Taís Ferrari Nutricionista

Taís Ferrari Nutricionista Nutricionista especialista em saúde da mulher.
20 anos ajudando mulheres a desinflamarem e emagrecer
Criadora do protocolo DESINFLAMA

Existem muitos fitoterápicos com excelentes evidências científicas.Mas, na prática clínica, o que faz diferença não é co...
29/07/2026

Existem muitos fitoterápicos com excelentes evidências científicas.

Mas, na prática clínica, o que faz diferença não é conhecer uma lista de ativos. É saber quando, para quem e como utilizá-los.

Ao longo dos meus mais de 20 anos de consultório, alguns fitoterápicos se tornaram grandes aliados por entregarem bons resultados quando bem indicados e individualizados.

Neste carrossel compartilho alguns deles e o motivo de fazerem parte da minha prática clínica.

E essa é só a primeira parte.

Nos próximos conteúdos vou continuar mostrando como a Fitoterapia pode ampliar as possibilidades de tratamento e tornar a conduta nutricional ainda mais estratégica.

Agora quero saber: qual fitoterápico não pode faltar na sua prática clínica?

Se você é nutricionista e quer aprofundar seus conhecimentos em Fitoterapia aplicada ao consultório, participe do meu Grupo VIP. É por lá que compartilho conteúdos exclusivos e as novidades em primeira mão.

28/07/2026

Um dos consensos científicos mais recentes sobre terapias baseadas em incretinas (GLP-1) reforça aquilo que vemos todos os dias no consultório: o medicamento é apenas parte do tratamento.
Os especialistas destacam alguns pilares fundamentais para preservar os resultados:
✔️ Consumo adequado de proteínas
✔️ Exercícios de força para preservar a massa muscular
✔️ Acompanhamento nutricional contínuo
✔️ Fracionamento adequado das refeições (evitando longos períodos de jejum, quando indicado)
✔️ Manejo dos efeitos colaterais ao longo do tratamento
É justamente nesse cenário que a nutricionista faz toda a diferença.
E é também onde a Fitoterapia pode ampliar seus recursos clínicos, auxiliando na condução individualizada do paciente, no manejo de queixas frequentes e na construção de estratégias para a manutenção dos resultados.
Se você quer entender como aplicar isso na prática clínica, entre para o meu Grupo VIP.
Na próxima semana vou apresentar um projeto totalmente voltado para nutricionistas que desejam se destacar no atendimento de pacientes em uso de GLP-1.
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Família, Amigos, Fé, hobby’s, compõe o CPF,Educadora, nutri de consultório, consultorias, palestras, mentoria, compõe o ...
26/07/2026

Família, Amigos, Fé, hobby’s, compõe o CPF,
Educadora, nutri de consultório, consultorias, palestras, mentoria, compõe o CNPJ.
Essa mistura me completa e busco diariamente ser melhor nos dois.
Busco alegria, realizações através dos dois.

25/07/2026

Você sabia que o Morosil é um nutracêutico?
E essa diferença é importante: existem estratégias nutricionais e nutracêuticas que podem ser consideradas na condução de pacientes em uso de GLP-1, inclusive por nutricionistas que ainda não têm pós-graduação em Fitoterapia, respeitando sempre as atribuições profissionais e a individualização de cada caso.
No vídeo eu explico um pouco sobre o Morosil e onde ele pode entrar nessa estratégia.
E se você é Nutri, com pós em Fitoterapia ou não, e quer entender melhor como conduzir pacientes em uso de GLP-1 e conhecer as possibilidades que podem complementar sua prática clínica, quero você comigo.
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23/07/2026

5 fitoterápicos que podem fazer parte da estratégia para insônia 🌿

Passiflora, Melissa, Valeriana, Mulungu e Ashwagandha são algumas das possibilidades que utilizo na prática clínica.
Mas você já sabe: não é porque a queixa é insônia que existe um fitoterápico igual para todo mundo. É preciso entender por que essa paciente não está dormindo bem, avaliar o caso e só então definir a melhor estratégia.

Nutri, quer aprender mais sobre como utilizar a fitoterapia com raciocínio clínico e segurança?

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21/07/2026

Prescrever fitoterápicos vai muito além de escolher um bom ativo.
Na prática clínica, existem alguns erros que podem comprometer os resultados do tratamento, e hoje compartilhei três deles:
🌿 1. Tratar apenas o sintoma, sem investigar a causa.
O fitoterápico faz parte da estratégia, mas o raciocínio clínico sempre vem primeiro.
🌿 2. Repetir o mesmo protocolo para todos os pacientes.
Uma conduta que funcionou muito bem para um paciente não significa que será a melhor escolha para outro. Cada caso exige uma avaliação individual.
🌿 3. Não reavaliar a prescrição.
A resposta ao tratamento precisa ser acompanhada. Reavaliar o paciente periodicamente permite ajustar dose, horário de uso, tempo de tratamento e verificar se a estratégia continua fazendo sentido.
É esse olhar clínico que transforma a fitoterapia em uma ferramenta realmente eficaz na prática profissional.

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20/07/2026

Recebi essa dúvida de uma colega nutricionista e achei que valia a pena responder por aqui.
“Minha paciente está em uso de GLP-1, emagreceu, mas continua muito cansada e sem disposição para treinar. Existe algum fitoterápico que pode ajudar?”
A resposta é: depende da avaliação clínica.
No vídeo, comento sobre a Rhodiola rosea, um fitoterápico que pode ser uma estratégia interessante em alguns casos, principalmente quando a fadiga está relacionada à redução da capacidade de adaptação ao estresse físico e mental.
Mas antes de pensar na prescrição, é essencial investigar o contexto dessa paciente. Como está o sono? Há deficiência de micronutrientes? Como está a ingestão energética? O treino está adequado? Existem outras causas para essa fadiga?
Na prática clínica, o fitoterápico não entra para “tratar o sintoma”. Ele faz parte de um raciocínio clínico completo e individualizado.

Se você é nutricionista e quer aprender a utilizar a fitoterapia com mais segurança e estratégia na prática clínica, entre para o meu Grupo VIP no WhatsApp.
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Nos próximos dias vou compartilhar conteúdos exclusivos e todas as novidades sobre o Aulão de GLP-1 e o Método FITO 360. 🌿

18/07/2026

Quando falamos em fitoterapia, muita gente ainda pensa em “um chazinho” ou em uma receita caseira.

Mas a fitoterapia clínica vai muito além disso.
Trabalhamos com fitoterápicos que possuem padronização, controle de qualidade, dose definida e, principalmente, evidências científicas que sustentam sua utilização quando bem indicados.

É exatamente por isso que a fitoterapia faz parte da minha prática clínica há tantos anos.
Não porque é “natural”, mas porque, quando utilizada com critério, conhecimento e individualização, pode ser uma grande aliada no cuidado ao paciente.

Ciência e natureza podem caminhar juntas. E é esse equilíbrio que faz toda a diferença na prática clínica.

E você? Já conhecia essa diferença entre plantas medicinais e fitoterápicos? Me conta aqui nos comentários.

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