Psicóloga Karen Ferreira

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Psicóloga Karen Ferreira Terapia individual, com base na teoria psicanalítica. Entre em contato e agende uma consulta.

Atendimento de crianças, adolescentes e adultos, de segunda a sexta, das 8h às 19h e de sábado das 8h às 13h.

Discussão dos aspectos ideológicos da formação de PsicanalistaOrganização: Departamento Formação em Psicanálise  *Evento...
15/09/2026

Discussão dos aspectos ideológicos da formação de Psicanalista

Organização: Departamento Formação em Psicanálise 

*Evento *: Online e gratuito

Data:  18 de setembro de 2026

Horário: 15h às 17h

Objetivo: O objetivo desta mesa redonda é discutir os aspectos ideológicos implícitos e explícitos da formação do Psicanalista envolvendo questões de gênero, raciais e de classe sociais, conduzindo muitas vezes o curso a um aspecto hiper clínico concomitante a um demérito na abordagem da complexidade social e cultural vigentes apontando para um contrassenso da metapsicologia desde a sua origem como análise progressista dos valores sociais de seu tempo.

Palestrantes:

Nabil Sleiman Almeida Ali — Doutor em Psicologia Social pela USP e analista formado pelo Instituto Sedes Sapientiae.

Karen Danielle Magri Ferreira Razera — Doutora em Psicologia Social pela USP e analista formada pelo CEP.

Maria Luiza Scrosoppi Persicano — Doutora em Psicologia Clínica pela USP, psicanalista, professora e supervisora do Curso de Formação em Psicanálise do Departamento Formação em Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae.

Marta Cerruti — Doutora em Psicologia Clínica pela USP, psicanalista, professora e supervisora do Curso de Formação em Psicanálise do Departamento Formação em Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae.

Você pode acessar a videochamada com o seguinte endereço em seu navegador de internet:

https://meet.google.com/kjq-dhiu-sjn

Na Semana da Psicologia do Centro Universitário São Camilo, realizada em 28 de agosto, participei da mesa “Gêneros e sex...
15/09/2026

Na Semana da Psicologia do Centro Universitário São Camilo, realizada em 28 de agosto, participei da mesa “Gêneros e sexualidades: educação e formação do sujeito”, com meu querido amigo Rodrigo Leite. Em minha fala, propus uma reflexão sobre como aquilo que entendemos por gênero e sexualidade não pode ser separado das condições históricas, sociais e políticas em que nos constituímos. As formas de compreender e regular os corpos e a sexualidade se transformam ao longo da história e estão atravessadas por relações de poder. Aquilo que é apresentado como “natural” ou “normal” encobre discursos que produzem hierarquias, exclusões e modos específicos de subjetivação.
Também discutimos o preconceito não apenas como uma questão individual, mas como um fenômeno de raízes sociais que encontra expressão nos sujeitos. A rigidez de pensamento, a necessidade de categorizar o outro e a dificuldade de conviver com a diferença podem funcionar como formas de proteção de identidades frágeis e ameaçadas. Se o ódio e a projeção marcam a dinâmica do preconceito, pensar a formação dos sujeitos implica também perguntar quais experiências podem favorecer pessoas mais críticas, seguras e capazes de reconhecer a diversidade humana.
Por fim, a discussão se voltou à própria Psicologia e à Psicanálise: até que ponto nossas teorias e práticas também reproduzem uma perspectiva cisnormativa sob a aparência de neutralidade? Mais do que criar uma “clínica de gêneros e sexualidades”, talvez seja necessário interrogar os preconceitos de quem escuta e sustentar uma clínica que não determine previamente quem o sujeito deve ser. Se a análise pode produzir alguma subversão, ela acontece justamente ao possibilitar que o sujeito interrogue as identificações, crenças e discursos que o constituíram e encontre, na singularidade de seu desejo, outras formas possíveis de existir.

Hoje foi dia de acompanhar a defesa do TCC da .tavvares que tive a felicidade de orientar. O camarada  nos ajudou com o ...
18/05/2026

Hoje foi dia de acompanhar a defesa do TCC da .tavvares que tive a felicidade de orientar. O camarada nos ajudou com o parecer do trabalho escrito.
O trabalho intitulado "Quando conto minha história: o papel da psicanálise e da escuta psicanalítica nas medidas socioeducativas" foi aprovado, elogiado e, em breve, será publicado rs.
Parabéns, Gabi e obrigada por me convidar a participar desse momento. ❤️

Este ano estou ainda mais envolvida com as atividades do Centro de Estudos Psicanalíticos (CEP)  :- Na coordenação da co...
11/03/2026

Este ano estou ainda mais envolvida com as atividades do Centro de Estudos Psicanalíticos (CEP) :
- Na coordenação da comissão de Psicanálise, Gêneros e Sexualidades do Observatório da rede de atendimento do CEP, juntamente com minhas queridas colegas Gabriela Cordaro e Fran Rocha . A participação é gratuita para alunos do CEP e psicanalistas da Rede de atendimento.
- Participando do debate "Escutando o TDAH e TAG: um lugar crítico frente aos diagnósticos", com Danilo Marmo e Arnaldo Dominguez . A proposta é discutir uma perspectiva crítica sobre a patologização da vida e responsabilização dos sujeitos em sintomas decorrentes de uma sociedade desigual e adoecedora. O evento será online e gratuito, dia 09/10 (já salvem na agenda rs)
- E como parte da equipe docente do curso de Formação em Psicanálise. ❤️

Festa da firma 2025, na temática de nações.Atualizada a foto com o Padre Anísio.Muita diversão com pessoas tão queridas ...
23/12/2025

Festa da firma 2025, na temática de nações.
Atualizada a foto com o Padre Anísio.
Muita diversão com pessoas tão queridas que essa instituição me permitiu conhecer.
Já me sinto pronta para a festa de 2026. ❤️

Hoje foi a apresentação de TCC da Beatriz e Paola, com o trabalho "Autoritarismo velado: limitações no processo de indiv...
18/11/2025

Hoje foi a apresentação de TCC da Beatriz e Paola, com o trabalho "Autoritarismo velado: limitações no processo de individuação de crianças por suas famílias".
Esse foi o primeiro trabalho de conclusão de curso que orientei na São Camilo e fiquei muito feliz de ver o percurso que desenvolveram, resultando em um trabalho crítico e relevante para a Psicologia e sociedade.
Parabéns. 🥰

Lançamento Ecos do Divã vol.2 parte 2 rs. ❤️
03/11/2025

Lançamento Ecos do Divã vol.2 parte 2 rs. ❤️

Lançamento do livro Ecos do Divã vol.2E que alegria estar com pessoas tão queridas ❤️Obrigada por tudo.
02/11/2025

Lançamento do livro Ecos do Divã vol.2
E que alegria estar com pessoas tão queridas ❤️
Obrigada por tudo.

Lançamento do livro Ecos do Divã vol. 2. É sábado, dia 1/11, das 15h às 18h, na editora Zagodoni.Livro organizado por  e...
27/10/2025

Lançamento do livro Ecos do Divã vol. 2.
É sábado, dia 1/11, das 15h às 18h, na editora Zagodoni.
Livro organizado por e que pude contribuir com o capítulo "Homens que odeiam demais: o ódio como a marca de dominação sobre as mulheres na psicanálise".

Dia 1º de novembro, às 15h, será o lançamento do livro Ecos do divã 2, organizado pelo  , na editora Zagodoni.Nesse livr...
06/10/2025

Dia 1º de novembro, às 15h, será o lançamento do livro Ecos do divã 2, organizado pelo , na editora Zagodoni.
Nesse livro, contribuo com o capítulo intitulado “Homens que odeiam demais: o ódio como a marca de dominação sobre as mulheres na psicanálise”. O texto apresenta quatro diferentes formas de ódio que vivi por ser mulher em diferentes lugares da psicanálise: primeira, como analisante; segunda, em minha formação teórica; terceira, em minha supervisão; quarta, como analista. É triste reconhecer que são situações pontuais e que não representam totalmente nem verdadeiramente cada lugar, pois não tive coragem de expor algumas situações. Depois, e enfrentando alguma dificuldade em dar continuidade ao texto, apresento algumas relações conceituais que gostaria de ressaltar em um espaço de potencial reflexão com outros psicanalistas, do ponto de vista teórico, sobre a construção do ódio contra a mulher. Ressalto especialmente que “embora existam elementos individuais no preconceito, a questão se complica se a psicanálise vier a validar discursos hegemônicos. Como questionar ou contrapor-se a isso? A psicanálise opera como um instrumento em uma sociedade intrinsecamente contraditória”, assim, pode reproduzir violências ou pode ser instrumento de potência frente a elas.
Quero mencionar ainda que esse foi um dos textos com que tive mais dificuldade para escrever, pois falo em primeira pessoa, cito situações que vivi e tive medo de sofrer do mesmo mal que me motivou a escrevê-lo. Assim, aproveito o post para agradecer às minhas amigas e aos meus amigos que leram o texto e me incentivaram a publicá-lo, pois muitas vezes considerei não fazê-lo: Larissa, Marli, Andrea, Juliana, Cilene, Edmilson, Danilo.
RAZERA, Karen D. M. F. Homens que odeiam demais: o ódio como a marca de dominação sobre as mulheres na psicanálise. In: MARMO, Danilo (org.). Ecos do Divã: experiências clínica e reflexões teóricas na psicanálise. Vol. 2. 1 ed. São Paulo: Zagodoni, 2025.

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