16/03/2026
Acho que nesses anos, uma coisa clara pra mim é como somos adaptáveis (dur).
Costumamos nos adaptar aos cenários, condições e circunstâncias (possíveis) onde estamos submetidos, com intenção ou não.
Me virar desde os 17 anos foi uma baita escola disso… (apesar de ser apenas um relato de caso, rs).
Inevitavelmente, sabemos que um indivíduo quando come acima da sua recomendação energética, ele tende a ganhar peso. Da mesma maneira, quando abaixo, tende a perdê-lo... como isso acontece são outros quinhentos e do que é perdido são mais quinhentinhos.
Mas além dessa obviedade, claramente vejo como o tempo passa e não deixamos de ser isso: pessoas tentando descobrir como seguir de uma maneira satisfatória nos meios onde vivemos, com nossas complexidades, cultura, vivências, tendências, amizades, inimizades, preferências, aversões e por aí vai...
No fim, o nosso corpo é adaptável e isso vemos em conceitos básicos, como de alostase - processo de adaptação e manutenção de variáveis de estabilidade interna (tipo pressão arterial) em resposta a estressores, variando isso para lidar com desafios, em vez de mantê-las constantes independente da circunstância...
Um problema é quando a mente não acompanha.
E a maior adaptação, para além do prato no exemplo dado, é o conhecimento adquirido no processo…
Seu devido uso no que te cerca... porque isso sim pode mudar como você responde e como, talvez, seu corpo responda de imediato e cronicamente.
Com relevância, entender mais do que te cerca e interessa talvez te ajude a se adaptar em prol daquilo que busca.
Enfim, devaneios da mente, opinião de um autor e talvez uma possível nova rotina de postagem aqui.