02/06/2026
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-Extraído de Instagran, Dr. Luiz Rocha- Psicólogo Clínico.
*Os 10 tipos de PERTURBAÇÕES DA PERSONALIDADE mais comuns e características:*
ESQUIZÓIDE:
– Prefere actividades solitárias;
– Não deseja nem desfruta de relações íntimas;
– Tem pouco interesse por experiências se***is;
– Não sente prazer com quase nada;
– Não tem amigos próximos;
– Mostra-se indiferente a elogios ou a críticas;
– Demonstra frieza emocional
ESQUIZOTÍPICO:
– Tem comportamento e aparência extravagantes;
– Sente que tem experiências perceptivas incomuns;
– Acha que pode prever coisas;
– É muito ansioso socialmente (na presença de outras pessoas);
– Mantém crenças estranhas ou pensamentos mágicos (superstição exagerada);
– Mostra desconfiança paranoide;
– Demonstra afeto inadequado;
– Não tem amigos próximos
PARANÓIDE:
– Suspeita, sem fundamento, de estar a ser explorado ou enganado;
– Tem preocupação injustificada com a lealdade de amigos;
– É incapaz de confiar nas pessoas;
– Percebe significados ocultos em qualquer situação;
– Guarda rancores;
– Acredita sofrer ataques à sua reputação que não são percebidos pelos demais;
– Tem dúvidas constantes sobre a fidelidade do parceiro(a)
ANTISSOCIAL:
– Tendência à falsidade;
– Não consegue ajustar-se às normas sociais;
– Apresenta irritabilidade ou agressividade;
– É incapaz de planear o futuro;
– Desconsidera a própria segurança ou a segurança alheia;
– Demonstra irresponsabilidade reiterada;
– Não sente remorsos;
– É sedutor e manipulador
BORDERLINE:
– Tem mudanças rápidas de humor;
– Teme ser deixado e quer evitar o abandono desesperadamente;
– Mantém relacionamentos intensos e instáveis;
– É impulsivo em compras, no abuso de álcool e dr**as e na prática de s**o sem proteção;
– Tem recorrente comportamento suicida ou automutilante;
– É instável afetivamente e sente um vazio cronico;
– Tem pensamentos paranoides em momentos de stresse
NARCISISTA:
– Mantém fantasias de sucesso ilimitado na vida;
– Acredita ser alguém único e especial;
– Necessita excessivamente de atenção;
– Tem certeza de possuir direitos exclusivos;
– Carece de empatia;
– Tende a ser explorador nas relações;
– É arrogante e insolente;
– É propenso a ter inveja e a sentir-se alvo de inveja
HISTRIONICO:
– F**a desconfortável quando não é o centro das atenções;
– Tem comportamento sexualmente sedutor e exagerado;
– Apresenta mudanças emocionais rápidas;
– Faz discursos grandiosos mas carente de detalhes;
– Dramatiza as emoções;
– Usa excessivamente a aparência física para atrair olhares;
– Acredita que as relações pessoais são mais íntimas do que, de facto, são
DEPENDENTE:
– Procura urgentemente outro parceiro após o término de uma relação;
– Tem dificuldade para tomar decisões sem aconselhamento excessivo;
– Terceiriza a responsabilidade sobre a própria vida a outras pessoas;
– Raramente manifesta desacordo, para não perder apoio;
– Não tem iniciativa para fazer coisas por vontade própria;
– Vai aos extremos para obter carinho e amparo;
– Sente-se desconfortável quando está sozinho(a);
– Tem medo irreal de ser abandonado(a)
EVITATIVO:
– Evita trabalhos que exijam muito contacto interpessoal;
– Não se envolve com outros sem a certeza de que será bem recebido;
– É reservado nos relacionamentos íntimos, por vergonha ou medo do ridículo;
– Preocupa-se com críticas e rejeições;
– F**a inibido para conhecer gente nova, por se sentir inadequado;
– Acredita ser inferior aos demais, sem atractivos;
– Reluta sem assumir riscos ou fazer coisas novas
OBSSESSIVO-COMPULSIVO:
– Preocupa-se muito com regras, organização e horários;
– Apresenta perfecionismo e teimosia;
– Tende a preferir o trabalho ao lazer;
– É inflexível e escrupuloso em relação à moral e à ética;
– Não gosta de descartar objetos usados, mesmo quando inúteis;
– Reluta em delegar tarefas ou trabalhar em equipa;
– Tem preocupação exagerada em poupar
OBS: Para que determinados traços de personalidade tipifiquem uma perturbação, é preciso que a pessoa apresente comportamentos prejudiciais repetidamente (ou seja, não apenas numa fase) desde o fim da adolescência ou o início da vida adulta. É nessa fase que tais distúrbios costumam aparecer.
A melhor forma de nos protegermos dos "psicopatas do quotidiano" e nos pouparmos de sofrimento nas nossas relações interpessoais é identificarmos os nossos próprios limites.
Não há como mudarmos os outros! Então, o que podemos fazer para melhorar o convívio é conhecermo-nos a nós próprios. Quando nos relacionamos bem com o nosso "eu", ficamos menos vulneráveis a ser manipulados.
Existe tratamento para estas perturbações, mas só é eficaz se a pessoa admitir o problema. Geralmente procuram ajuda apenas se houver distúrbios associados, como depressão e ansiedade.