Dr. Bruno Nascimento

Dr. Bruno Nascimento Urologista, Medicina Sexual e Andrologia.

📰 Seguindo na missão de conscientização e educação, hoje compartilho em colaboração com o jornal Diário do Grande ABC ( ...
03/06/2026

📰 Seguindo na missão de conscientização e educação, hoje compartilho em colaboração com o jornal Diário do Grande ABC ( ) um artigo publicado que traz uma reflexão importante sobre um tema cada vez mais presente nas redes sociais, nas academias e nos consultórios.

O conteúdo do editorial está disponível na integra por aqui! E claro, no site e nas paginas impressas do Diário, jornal com mais de 20 mil edições publicadas ao longo de sua história!

Quero aqui agradecer e ressaltar o espaço que a mídia tradicional abre para discussões baseadas em ciência, com reflexão e responsabilidade.

Por isso, sigo acreditando no papel fundamental da boa imprensa na promoção de debates qualificados sobre temas que impactam diretamente a vida das pessoas.

E confesso: para quem cresceu vendo o jornal chegar à mesa de casa todas as manhãs, ainda existe algo especial em ver ideias ganhando vida em páginas impressas.

Meu agradecimento ao pelo espaço, pela confiança e pela oportunidade de contribuir com essa discussão.

Que estas informações cheguem a quem precisa delas! E que possam enriquecer conversas, reflexões e debates - nos consultórios, nos grupos de amigos e nas mesas de jantar espalhadas pelo nosso país

Seguimos. 🙏💪

01/06/2026

🎙️ Aproveito para compartilhar e divulgar Um trecho da minha participação recente no UroTalks, podcast da Sociedade Brasileira de Urologia, em um capítulo dedicado ao abuso de testosterona.

O risco do abuso de testosterona já está claro! Risco de dependência física e psíquica, hipertrofia do miocárdio com morte súbita, aceleração da aterosclerose (doença que leva ao infarto e derrame), sequelas como hipogonadismo e infertilidade, dentre outros.

O trecho compartilhado traz apenas uma pequena parte de uma discussão muito mais ampla, que abordou os desafios relacionados ao cenário atual de banalização do abuso.

Aproveito para parabenizar a Sociedade Brasileira de Urologia pela iniciativa. Ao longo dos anos, o UroTalks se consolidou como uma importante ferramenta de atualização e educação continuada, levando conteúdo de qualidade para urologistas de todo o país, além de estimular discussões relevantes para a prática médica cotidiana.

Meu agradecimento pelo convite e pela parceria neste capítulo ao , .adrianofregonesi - foi um grande prazer!

A entrevista completa está disponível nas plataformas Spotify e Yoytube. 🎧

Seguimos. 🙏💪

31/05/2026

🎙️ Aproveito para compartilhar e divulgar Um trecho da minha participação recente no UroTalks, podcast da Sociedade Brasileira de Urologia, em um capítulo dedicado ai abuso de testosterona.

O trecho compartilhado traz apenas uma pequena parte de uma discussão muito mais ampla, que abordou os desafios relacionados ao cenário atual de banalização do abuso. 

Aproveito para parabenizar a Sociedade Brasileira de Urologia pela iniciativa. Ao longo dos anos, o UroTalks se consolidou como uma importante ferramenta de atualização e educação continuada, levando conteúdo de qualidade para urologistas de todo o país, além de estimular discussões relevantes para a prática médica nos de de hoje.

Meu agradecimento pelo convite e pela parceria ao , .adrianofregonesi - foi um grande prazer!

A entrevista completa está disponível nas plataformas Spotify e Yoytube. 🎧

Seguimos. 🙏💪

26/05/2026

Neste final de semana participei da gravação do UroTalks - podcast da Sociedade Brasileira de Urologia ( e ) para conversar sobre uso abusivo de testosterona.

No mesmo dia recebemos a notícia que impactou muita gente: a morte de um atleta de fisiculturismo de apenas 22 anos.

Dentre os vídeos que recebi, me impressionou um em que o próprio jovem relatava o medo de fazer exames.
Ele comentava sobre medo de descobrir problemas de saúde que o obrigassem a interromper o uso hormonal, talvez por saber que vivia na corda bamba entre performance e risco.

F**a a reflexão sobre os extremos que muitas pessoas vêm enfrentando em busca de um físico ou uma performance “perfeitos”.

Muitos homens experimentam e gostam da sensação de uma testosterona de 3000 ng/dl e não conseguem interromper o uso...

Em alguns casos, o corpo e a performance desejados passam a ser uma prisão.

Nem tudo que parece saudável — inclusive um corpo muito musculoso ou uma sensação de bem-estar — é saúde.

É importante que possamos abrir um diálogo para abordar os riscos e sequelas do abuso de testosterona.

Com todo e o mais absoluto respeito ao momento, meus sentimentos à família, amigos e todos os que conviviam com ele. 🙏

20/05/2026

“Qual é o valor ideal de testosterona durante a reposição?”

A resposta mais honesta — e correta — quase sempre começa com: depende. 😅

Depende da medicação utilizada.
Da via de administração.
Do tempo de uso.
E, principalmente, DO MOMENTO em que o exame foi coletado em relação à última aplicação.

Algumas medicações, especialmente as intramusculares, apresentam picos mais elevados logo após a aplicação. Valores eventualmente acima de 1000 ng/dL podem ser atingidos sem necessariamente significar um problema — afinal, trata-se de um pico transitório.

Em outros momentos, entre as doses, buscamos valores intermediários. Já na véspera de uma nova aplicação, níveis mais baixos (300–400 ng/dL) são absolutamente desejáveis.

Ou seja: interpretar um exame hormonal sem conhecer a droga utilizada, sua farmacocinética e o momento da coleta pode levar a conclusões completamente equivocadas.

E isso importa muito!

Não é raro encontrar pacientes “tranquilos” porque o exame mostrou um valor normal… quando, na verdade, aquela coleta foi realizada no vale da medicação, mascarando exposições repetidas a níveis suprafisiológicos.

Por isso, mais importante do que olhar apenas o número, é entender o contexto clínico e o padrão da reposição em questão.

Esse foi um dos trechos da conversa que tivemos no podcast do canal .ajuda, criado por colegas da USP, em um episódio dedicado ao tema testosterona com , .fabioortega e .

🙏 Obrigado pelo convite e pela discussão acessível aos pacientes.

A entrevista completa está disponível no YouTube. 📺

MedicinaBaseadaEmEvidência

Seguimos. 💪🙏

18/05/2026

Reposição hormonal após apenas UMA medida de testosterona no exame de sangue? Cuidado. ⚠️

O tema “testosterona” é, sim, complexo. Mas esse conceito é simples — e consensual entre as principais associações médicas.

O diagnóstico correto de deficiência hormonal NÃO deve ser feito com pressa.

Sintomas, horário da coleta, variações hormonais, doenças associadas, medicações, estilo de vida… tudo isso importa.

Uma única medida isolada NUNCA conta a história inteira.

Cada vez mais percebo como os pacientes precisam entender minimamente os assuntos relacionados à própria saúde.

Isso inclusive protege contra avaliações apressadas, condutas pouco cuidadosas e decisões tomadas mais por metas comerciais do que por medicina baseada em evidência.

F**a o alerta. 🙏

Você conhece alguém que iniciou reposição de forma inadequada?

Ou, colegas médicos: já atenderam pacientes que chegaram precisando reorganizar um tratamento mal indicado? Comentem aqui 👇

Seguimos. 🙏💪

📰 Neste início de ano, tive a oportunidade de contribuir com o Diário do Grande ABC em uma série de entrevistas e materi...
04/02/2026

📰 Neste início de ano, tive a oportunidade de contribuir com o Diário do Grande ABC em uma série de entrevistas e materiais sobre saúde masculina, prevenção e qualidade de vida.

Participar de reportagens assim é sempre especial. Mas ver o conteúdo ganhando espaço também no jornal impresso, com direito a capa, despertou em mim um sentimento ainda mais forte.

Fui criado em uma casa onde o jornal estava sempre à mesa — e talvez por isso, até hoje, essa versão “analógica” da notícia traga um simbolismo tão marcante.

Na entrevista, conversamos sobre os cuidados e reabilitação após o câncer de próstata, os efeitos da queda da testosterona, a relação com o bem-estar físico e emocional, e a importância de buscar orientação confiável.

São temas cada vez mais presentes — nas redes, nas rodas de conversa, nas academias, e, felizmente, também nos consultórios.

Agradeço à equipe do Diário pelo convite, pelo espaço e pela condução respeitosa do tema.

Seguimos! Com ciência, escuta e responsabilidade.🙏💪

Divulgo por aqui o capítulo publicado na série Urologia Essencial, intitulado: “Qual a legislação atual a respeito de im...
26/11/2025

Divulgo por aqui o capítulo publicado na série Urologia Essencial, intitulado: “Qual a legislação atual a respeito de implantes de testosterona no Brasil?”, escrito em coautoria com e .

O tema é espinhoso e mobiliza emoções fortes entre profissionais pró e contra o uso de implantes. Ainda assim, precisamos nos afastar de convicções pessoais para realizar uma análise técnica sobre o assunto.

Seguem duas mensagens rápidas, claras e acessíveis a todos que tratamos no capítulo:

→ Independentemente da via de administração (implantes, injetáveis ou qualquer outra), a testosterona não deve ser utilizada para fins estéticos ou de performance. A Resolução CFM nº 1.999/2012 e, mais recentemente, a Resolução CFM nº 2.333/2023 proíbem estritamente essa prática.

→ A manipulação e a prescrição de implantes de testosterona seguem regras e regulamentações rígidas, incluindo a necessidade de registro da empresa fabricante na ANVISA nos Grupos III e IV (hormônios e produtos estéreis), além de receita de controle especial com retenção.

Embora os pellets sejam utilizados há décadas nos EUA, ainda precisamos de mais estudos nacionais para compreender melhor o comportamento dos produtos disponíveis no Brasil.

A discussão sobre implantes hormonais precisa envolver ciência, legislação e segurança do paciente!

E vale reforçar: o abuso de testosterona NÃO é seguro, nem do ponto de vista físico, nem do ponto de vista psíquico.

Fico feliz em contribuir para esse debate!

Hipogonadismo SaúdeDoHomem

Endereço

São Paulo, SP
01451000

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