta de vínculos nos quais se sinta compreendida, segura ou emocionalmente próxima.

Isso ajuda a explicar por que simplesmente “conhecer mais pessoas” nem sempre resolve a sensação de solidão.

A construção de novas relações costuma envolver tempo, repetição de encontros, confiança e experiências compartilhadas. Em outra cultura, esse processo ainda pode exigir a aprendizagem de códigos sociais diferentes daqueles que eram familiares anteriormente.

Solidão e saudade morando no exterior

10/09/2026

QUAL COMPORTAMENTO QUE EU TENHO QUE
AJUDA A DIMINUIR ESTE CONFLITO?

09/09/2026

Idioma é mais do que entender palavras

Conhecer o idioma local ajuda na vida prática, mas comunicação não depende apenas de vocabulário.

Humor, ironia, intensidade, informalidade e formas de demonstrar afeto podem mudar entre culturas. Uma pessoa tecnicamente fluente pode perceber que ainda leva mais tempo para construir espontaneidade ou expressar nuances emocionais em outra língua.

Isso também pode afetar a percepção sobre a própria personalidade. Alguém acostumado a ser comunicativo no Brasil pode se sentir mais contido em situações nas quais precisa monitorar vocabulário, pronúncia ou regras sociais ainda pouco familiares.

A experiência não acontece da mesma forma para todos, mas ajuda a explicar por que domínio gramatical e sensação de pertencimento não são a mesma coisa.


5 perdas que podem acompanhar uma mudança de paísAlgumas perdas da expatriação são difíceis de reconhecer porque aquilo ...
07/09/2026

5 perdas que podem acompanhar uma mudança de país
Algumas perdas da expatriação são difíceis de reconhecer porque aquilo que ficou no Brasil não necessariamente desapareceu.
A família continua existindo. Os amigos continuam sendo amigos. Sua cultura continua fazendo parte de você.
Mas a forma de acessar tudo isso muda.
E existe uma diferença entre ter algo na própria história e poder contar com aquilo no cotidiano.
Por isso, a adaptação não precisa ser entendida apenas como aprender o idioma, criar uma rotina ou conhecer pessoas novas. Existe também um processo de reorganização de referências, vínculos e pertencimento.
Reconhecer essas mudanças não transforma a experiência de morar fora em algo negativo. Pode apenas ajudar a compreender melhor por que algumas fases exigem tanto emocionalmente.
Se esse conteúdo descreve algo que você viveu fora do Brasil, salve para voltar a ele quando precisar.

04/09/2026

Por que morar fora pode ser emocionalmente desafiador?

Morar fora pode ser emocionalmente desafiador porque a mudança não acontece apenas no endereço. Ao mesmo tempo, a pessoa precisa lidar com novas referências culturais, reorganizar a rotina, reconstruir vínculos sociais e encontrar formas de funcionar em um ambiente que ainda não é totalmente familiar.

Mesmo quando a mudança foi planejada, desejada e associada a boas oportunidades, isso não elimina as exigências de adaptação. Conquistas e dificuldades podem coexistir.

A experiência também varia muito de uma pessoa para outra. Entre os fatores que podem influenciar a adaptação estão:

o motivo da mudança de país;

a possibilidade de escolher ou não essa mudança;

o domínio do idioma local;

a presença de familiares ou conhecidos por perto;

as condições de trabalho e moradia;

o nível de estabilidade financeira;

a facilidade para construir novos vínculos;

as diferenças culturais encontradas;

as expectativas criadas antes da mudança;

outras transições que acontecem simultaneamente, como casamento, maternidade, mudança profissional ou separação.

Pesquisas sobre adaptação de migrantes mostram justamente essa complexidade: fatores sociais, contextuais e relacionais interferem na experiência de viver em uma nova sociedade. Por isso, não existe uma reação emocional única que possa ser esperada de toda pessoa que muda de país.

Quando um conflito de casal deixa de ser sobre o assunto da discussãoAlguns casais conseguem resolver um problema especí...
04/09/2026

Quando um conflito de casal deixa de ser sobre o assunto da discussão

Alguns casais conseguem resolver um problema específico e, pouco tempo depois, percebem que a mesma tensão reaparece em outro assunto.
Isso pode acontecer porque uma discussão não é composta apenas pelo tema objetivo.
Também entram nela expectativas, interpretações, experiências anteriores e a maneira como cada pessoa reage quando se sente contrariada, ignorada ou incompreendida.
Por isso, procurar apenas “quem está certo” pode ser insuficiente quando o padrão de interação continua igual.
Uma pergunta útil é observar o processo: o que costuma acontecer desde o início de uma discordância até o momento em que a conversa termina?
Perceber essas repetições pode ajudar a compreender melhor o que está acontecendo na relação.
Salve este conteúdo para retomar essa reflexão em outro momento.

29/08/2026

ia da beleza com ro siqueira!

Morar fora pode dar certo e ainda assim ser emocionalmente difícilMudar de país pode trazer oportunidades, crescimento p...
28/08/2026

Morar fora pode dar certo e ainda assim ser emocionalmente difícil
Mudar de país pode trazer oportunidades, crescimento profissional, novas experiências e uma vida que faz sentido.
E, ainda assim, pode haver saudade, solidão, estranhamento ou dificuldade para se sentir pertencente.
Uma coisa não anula a outra.
Reconhecer que alguns aspectos da vida no exterior são emocionalmente difíceis não significa se arrepender da mudança. Significa perceber que adaptação não acontece apenas quando aprendemos uma nova rotina, idioma ou cultura.
Existe também uma adaptação emocional.
Se viver fora tem despertado questões que você gostaria de compreender melhor, a psicoterapia pode oferecer um espaço para falar sobre essa experiência em português.

31/12/2025

Feliz Ano Novo cheio de amor, paz e saúde!

25/12/2025

Saúde Mental com Rosana Laiza psicóloga.

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São Paulo, SP
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