Dr. Douglas Prina

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Dr. Douglas Prina Especialista em deformidades e desenvolvimento ósseo infantil

30/09/2026

Quando a ortopedia devolve movimento — e infância 💚

A paralisia cerebral pode afetar profundamente a forma como a criança se movimenta. Neste caso, o pé se apresentava em uma deformidade complexa — equino, cavo e varo ao mesmo tempo — que dificultava muito a marcha e até o uso da órtese.

O tratamento das deformidades do pé na paralisia cerebral é um dos campos mais desafiadores e mais gratif**antes da ortopedia pediátrica. O objetivo nunca é só o formato do pé. É função. É conseguir apoiar o pé no chão, usar a órtese com conforto, dar passos, brincar.

Neste caso, após o procedimento cirúrgico e a reabilitação, o pé pôde ser posicionado de forma a permitir o apoio e o uso adequado da órtese — e isso abriu caminho para uma marcha mais funcional e para o que mais importa: uma criança que hoje brinca e participa mais do próprio dia a dia.

É importante dizer: cada criança com paralisia cerebral é única. O plano de tratamento é individual, e os resultados variam de acordo com o caso, a gravidade e a resposta de cada um. O que une todos eles é o princípio: buscar a melhor função possível para aquela criança específ**a.

Ver uma criança ganhar mobilidade é a razão pela qual eu escolhi essa especialidade. 💚

📲 Seu filho tem uma deformidade nos pés relacionada à paralisia cerebral ou a outra condição? Para uma avaliação, agende pelo WhatsApp — link na bio.

28/09/2026

O fixador externo assusta — mas deixa eu te mostrar o que ele faz 🦴

Se você já pesquisou sobre correção de deformidade óssea, provavelmente esbarrou naquela imagem que dá um susto: uma estrutura de metal em volta da perna, com pinos. Isso se chama fixador externo. E hoje eu quero tirar o medo dele.

Parece coisa de filme, eu sei. Mas esse aparelho é uma das ferramentas mais engenhosas da ortopedia — e ele faz uma coisa que nenhum gesso faz.

👉 Ele corrige o osso aos poucos, de forma controlada, milímetro a milímetro.

Com ele, dá para:
🦵 Alongar um osso mais curto (aquela perna diferente da outra)
📏 Endireitar um osso entortado
🔧 Corrigir sequelas de fraturas ou infecções

E o mais impressionante: no espaço que vai sendo aberto lentamente, o próprio corpo forma osso novo. É a biologia da criança trabalhando a favor do tratamento.

Sim, exige cuidado e paciência ao longo do caminho. Mas aqui vai o que costuma surpreender os pais: as crianças se adaptam muito melhor do que a gente imagina. Elas continuam brincando, indo à escola, vivendo a vida.

Então, se falaram em fixador para o seu filho, não deixe a imagem te assustar antes da conversa. Por trás daquele metal existe uma solução que devolve alinhamento e função — muitas vezes para casos que pareciam sem saída. 💚

📲 Seu filho tem uma deformidade óssea e você quer entender as opções? Agende uma avaliação pelo WhatsApp — link na bio.

Salva e compartilha com quem precisa saber que existe caminho.

24/09/2026

“Deixa crescer que corrige sozinho” — quando esperar é o erro ⏳

Talvez você já tenha ouvido isso sobre uma deformidade do seu filho. Uma perna arqueada, um pé virado, um peito afundado, uma diferença entre as pernas. E veio o conselho: “espera crescer pra ver”.

Então eu preciso te explicar uma coisa importante, porque essa frase pode ser sábia — ou pode ser justamente o que faz perder a melhor fase do tratamento.

Existe uma diferença que muda tudo 👇

Em algumas situações, o crescimento realmente corrige sozinho. Muitas pernas arqueadas do bebê, por exemplo, se alinham naturalmente com o tempo. Nesses casos, esperar e acompanhar é a decisão certa.

Mas em outras, o crescimento não conserta — ele só adia. E tem um detalhe que quase ninguém sabe: quando a deformidade precisa do próprio crescimento para ser corrigida, esperar demais pode fechar a janela em que o tratamento seria mais simples e menos invasivo.

Ou seja: em muitos casos, o crescimento não é o problema. Ele é a ferramenta. E ferramenta tem hora de usar.

⚠️ E aqui está o ponto: não dá pra saber em casa em qual dos dois grupos o seu filho está. Isso depende de exame, às vezes de imagem, e de acompanhamento com quem entende de deformidade.

Então o recado é esse: “esperar crescer” pode ser sabedoria ou pode ser tempo perdido. Quem separa uma coisa da outra é a avaliação — não o palpite. 💚

📲 Seu filho tem uma deformidade que te disseram para “esperar”? Vale uma avaliação. Agende pelo WhatsApp — link na bio.

Passei duas semanas no Chile.Duas semanas longe da rotina, dos compromissos e da velocidade com que os dias costumam pas...
22/09/2026

Passei duas semanas no Chile.
Duas semanas longe da rotina, dos compromissos e da velocidade com que os dias costumam passar.

Nos últimos meses, eu vinha trabalhando praticamente todos os dias e, sem perceber, estava deixando cada vez menos espaço para mim. A viagem foi uma oportunidade de parar, respirar e recuperar algo que, para mim, é essencial: a vontade de seguir em frente.

No Atacama, tive a oportunidade de enfrentar um desafio que certamente vou levar comigo.

Subi o Cerro Toco, a 5.604 metros de altitude, enfrentando um frio de aproximadamente -20°C e ventos fortes.

No caminho, a natureza mostrou seu lado mais áspero. Difícil. Exigente. Por vezes, hostil.

Mas, ao mesmo tempo, absolutamente linda.

E, naquele lugar, olhando aquela imensidão, pensei em como a vida também é assim.

Existem momentos difíceis, caminhos que exigem esforço e situações em que precisamos simplesmente continuar dando um passo de cada vez.

Mas também existem momentos de beleza, de conquista, de pausa e de gratidão.

Essa viagem me lembrou que superar desafios não signif**a nunca se cansar. Signif**a também reconhecer quando é preciso parar, recuperar as forças e então continuar.

Volto para casa descansado, renovado e com a vontade de trabalhar novamente reacendida.

E, principalmente, com a certeza de que estar presente para os meus pacientes exige que eu também saiba cuidar de mim.

Agora é hora de voltar.

À rotina, ao centro cirúrgico, ao consultório e, acima de tudo, às crianças e famílias que confiam em meu trabalho.

Mais presente. Mais inteiro. E pronto para os próximos desafios. 🇨🇱

28/08/2026

Seu bebê tem mais risco de displasia no quadril? 🦴

Alguns bebês têm mais chance de desenvolver displasia do que outros — e saber disso pode fazer toda a diferença, porque leva a um rastreamento mais atento desde cedo.

Vê se o seu se encaixa em algum desses 👇

👶 Meninas têm mais risco que meninos
🍑 Bebês que nasceram sentados (posição pélvica)
👪 Histórico de displasia na família
1️⃣ Ser o primeiro filho
💧 Ter tido pouco líquido na gestação (bebê mais "apertado" no útero)

⚠️ Mas atenção, e isso é muito importante: ter um fator de risco NÃO signif**a que o bebê tem displasia. Signif**a só que o olhar precisa ser mais cuidadoso — com o exame do pediatra e, muitas vezes, o ultrassom do quadril nos primeiros meses.

A displasia é silenciosa: não dói e não incomoda o bebê. Por isso o rastreamento é o grande aliado — e, quando ela é encontrada cedo, o tratamento costuma ser simples, quase sempre sem cirurgia. 💚

📲 Seu bebê tem algum desses fatores? Converse com o pediatra sobre o rastreamento do quadril — e, na dúvida, agende uma avaliação no WhatsApp, link na bio.

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20/08/2026

Suspensório de Pavlik: as dicas práticas que todo pai precisa 🍼

Seu bebê está de Pavlik e você tem medo até de encostar? Calma — depois dos primeiros dias, vira rotina. Anota essas dicas que eu mais passo no consultório 👇

👶 Fralda: troca por baixo das tiras, sem remover o suspensório. Dá pra acessar tudo sem desmontar nada.

👕 Roupa: uma peça fininha por baixo pra proteger a pele, e roupas mais largas por cima. Body de abertura ampla facilita muito.

🛁 Banho: aqui é a regra de ouro — só retire o Pavlik para o banho se o seu ortopedista autorizou, e do jeito que ele ensinou. Se não autorizou, banho é de esponja, mantendo o suspensório.

😴 Sono: na maioria das fases, o bebê dorme com o suspensório. A posição de rã é confortável — eles dormem bem.

🩹 Pele: observe as dobrinhas. Mantenha secas e limpas. Vermelhidão que não passa? Avise no retorno.

⚠️ E a dica mais importante de todas: quem decide quando o suspensório pode sair é sempre o ortopedista. Nunca por conta própria — a posição precisa de consistência pra funcionar.

Cada dia de uso, mesmo no cansaço, está construindo o quadril que vai carregar seu filho pela vida toda. 💚

📲 Dúvidas sobre o caso do seu filho? Para avaliar, agende no WhatsApp — link na bio.

18/08/2026

Displasia do quadril: por que começar cedo muda tudo ⏳

Na displasia, existe um fator que pesa mais do que a gravidade ou o tipo de tratamento: o tempo.
Pensa no quadril do bebê como cimento fresco. Nos primeiros meses de vida, ele é fácil de moldar — um suspensório gentil, como o Pavlik, costuma resolver. Sem cirurgia.

Só que esse cimento vai endurecendo com os meses. O quadril continua tratável, mas o caminho f**a mais longo — às vezes com gesso, às vezes com cirurgia.

Por isso, na displasia, não existe “esperar pra ver se melhora sozinho”. O quadril fora do lugar não se resolve esperando, e cada semana conta a favor de quem age cedo.

Mas atenção, porque isso é importante: urgência não é pânico. Displasia não é emergência de correr pro pronto-socorro à meia-noite. É prioridade de agenda — resolva nas próximas semanas, não nos próximos meses. 💚

📲 Seu filho tem uma investigação de quadril em aberto? Não deixe pra depois. Para avaliar, agende no WhatsApp — link na bio.

Salva pra lembrar e compartilha com quem precisa entender que, aqui, tempo é remédio.

11/08/2026

Suspensório de Pavlik: o guia completo para os pais 🍼
Seu bebê vai usar o Pavlik e você tem mil dúvidas? Respondo todas: o que ele faz, se dói, como dar banho, trocar fralda, vestir e dormir.
O Pavlik não força nada — ele mantém as perninhas na posição de rã, que é a posição natural e confortável do bebê. Nessa posição o quadril se molda sozinho. Quem trata é o corpo do bebê; o Pavlik só segura a posição. 💚
⚠️ Importante: quando e se o suspensório pode ser retirado é sempre decisão do ortopedista — nunca por conta própria.
📲 Agende no WhatsApp — link na descrição.

Tem um tipo de pai que eu conheço bem.É o que segura a mão da filha enquanto o gesso é colocado — e sorri, mesmo com o c...
09/08/2026

Tem um tipo de pai que eu conheço bem.

É o que segura a mão da filha enquanto o gesso é colocado — e sorri, mesmo com o coração apertado.

É o que aprende a ajustar a órtese às 3 da manhã, porque o filho chorou e ele não quis acordar ninguém.

É o que chega na consulta com a lista de perguntas no celular. E pergunta todas.

É o que não entende de ortopedia, mas entende do filho dele. E isso muda tudo no tratamento.

Nesses anos cuidando de crianças com pé torto, deformidades de membros e alterações no tórax, aprendi uma coisa: o resultado não é só técnica. É a família que sustenta o processo, dia após dia, entre um retorno e outro.

Pai, seu papel não é secundário. Nunca foi.

Feliz Dia dos Pais. 🤍

07/08/2026

Ouviu um “clique” no quadril do seu bebê? 🦴

Acontece na hora de trocar a fralda, de vestir, de pegar no colo — aquele estalinho no quadril. E o coração dispara na hora: “será que é displasia?”.

Respira, porque na maioria das vezes não é.

Cliques finos e sutis são muito comuns e quase sempre benignos — são só tendões e ligamentos deslizando, coisa normal num corpo que está crescendo rápido.

O que realmente merece atenção é diferente 👇

Não é o barulhinho isolado. É a assimetria: pregas diferentes nas coxas, uma perna que parece mais curta, um lado que abre menos que o outro na hora da fralda, ou um ressalto mais amplo — a sensação de que algo “pula” no lugar.

A regra é simples: clique sozinho, sem outros sinais, geralmente é tranquilo. Clique com assimetria, sempre vale investigar.

E na dúvida, não fique no Google até de madrugada. Um exame de poucos minutos no consultório resolve a sua angústia. 💚

📲 Ficou em dúvida sobre o quadril do seu bebê? Para uma avaliação, agende no WhatsApp — link na bio.

Salva pra lembrar e manda pra outra mãe ou pai que já travou com esse estalinho.

Endereço

São Paulo, SP

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