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cordar cansada depois de uma noite de sono pode parecer apenas consequência de uma rotina intensa. Mas, quando o cansaço...
12/10/2026

cordar cansada depois de uma noite de sono pode parecer apenas consequência de uma rotina intensa. Mas, quando o cansaço se torna frequente e aparece junto de outros sinais, vale olhar para esse conjunto com mais atenção.

Na artrite reumatoide, a fadiga pode estar relacionada ao processo inflamatório da doença. Ela costuma aparecer acompanhada de sintomas articulares, como dor, inchaço e rigidez, especialmente pela manhã ou após períodos de repouso.

Essa rigidez matinal pode ser diferente daquela sensação de “corpo enferrujado” que melhora rapidamente depois de começar o dia. Na artrite reumatoide, a rigidez pode durar bastante tempo e vir acompanhada de dificuldade para movimentar as articulações, principalmente mãos, punhos e pés.

Outro ponto importante é que a artrite reumatoide não é apenas uma doença das articulações. Trata-se de uma condição inflamatória e autoimune que pode afetar outros órgãos e tecidos, o que reforça a importância de reconhecer os sinais e manter acompanhamento médico adequado.

Cansaço persistente não significa, por si só, artrite reumatoide. Existem muitas outras causas possíveis. Mas quando ele vem acompanhado de dor, inchaço ou rigidez articular recorrente, principalmente pela manhã, é importante investigar. O diagnóstico precoce permite iniciar o tratamento adequado antes que a inflamação provoque danos articulares mais importantes.

Dr. Sergio Bontempi Lanzotti
Reumatologista
CRM-SP 60377 | RQE 26913

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Diretor técnico: Sergio Bontempi Lanzotti
CRM 60377 | RQE 26913
Registro clínica: CRM 922114

Cansaço, esquecimentos, dor, falta de ar ou alterações no sono fazem parte da vida de muitas pessoas. O que muda a impor...
07/10/2026

Cansaço, esquecimentos, dor, falta de ar ou alterações no sono fazem parte da vida de muitas pessoas. O que muda a importância desses sinais é o contexto em que aparecem.

Um sintoma que surge de forma isolada e desaparece rapidamente pode ter uma explicação simples. Já uma mudança que persiste, se repete com frequência ou começa a interferir na rotina merece ser observada com mais cuidado.

O cansaço persistente, por exemplo, pode estar relacionado desde a hábitos e alterações do sono até anemia, doenças metabólicas e outras condições. Alterações de memória e concentração também podem ter diferentes causas, incluindo privação de sono, uso de medicamentos, alterações emocionais e condições neurológicas.

O mesmo vale para dores recorrentes, falta de ar aos esforços e mudanças persistentes no padrão do sono. Não existe uma única explicação para esses sintomas, e tentar interpretá-los isoladamente pode levar a conclusões precipitadas.

Na avaliação médica, a história do paciente é fundamental. Quando o sintoma começou, com que frequência acontece, se está piorando, quais outros sinais aparecem junto e como ele interfere na rotina são informações que ajudam a direcionar a investigação.

Dra. Dayane Gonçalves Da Cunha
Clínica Médica
CRM 222844

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05/10/2026

O PRP, ou Plasma Rico em Plaquetas, é obtido a partir do próprio sangue do paciente. Após a coleta, o sangue passa por um processo de separação que permite concentrar as plaquetas em uma fração específica do plasma. Mas o que torna esse material interessante?

As plaquetas participam naturalmente dos processos de reparação dos tecidos. Quando ativadas, liberam diferentes mediadores e fatores de crescimento envolvidos em processos como sinalização celular, formação de novos vasos e remodelação tecidual.

Por isso, o PRP vem sendo estudado e utilizado em diferentes áreas da saúde, incluindo medicina regenerativa, dermatologia, odontologia e outras aplicações. No entanto, isso não significa que ele tenha a mesma eficácia para todas as indicações. Os resultados dependem da condição tratada, da técnica utilizada, da composição do produto e do protocolo adotado.

Outro ponto importante é que PRP não é sinônimo de um tratamento único ou padronizado. Existem diferentes métodos de preparo, com variações na concentração de plaquetas, presença de leucócitos, ativação e volume utilizado. Essas diferenças podem interferir nas características do produto e nos resultados observados.

Dr. Sergio Bontempi Lanzotti
Reumatologista
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Conhecer o próprio corpo não significa procurar doenças o tempo todo. Significa saber o que é habitual para você e perce...
01/10/2026

Conhecer o próprio corpo não significa procurar doenças o tempo todo. Significa saber o que é habitual para você e perceber quando alguma coisa mudou.

Nas mamas, essa atenção pode ajudar a identificar alterações como um nódulo endurecido ou que está aumentando, mudança no formato do mamilo, retração da pele, aumento progressivo de uma das mamas, alterações na pele ou saída espontânea de secreção pelo mamilo. Esses sinais não significam, necessariamente, câncer, mas precisam ser avaliados para entender a sua causa. E existe uma diferença importante entre perceber uma alteração e fazer rastreamento.

A observação das mamas faz parte do cuidado, mas não substitui os exames indicados para cada pessoa. A mamografia de rastreamento tem o objetivo de identificar alterações suspeitas antes mesmo que existam sinais ou sintomas. No Brasil, o Ministério da Saúde recomenda a mamografia de rastreamento a cada dois anos para mulheres de 50 a 74 anos. Fora dessa faixa etária, a decisão deve considerar os riscos, benefícios e características individuais.

Por isso, o cuidado não está apenas em procurar alguma alteração. Está em conhecer o próprio corpo, manter o acompanhamento adequado e investigar mudanças que persistem.

Neste Outubro Rosa, vale lembrar que prestar atenção ao próprio corpo também faz parte do cuidado.

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Você trata uma dor, ela melhora. Algumas semanas depois, aparece outro sintoma. Uma dor de cabeça diferente, um desconfo...
30/09/2026

Você trata uma dor, ela melhora. Algumas semanas depois, aparece outro sintoma. Uma dor de cabeça diferente, um desconforto intestinal, uma alteração na pele, um cansaço que não estava ali antes.

Nem sempre esses sintomas têm uma relação entre si. Mas, quando situações assim começam a se repetir, vale olhar para a história completa e não apenas para aquilo que está incomodando naquele momento.

Na consulta, detalhes que parecem pequenos podem fazer diferença: quando os sintomas começaram, com que frequência aparecem, quais medicamentos você usa, se existe algum padrão e o que mudou na sua rotina.

Esse olhar mais amplo é especialmente importante em condições que podem apresentar manifestações em diferentes partes do organismo, como algumas doenças autoimunes e inflamatórias. O objetivo não é encontrar uma doença por trás de cada sintoma. É entender o conjunto antes de tirar conclusões.

Se você sente que está sempre tratando uma coisa e, pouco depois, lidando com outra, talvez seja o momento de conversar com um médico sobre essa história como um todo.

Dra. Rebecca Vieira
Neurologista
CRM 190485
RQE 99823

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O sistema imunológico existe para nos proteger. Ele reconhece vírus, bactérias e outras ameaças e coloca em ação uma sér...
29/09/2026

O sistema imunológico existe para nos proteger. Ele reconhece vírus, bactérias e outras ameaças e coloca em ação uma série de mecanismos para eliminá-las. Nas doenças autoimunes, esse sistema de defesa passa a reagir contra estruturas do próprio organismo. Dependendo da doença, essa resposta pode atingir articulações, pele, músculos, intestino, sistema nervoso ou outros órgãos. É por isso que não existe uma única “doença autoimune”. O grupo reúne mais de 80 condições diferentes, com manifestações e tratamentos bastante distintos. Lúpus, artrite reumatoide, psoríase, esclerose múltipla e doença celíaca são alguns exemplos.

Outro ponto importante é que ter um sintoma isolado não significa ter uma doença autoimune. O diagnóstico depende da história clínica, do exame físico e, quando necessário, de exames complementares. Não existe um único exame capaz de identificar todas as doenças autoimunes.

Quando sintomas persistem, aparecem em diferentes partes do corpo ou começam a se repetir sem uma explicação clara, uma avaliação médica cuidadosa pode ajudar a entender o que está acontecendo.

Conhecer como essas doenças funcionam também ajuda a deixar de lado alguns mitos e a perceber que, por trás de sintomas aparentemente diferentes, pode existir uma história que precisa ser investigada.

Dr. Sergio Bontempi Lanzotti
Reumatologista
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Dra. Bianca de Moura
Clínica Médica
Assistente da clínica IREDO em Reumatologia
CRM 155965

Dra Daniela Gontijo Andrade Junqueira
Dermatologista adulto e infantil
Especialista em pele, cabelo e unha
CRM 103447 | RQE 36612

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Envelhecer faz parte da vida. Perder a capacidade de escolher, se movimentar e cuidar de si não deve ser encarado como u...
27/09/2026

Envelhecer faz parte da vida. Perder a capacidade de escolher, se movimentar e cuidar de si não deve ser encarado como uma consequência inevitável da idade. A autonomia está nas coisas que muitas vezes parecem pequenas: levantar da cadeira, caminhar até a padaria, tomar banho sozinho, preparar uma refeição, sair de casa, manter os próprios compromissos e continuar fazendo escolhas sobre a própria vida.

Com o passar dos anos, fatores como perda de força muscular, sedentarismo, doenças crônicas, alterações de equilíbrio e alguns medicamentos podem interferir nessa capacidade. A boa notícia é que muitos desses fatores podem ser acompanhados e tratados.

Envelhecimento saudável não significa simplesmente viver mais. Significa preservar, pelo maior tempo possível, a capacidade de fazer aquilo que dá sentido à vida. A Organização Mundial da Saúde chama isso de capacidade funcional: aquilo que permite que uma pessoa seja e faça o que considera importante.

Cuidar da saúde ao longo dos anos é também uma forma de proteger a autonomia que queremos manter no futuro.

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Se você costuma estalar os dedos, provavelmente já ouviu alguém dizer: “Cuidado, isso vai te dar artrite”. Mas pode fica...
23/09/2026

Se você costuma estalar os dedos, provavelmente já ouviu alguém dizer: “Cuidado, isso vai te dar artrite”. Mas pode ficar tranquilo: isso é um mito.

O estalo acontece por mudanças de pressão dentro da articulação e pela formação de uma cavidade no líquido sinovial. Não é o osso “raspando” no outro nem significa que a articulação esteja sendo desgastada.

E existe um estudo clássico que comparou pessoas que tinham o hábito de estalar os dedos com aquelas que não tinham. A frequência de osteoartrite nas mãos foi semelhante entre os grupos, sem evidência de que o hábito aumentasse o risco da doença.

Isso não significa que qualquer estalo deva ser ignorado. Quando ele vem acompanhado de dor, inchaço, rigidez ou perda de movimento, a história é outra e vale investigar.

Então, se o único problema é aquele “crec” depois de estalar os dedos, ele não vai causar artrite. O que merece atenção é quando a articulação começa a dar outros sinais.

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18/09/2026

Quando falamos em inflamação crônica, muita gente pensa imediatamente em dor nas articulações. Mas ela pode estar relacionada a alterações em diferentes partes do organismo.

Doenças inflamatórias e autoimunes podem apresentar manifestações na pele, nos olhos, no intestino, nos pulmões e até no sistema cardiovascular. Por isso, sintomas que parecem não ter relação entre si podem fazer parte de um mesmo quadro.

Isso não significa que toda inflamação seja sinal de uma doença sistêmica. O importante é observar quando os sintomas são persistentes, recorrentes ou aparecem em conjunto. Entender a origem da inflamação é fundamental para definir o tratamento adequado e evitar que o paciente fique apenas tentando controlar um sintoma de cada vez.

Dra. Bianca de Moura
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Para algumas pessoas, conviver com uma dor persistente significa começar a mudar a própria rotina. Deixar de praticar um...
16/09/2026

Para algumas pessoas, conviver com uma dor persistente significa começar a mudar a própria rotina. Deixar de praticar um esporte, evitar determinados movimentos, dormir pior ou simplesmente pensar duas vezes antes de fazer algo que antes era natural.

O Método PRP pode fazer parte da estratégia de tratamento de algumas condições osteomusculares. O procedimento utiliza o plasma rico em plaquetas, preparado a partir do próprio sangue do paciente, e busca aproveitar componentes presentes nas plaquetas em uma aplicação direcionada.

Mas existe uma parte dessa conversa que não pode ser deixada de lado: o PRP não é indicado para qualquer dor e não produz o mesmo resultado em todas as pessoas. A indicação depende do diagnóstico, do quadro clínico e dos objetivos do tratamento. O Conselho Federal de Medicina regulamentou atualmente seu uso como tratamento complementar em condições osteomusculares específicas. Por isso, conhecer o Método PRP não significa decidir pelo procedimento. Significa entender se ele pode ter lugar no seu tratamento.

Na IREDO, o Dr. Sergio Lanzotti realiza a avaliação individual de pacientes interessados no método. A consulta é o momento de entender o diagnóstico, esclarecer dúvidas e discutir as possibilidades de tratamento para cada caso.

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