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Eu jessica lobo Vamos juntos reconstruir vidas.

💛 SETEMBRO AMARELO | Falar é cuidar. Ouvir é salvar.Nem sempre quem está sofrendo consegue pedir ajuda. Às vezes, a dor ...
01/09/2026

💛 SETEMBRO AMARELO | Falar é cuidar. Ouvir é salvar.

Nem sempre quem está sofrendo consegue pedir ajuda. Às vezes, a dor aparece no silêncio, no isolamento, na mudança de comportamento ou naquele “está tudo bem” que, na verdade, esconde muita coisa.

Neste Setembro Amarelo, a ONG Ângela Maria reforça uma mensagem que precisa ser lembrada todos os dias: ninguém deveria enfrentar sua dor sozinho.

Precisamos falar sobre saúde emocional, sobre dependência, sobre perdas e, principalmente, sobre prevenção ao suicídio.

Se você está passando por um momento difícil, procure ajuda.
Se perceber que alguém não está bem, esteja presente. Escute sem julgamentos. Acolha. Incentive a busca por ajuda profissional.

💛 Uma conversa pode parecer pequena, mas para alguém que está sofrendo, ela pode signif**ar tudo.

A ONG Ângela Maria apoia o Setembro Amarelo e continua trabalhando para acolher, amparar e transformar histórias.

Toda vida importa. Toda história merece uma nova chance. 💛

A parceria entre Virgínia Fonseca e Blaze chegou ao fim. O comunicado foi publicado e o ciclo comercial foi encerrado.Se...
21/08/2026

A parceria entre Virgínia Fonseca e Blaze chegou ao fim. O comunicado foi publicado e o ciclo comercial foi encerrado.

Segundo os documentos divulgados, R$ 2,77 milhões foram pagos pela Blaze à VF Digital durante o período analisado.

Mas f**a uma pergunta que não pode ser ignorada:

A parceria acabou, mas esses R$ 2,77 milhões serão utilizados de alguma forma para ajudar as pessoas que foram influenciadas a entrar na plataforma através da publicidade feita por Virgínia?

Porque para quem divulgou, o contrato pode terminar com um comunicado.

Mas para quem perdeu dinheiro, acumulou dívidas ou desenvolveu dependência, a história não termina quando a publicidade acaba.

Quem ficou com o prejuízo recebe apoio de quem?
Quem vai ajudar essas pessoas a se reconstruírem?

Essa é a pergunta que precisa ser feita.

Depois da publicidade, f**am as pessoasO que mais me causa indignação nessa história é perceber como pode ser simples en...
21/08/2026

Depois da publicidade, f**am as pessoas

O que mais me causa indignação nessa história é perceber como pode ser simples encerrar uma parceria comercial quando, para quem está do outro lado, as consequências podem durar anos.

A parceria termina. O contrato acaba. Uma multa pode ser paga. Um comunicado é publicado. E a vida segue.

Mas e quem entrou nessa plataforma por causa da influência de alguém?

Quem perdeu dinheiro?

Quem contraiu dívidas?

Quem desenvolveu uma relação de dependência com o jogo?

Quem perdeu a paz dentro de casa?

Quem está tentando reconstruir a própria vida depois de acreditar que aquilo era apenas entretenimento?

É muito fácil dizer que a parceria terminou. Difícil é olhar para as pessoas que f**aram para trás.

Porque uma campanha publicitária pode durar alguns segundos na internet, mas as consequências de uma aposta podem permanecer por meses, anos ou até destruir uma família inteira.

E é justamente isso que precisa ser discutido.

Não estou falando apenas sobre Virgínia. Estou falando sobre todos os influenciadores que transformam plataformas de apostas em publicidade, entretenimento e promessa de oportunidade, alcançando milhões de pessoas.

Quando a parceria termina, quem acolhe aqueles que foram impactados?

Onde essas pessoas procuram ajuda?

Quem orienta uma família endividada?

Quem acompanha alguém que desenvolveu dependência?

Quem ajuda uma pessoa a reconstruir a própria vida?

Porque não basta sair de cena.

Se existe responsabilidade para promover, também precisamos discutir responsabilidade sobre as consequências daquilo que foi promovido.

A pergunta que f**a é simples:

Para quem lucrou com a publicidade, a história pode terminar hoje. Mas para quem acreditou nela, quando essa história termina?

E quem vai estar ao lado dessas pessoas quando as câmeras forem embora?

Depois da publicidade, f**am as pessoasO que mais me causa indignação nessa história é perceber como pode ser simples en...
21/08/2026

Depois da publicidade, f**am as pessoas

O que mais me causa indignação nessa história é perceber como pode ser simples encerrar uma parceria comercial quando, para quem está do outro lado, as consequências podem durar anos.

A parceria termina. O contrato acaba. Uma multa pode ser paga. Um comunicado é publicado. E a vida segue.

Mas e quem entrou nessa plataforma por causa da influência de alguém?

Quem perdeu dinheiro?

Quem contraiu dívidas?

Quem desenvolveu uma relação de dependência com o jogo?

Quem perdeu a paz dentro de casa?

Quem está tentando reconstruir a própria vida depois de acreditar que aquilo era apenas entretenimento?

É muito fácil dizer que a parceria terminou. Difícil é olhar para as pessoas que f**aram para trás.

Porque uma campanha publicitária pode durar alguns segundos na internet, mas as consequências de uma aposta podem permanecer por meses, anos ou até destruir uma família inteira.

E é justamente isso que precisa ser discutido.

Não estou falando apenas sobre Virgínia. Estou falando sobre todos os influenciadores que transformam plataformas de apostas em publicidade, entretenimento e promessa de oportunidade, alcançando milhões de pessoas.

Quando a parceria termina, quem acolhe aqueles que foram impactados?

Onde essas pessoas procuram ajuda?

Quem orienta uma família endividada?

Quem acompanha alguém que desenvolveu dependência?

Quem ajuda uma pessoa a reconstruir a própria vida?

Porque não basta sair de cena.
Se existe responsabilidade para promover, também precisamos discutir responsabilidade sobre as consequências daquilo que foi promovido.

A pergunta que f**a é simples:
Para quem lucrou com a publicidade, a história pode terminar hoje. Mas para quem acreditou nela, quando essa história termina?

E quem vai estar ao lado dessas pessoas quando as câmeras forem embora?

17/08/2026

É triste e infelizmente é a realidade do nosso Brasil.

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), sugeriu que as bets podem ser classif**adas como contravenção...
07/08/2026

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), sugeriu que as bets podem ser classif**adas como contravenção penal, assim como ocorre com o jogo do bicho, cassinos e bingos. O magistrado pediu vista, ou seja, mais tempo para analisar o caso e interrompeu o julgamento sobre jogos de azar em locais físicos.
Apesar de estar julgando a proibição dos jogos de azar, existem ações protocoladas na Corte, com análise prevista para setembro, que tratam das bets, ou seja, apostas esportivas on-line. O Supremo vai analisar a Lei das Bets, que legalizou as apostas por meio da internet. Dino destacou que o pedido de vista é para que o Tribunal tenha a oportunidade de julgar todas as ações em conjunto.
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Após quase três anos estudando para conseguir realizar o sonho de ir para a faculdade, começar o curso de Psicologia est...
06/08/2026

Após quase três anos estudando para conseguir realizar o sonho de ir para a faculdade, começar o curso de Psicologia estava finalmente a poucos passos para Eduardo Luvizetto dos Santos.
Com sua nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) do ano passado, foi pré-selecionado pelo Programa Universidade para Todos (Prouni) e poderia estudar com bolsa integral em uma unidade da UNIP, em São Paulo.
E tudo parecia encaminhado. Ele atendia a todos os requisitos educacionais exigidos pelo programa, além de ter renda mensal familiar de até 1,5 salário mínimo por pessoa.
Mas, para sua surpresa, a bolsa foi negada. A justif**ativa foi que a renda superava o aceito pelo Prouni, algo que viria de movimentações financeiras recorrentes envolvendo um parente próximo.
Só que, segundo o estudante, não se trata de renda. Todos os depósitos e saques são relacionados a plataformas de aposta online.
Especialistas em direito educacional afirmam que a movimentação bancária pode ser usada pela instituição de ensino como um indício para verif**ar a renda familiar, mas não pode, por si só, ser considerada renda.
Segundo a UNIP, há uma grande entrada de valores, de forma constante, vinculadas a jogos virtuais de apostas nos documentos entregues pelo candidato e que, por lei, “prêmios são considerados renda”.

O impacto das apostas online já chegou ao ambiente de trabalho.Empresas relatam aumento de faltas, pedidos de adiantamen...
03/08/2026

O impacto das apostas online já chegou ao ambiente de trabalho.
Empresas relatam aumento de faltas, pedidos de adiantamento de salário, endividamento, desatenção e funcionários que passam parte do expediente apostando pelo celular.
Em 2025, os afastamentos pelo INSS relacionados ao transtorno do jogo (ludopatia) cresceram quase 60%, segundo dados do instituto. Apesar do avanço, ainda foram menos de 700 casos registrados no ano.
Diante do problema, companhias como Ypê, Gerdau e Whirlpool passaram a criar campanhas de conscientização e programas de acolhimento.
Entidades de RH também orientam empresas a tratar o vício como uma questão de saúde mental, incentivando tratamento em vez de punição imediata.
(Imagem: Reprodução | Metrópoles)

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