24/05/2026
⚠️ Alerta de textão ⚠️
Hoje, 24/05, faz um ano de um dos momentos mais importantes da minha vida.
Não costumo falar muito sobre isso por aqui, mas em 24/05/25 fui apresentado à minha comunidade, , como Dofono de Yemanjá.
Foi um verdadeiro plot twist na minha vida. Esse reencontro com a minha espiritualidade mudou muita coisa em mim, e tudo o que veio depois da feitura também. Pode parecer piegas, mas é verdade: muita coisa mudou, continua mudando, e sinto profundamente que é para melhor.
Como canta Leci Brandão, “pra refazer a cabeça tem que fazer a cabeça”.
Sei que poderia citar muitas pessoas que fizeram e fazem parte dessa caminhada, mas quero agradecer nominalmente à nossa matriarca Mãe , à minha mãe, Mãe , à nossa Deré Mãe , às mães Ekedes, aos pais Ogãs e aos meus e minhas mais velhos, que me acolheram, ensinaram, cuidaram e seguem me guiando com tanto amor, paciência e sabedoria.
Fazer parte de uma família de candomblé é algo único, é pertencimento, cuidado, ancestralidade e aprendizado diário. Ninguém caminha sozinho dentro do axé, e eu sou profundamente grato por ter encontrado pessoas tão especiais nessa trajetória.
E, principalmente, quero agradecer ao meu grande amor, meu marido , que me apresentou esse caminho e que segue caminhando ao meu lado, de mãos dadas comigo, nessa nova vida.
Sou extremamente grato à Mãe Yemanjá, que me escolheu, me chamou e me acolheu.
Que esse seja apenas o primeiro de muitos anos, muitas celebrações, muito aprendizado, muito axé e muitos caminhos abertos que ainda virão.
E, talvez justamente porque o candomblé seja uma religião de mistérios, de vivência e de aprendizado, escolhi não postar uma foto desse dia, mas sim uma aquarela baseada em uma das lembranças mais especiais que guardo comigo. 🌊💙
A benção, Mães e Pais.
Irmãos e irmãs, kolofé.