Dra. Renata Brondi

Dra. Renata Brondi Mastologista pela Santa Casa de São Paulo e Membro Titular da Sociedade Brasileira de Mastologia.

05/06/2026

O câncer de mama transforma vidas. Mas existe uma parte dessa jornada que muitas mulheres enfrentam em silêncio: as mudanças na sexualidade após o tratamento.

Dor durante a relação, ressecamento vaginal, redução da libido, insegurança com o próprio corpo, medo, ansiedade e dificuldades emocionais são desafios mais comuns do que se imagina — e nenhum deles deve ser motivo de vergonha.

A boa notícia é que você não precisa enfrentar tudo isso sozinha. Existem formas de acolher, compreender e tratar essas alterações para que a mulher possa recuperar sua autoestima, sua qualidade de vida e sua intimidade.

Assista ao vídeo completo e entenda por que falar abertamente sobre sexualidade após o câncer de mama também faz parte do tratamento.

Dra. Renata Brondi
Mastologia & Oncoplastia
CRM-SP 134665 | RQE 49299

26/05/2026

Num cenário onde a desinformação cresce mais rápido do que a ciência, levar informação séria à população é também uma forma de cuidado.

Parabéns ao Dr. Daniel Buttros pela participação no Jornal Hoje, esclarecendo mitos e verdades sobre o câncer de mama. Nós, mastologistas, temos o compromisso de combater o medo, a confusão e as fake news com aquilo que realmente salva vidas: informação de qualidade.

Obrigada, Daniel.

Dra. Renata Brondi
Médica Mastologista & Oncoplasta
CRM-SP 134665 | RQE 49299

Estivemos presentes, nos últimos dias, em um evento lindo da AMB (associação médica brasileira) na Sala São Paulo. Uma f...
07/05/2026

Estivemos presentes, nos últimos dias, em um evento lindo da AMB (associação médica brasileira) na Sala São Paulo. Uma família de médicos que vive esse mundo e que respira medicina em todas as suas faces.

Parabéns à organização, tudo excelente. Nesses eventos podemos sempre encontrar colegas, discutir casos, falar sobre nossa rotina em consultórios, hospitais e, claro, o foco sempre nos nossos pacientes.

Que venham mais oportunidades de trocas importantes.

Dra. Renata Brondi.

Ser mulher é cuidar de muitos papéis ao mesmo tempo.É ser forte, sensível, determinada e, muitas vezes, colocar todos ao...
08/03/2026

Ser mulher é cuidar de muitos papéis ao mesmo tempo.
É ser forte, sensível, determinada e, muitas vezes, colocar todos ao redor em primeiro lugar.

Mas neste dia — e em todos os outros — vale lembrar algo essencial:
cuidar de si também é um ato de amor.

Como mastologista, acompanho de perto histórias de coragem, superação e autocuidado. Mulheres que, ao olharem para a própria saúde com mais atenção, dão um passo importante para viver com mais tranquilidade, confiança e qualidade de vida.

Cuidar da mama é cuidar da mulher como um todo.
Do corpo, da autoestima e da vida.

Que neste Dia da Mulher possamos lembrar da importância de olhar para nós mesmas com carinho, respeito e atenção.

Feliz Dia da Mulher!

Dra. Renata Brondi

Quando uma mulher recebe o diagnóstico de câncer de mama, uma das perguntas que mais surgem é: “Dá para manter o mamilo?...
06/03/2026

Quando uma mulher recebe o diagnóstico de câncer de mama, uma das perguntas que mais surgem é: “Dá para manter o mamilo?”. Em alguns casos, sim. Dependendo da localização do tumor, do tamanho da lesão e da relação dela com a aréola e o mamilo, é possível realizar a chamada mastectomia com preservação do complexo aréolo-papilar. Isso permite que a mulher se reconheça no espelho com mais facilidade e pode ter um impacto importante na autoestima durante o processo de reconstrução.

Mas existem situações em que preservar o mamilo não é seguro do ponto de vista oncológico. Quando há risco de comprometimento da região, a prioridade absoluta é retirar completamente o tecido que pode conter células tumorais. E isso não é uma derrota — é uma escolha médica responsável, feita para proteger a vida e o futuro da paciente.

A boa notícia é que hoje existem formas muito cuidadosas de reconstrução do mamilo. Após a reconstrução da mama, é possível reconstruir o mamilo com pequenos retalhos de pele da própria mama reconstruída, criando projeção e volume. Depois disso, entra um recurso muito importante: a micropigmentação médica.

Essa técnica funciona como uma tatuagem altamente especializada, feita por profissionais treinados, que recriam a aréola com pigmentos específicos e técnicas de sombreamento. O resultado pode reproduzir cor, textura e profundidade, criando uma aparência extremamente natural — muitas vezes difícil de distinguir à primeira vista.

É um processo que envolve planejamento, conversa e sensibilidade. Falamos sobre posição, tamanho da aréola, tonalidade da pele e simetria, sempre respeitando a história e o corpo de cada mulher.

O mais importante é entender que existem caminhos estéticos e emocionais possíveis em qualquer cenário. Preservar o mamilo quando é seguro é uma ótima possibilidade. Reconstruí-lo quando necessário também pode trazer resultados muito bonitos e significativos.

Porque o tratamento do câncer de mama não é apenas retirar uma doença.
É também cuidar da identidade, da autoestima e da forma como essa mulher vai se enxergar depois de tudo isso.

Dra. Renata Brondi
Médica Mastologista & Oncoplastia
CRM-SP 134665 | RQE 49299

Pouca gente sabe, mas a reconstrução mamária não é apenas uma possibilidade — ela é um direito previsto em lei no Brasil...
27/02/2026

Pouca gente sabe, mas a reconstrução mamária não é apenas uma possibilidade — ela é um direito previsto em lei no Brasil.

Desde a Lei nº 9.797/1999, o país estabelece a obrigatoriedade da cirurgia plástica reparadora da mama pela rede pública nos casos de mutilação decorrente do tratamento do câncer .
Depois, a Lei nº 12.802/2013 complementou essa garantia e foi ainda mais clara:

“Quando existirem condições técnicas, a reconstrução será efetuada no mesmo tempo cirúrgico.”

E se naquele momento não for possível, a própria lei determina que a paciente seja acompanhada e tenha a cirurgia garantida assim que estiver clinicamente apta .

Isso vale para o SUS e também para os planos de saúde, que são obrigados a oferecer cobertura para a reconstrução após a mastectomia . Ou seja: não é um favor institucional e nem algo “estético” — faz parte do tratamento oncológico e da reabilitação da mulher.

Na prática, o caminho costuma funcionar melhor quando é organizado:
leve seus laudos, solicite o encaminhamento médico, formalize o pedido por escrito e guarde o protocolo. Se houver negativa, peça a justificativa — muitas vezes é apenas questão documental ou avaliação técnica complementar.

E um ponto importante: o atendimento particular também é absolutamente válido. Muitas pacientes optam por realizar acompanhamento e orientação com mastologista de confiança fora da rede credenciada, e isso não impede o exercício do direito nem invalida o tratamento. Pelo contrário — nós, mastologistas, frequentemente ajudamos a orientar como estruturar a documentação, conversar com a rede de atendimento e evitar desgaste desnecessário nesse processo.

A reconstrução não é sobre estética.
É sobre recuperação física, emocional e dignidade — e você não precisa descobrir tudo isso sozinha.

Dra. Renata Brondi
Médica Mastologista & Oncoplastia
CRM-SP 134665 | RQE 49299

25/02/2026

Sabe aquele “voluminho” que aparece perto da axila quando você coloca uma regata ou um vestido mais aberto… e piora perto da menstruação, na gravidez ou na amamentação?

Muita gente acha que é só gordura.
Mas, em várias mulheres, isso tem nome: mama acessória.

Ela não é um erro do corpo.
É um restinho do desenvolvimento embrionário da mama — afinal, somos mamíferos — e por isso esse tecido pode responder aos hormônios, inchar, ficar sensível e incomodar em alguns períodos.

👉 O mais importante: geralmente não é doença.
Na maioria das vezes não precisa de tratamento, apenas avaliação adequada.

Quando incomoda muito estética ou fisicamente, existe a possibilidade de retirada cirúrgica — mas a indicação sempre é individualizada.

Assista pra entender.

Dra. Renata Brondi
Médica Mastologista & Oncoplastia
CRM-SP 134665 | RQE 49299

13/02/2026

Quando falamos sobre reconstrução mamária com implante após uma mastectomia, uma das dúvidas mais frequentes é: “Doutora, como você decide o volume que será colocado?”

Essa escolha não é feita de forma aleatória — e também não é apenas uma questão de preferência. Existe técnica, medida e individualização em cada caso.

Nos casos de adenomastectomia, em que preservamos a pele e a aréola e retiramos o tecido mamário, um dos passos importantes no intraoperatório é pesar a mama retirada. Esse dado nos ajuda como referência inicial.

Mas o ponto principal é a base da mama.

Mais do que pensar apenas em volume (em ml), avaliamos a largura da base mamária. É essa medida que guia a escolha do implante com a base mais compatível com o corpo da paciente. Quando respeitamos essa proporção, conseguimos um resultado mais harmônico, seguro e próximo do ideal para cada mulher.

Cada corpo tem uma anatomia única. Por isso, a decisão é sempre personalizada, pensada para equilibrar técnica, estética e segurança.

Reconstrução não é apenas sobre tamanho. É sobre proporção, planejamento e cuidado.

Cuidar hoje é construir autoestima para o amanhã.

Dra. Renata Brondi
Médica Mastologista & Oncoplastia
CRM-SP 134665 | RQE 49299

05/02/2026

A mastologia é mais do que uma especialidade.
É compromisso diário com a saúde, a prevenção e o cuidado feminino.

A mamografia não é apenas um exame.
Ela representa atenção, responsabilidade e a oportunidade de agir no tempo certo.

Cuidar da saúde da mulher é entender que cada corpo carrega uma história,
uma rotina, vínculos e individualidades que precisam ser respeitadas.

Hoje, reforço meu compromisso com a prevenção,
com o diagnóstico precoce
e com uma medicina que enxerga a pessoa por inteiro.

Prevenir é um ato de cuidado.
Acompanhar é transformar histórias.

💜 05 de fevereiro | Dia da Mastologista e da Mamografia

Dra. Renata Brondi

Como mastologista, meu cuidado começa pelas mamas.Mas a luta contra o câncer precisa ir além de um órgão, de uma especia...
04/02/2026

Como mastologista, meu cuidado começa pelas mamas.
Mas a luta contra o câncer precisa ir além de um órgão, de uma especialidade ou de um diagnóstico isolado.

O câncer não é uma doença fragmentada.
Ele impacta o corpo, a mente, a rotina, os vínculos e a história de cada paciente.

Combater o câncer é falar de prevenção, diagnóstico precoce, tratamento adequado — e, acima de tudo, de cuidado integral com a pessoa.

Hoje, reforço meu compromisso não apenas com a saúde das mamas, mas com uma medicina que enxerga o ser humano por completo.

Informação salva. Prevenção protege. Acompanhamento muda histórias.

💜 4 de fevereiro | Dia Mundial de Combate ao Câncer

Dra. Renata Brondi

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R. Drive Bacelar, 173 5° Andar Vila Clementino
São Paulo, SP
04026000

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