Dra Maria Carolina

Como chegar Site

Dra Maria Carolina 👩‍⚕️ Médica Cardiologista
◻️ Especialista em Coronariopatia Aguda InCor/HCFMUSP

17/09/2026

Você pode acordar bem, trabalhar, treinar, viajar, cuidar da rotina normalmente e ainda assim estar com o colesterol acima do ideal.

Na maioria das vezes, o colesterol alto não causa sintomas no começo. Ele não costuma dar dor, tontura, falta de ar ou mal-estar imediato.

O problema é que, silenciosamente, ele pode participar da formação de placas de gordura nas artérias ao longo dos anos.

Por isso, esperar sentir algo para investigar não é uma boa estratégia. Quando aparecem sintomas como dor no peito, falta de ar aos esforços ou alterações na circulação, muitas vezes o processo já está mais avançado.

E vale lembrar: uma pessoa magra também pode ter colesterol alto.

Histórico familiar, menopausa, diabetes, pressão alta, sedentarismo, alimentação, tabagismo e genética também entram nessa avaliação.

Colesterol alto costuma ser silencioso. Quem mostra o caminho é o exame, e quem interpreta esse exame é o risco cardiovascular como um todo.

Prevenção não começa quando aparece sintoma.

Nem sempre o que f**a de fora da consulta parece importante para o paciente.Às vezes, é aquele “eu só fumo socialmente”,...
14/09/2026

Nem sempre o que f**a de fora da consulta parece importante para o paciente.

Às vezes, é aquele “eu só fumo socialmente”, “tomo o remédio quando lembro”, “achei que essa palpitação não precisava comentar” ou “nem falei do pré-treino porque achei que não tinha relação”.

Mas são justamente esses detalhes que muitas vezes ajudam a entender sintomas, orientar exames, ajustar tratamentos e avaliar risco cardiovascular com mais precisão.

Consulta não é prova. Não existe resposta certa para impressionar o médico.

O que existe é informação que ajuda a cuidar melhor de você.

Uma boa avaliação começa antes do exame. Começa quando a história é contada de forma sincera.

08/09/2026

No AVC, tempo faz diferença.

Alguns sinais podem aparecer de repente e, às vezes, melhorar depois de poucos minutos. Ainda assim, não devem ser tratados como algo simples ou passageiro.

Fraqueza ou formigamento em um lado do corpo, alteração na fala, dificuldade para enxergar, perda de equilíbrio, tontura forte ou dor de cabeça súbita e diferente do habitual são sinais de alerta.

Nessas situações, não é para esperar passar, dormir para ver se melhora ou tentar dirigir até o hospital.

Procure atendimento imediatamente ou acione o SAMU 192.

Reconhecer rápido pode mudar o desfecho.
Compartilhe este vídeo com alguém que precisa saber identif**ar esses sinais.

Quando uma pessoa aparentemente saudável sofre um infarto, a primeira reação costuma ser de surpresa.Ela não sentia dor,...
02/09/2026

Quando uma pessoa aparentemente saudável sofre um infarto, a primeira reação costuma ser de surpresa.

Ela não sentia dor, mantinha a rotina e, às vezes, nem apresentava alterações muito evidentes nos exames mais conhecidos. Isso acontece porque o risco cardiovascular não depende de um único número.

A inflamação crônica de baixo grau pode permanecer ativa por anos e participar do desenvolvimento da aterosclerose, mesmo sem causar febre, dor ou outro sintoma claro.

Ela é apenas uma parte da história. Colesterol, pressão, glicemia, histórico familiar, tabagismo, gordura abdominal, sono e sedentarismo também precisam ser analisados em conjunto.

20/08/2026

Medir a pressão em casa pode ajudar muito no acompanhamento, mas a forma como essa medida é feita muda o resultado.

Tomar café, fumar, comer ou fazer exercício pouco antes da aferição pode alterar temporariamente a pressão. Medir com as pernas cruzadas, braço fora da altura do coração, falando durante a aferição ou com a braçadeira por cima da roupa também pode interferir na leitura.

E tem um detalhe que muita gente esquece: bexiga cheia também pode atrapalhar.

Por isso, antes de se assustar com um número isolado, vale olhar para o contexto e para a forma como a pressão foi medida.

Pequenos cuidados ajudam a ter registros mais confiáveis.

E esses registros, quando bem feitos, ajudam o cardiologista a entender melhor o comportamento da sua pressão ao longo dos dias.

Salve este vídeo para lembrar na próxima vez que for medir.

17/08/2026

Muita gente começa a usar pré-treino buscando mais energia, foco e disposição para treinar.

O problema é quando alguns sinais passam a ser tratados como se fossem “normais” do produto: coração acelerado, tremor, ansiedade diferente, piora do sono, palpitação ou mal-estar durante o exercício.

Nem sempre é só efeito do pré-treino.
Em algumas pessoas, esses sintomas podem estar relacionados a pressão alta, arritmias, extrassístoles ou a uma resposta exagerada do coração ao esforço.

O ponto não é dizer que ninguém pode usar.
O ponto é entender se o seu coração está preparado para combinar estimulantes, treino intenso e aumento de carga.

Se você sente palpitações, dor ou aperto no peito, falta de ar fora do esperado, tontura, sensação de desmaio, tem pressão alta ou histórico familiar de infarto, morte súbita ou arritmias, procure avaliação.

Treinar é ótimo para o coração.
Mas ignorar sinais durante o treino não é uma boa estratégia.

Às vezes, a pessoa chega ao consultório esperando apenas uma mudança na medicação.Mas, quando falamos de pressão alta, o...
13/08/2026

Às vezes, a pessoa chega ao consultório esperando apenas uma mudança na medicação.

Mas, quando falamos de pressão alta, o cuidado também passa pelo que acontece fora da receita: sono, alimentação, estresse, peso, rotina e movimento.

A atividade física regular pode ser uma grande aliada no controle da pressão arterial. Não precisa começar com treinos intensos, nem tentar fazer tudo perfeito logo na primeira semana.

Pode começar com caminhada.
Com uma rotina mais leve.
Com musculação orientada.
Com constância.

O importante é entender que exercício não é só estética. Para quem tem hipertensão, também é cuidado cardiovascular.

E aqui vale um ponto de atenção: se você está sedentário há muito tempo, tem pressão descontrolada, sente dor no peito, falta de ar, tontura ou palpitações, converse com o cardiologista antes de começar ou intensif**ar os treinos.

Cuidar da pressão também passa pelas escolhas que se repetem no dia a dia.

Com o tempo, algumas coisas se tornaram muito claras para mim no consultório.Não consigo olhar apenas para o número da p...
23/07/2026

Com o tempo, algumas coisas se tornaram muito claras para mim no consultório.

Não consigo olhar apenas para o número da pressão sem entender como aquela pessoa vive.

Não gosto de entregar um diagnóstico sem explicar o que ele signif**a. Também não considero correto repetir a mesma conduta para pacientes com histórias diferentes.

Sintomas, rotina, antecedentes familiares, medicações e até as dificuldades para seguir o tratamento fazem parte da consulta.

Esses são alguns dos meus “nãos” como cardiologista. Eles dizem muito sobre a maneira como escolhi cuidar de cada paciente.

📞 (11) 91180-7126

Quem tem pressão alta muitas vezes f**a em dúvida na hora de começar uma atividade física nova.E a resposta depende de a...
20/07/2026

Quem tem pressão alta muitas vezes f**a em dúvida na hora de começar uma atividade física nova.

E a resposta depende de alguns pontos: como está o controle da pressão, há quanto tempo a pessoa está sem se exercitar, qual exercício pretende fazer e se existe algum sintoma durante o esforço.

A avaliação com o cardiologista não serve para afastar você do exercício. Na maioria das vezes, ela ajuda justamente a começar com mais segurança, respeitando seu condicionamento, seus medicamentos e a resposta do seu corpo.

Isso vale especialmente para quem tem pressão descontrolada, sente dor no peito, falta de ar, palpitações, tontura ou já teve desmaios.

Exercício pode ser um grande aliado no controle da pressão. Mas o melhor começo é aquele que combina com o seu momento.

📞 (11) 91180-7126

Nos primeiros dias depois do diagnóstico, é comum sair da consulta pensando em tudo o que precisará mudar.Na prática, o ...
13/07/2026

Nos primeiros dias depois do diagnóstico, é comum sair da consulta pensando em tudo o que precisará mudar.

Na prática, o cuidado vai sendo incorporado aos poucos: organizar os horários dos medicamentos, manter as consultas, adaptar a alimentação, entender qual atividade física é segura e observar como o corpo responde.

Alguns dias serão melhores que outros. O que importa é perceber quando o cansaço aumentou, quando surgiu mais inchaço ou quando tarefas simples passaram a causar falta de ar.

Essas informações ajudam o cardiologista a acompanhar a evolução e ajustar o tratamento.

Os medicamentos não devem ser suspensos ou modif**ados por conta própria, mesmo quando a pessoa está se sentindo bem.

📞 (11) 91180-7126

Endereço

Rua Dona Adma Jafet, 74 Cj 64
São Paulo, SP
01308-050

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando Dra Maria Carolina publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar