21/05/2026
Um pôster apresentado na AAPOS 2026 em Boston traz um novo olhar sobre as crianças com exotropia intermitente e suas famílias.
A decisão cirúrgica deve levar em consideração não apenas o tamanho do ângulo de desvio ou o quanto o paciente está conseguindo compensar o estrabismo, mas também o quanto a doença está impactando na qualidade de vida da criança.
Da série “O melhor da 2026“
Dra Alyne Borges
Estrabismo e Oftalmopediatria
CRM 127809 RQE 41326
Baseado no pôster: “Relationship Between Health-Related Quality of Life Outcomes and Control in Childhood Intermittent Exotropia” by Carolina Adams, MD, MPH, et al., on behalf of the Pediatric Eye Disease Investigator Group. Estudo multicêntrico envolvendo: Emory University, Jaeb Center for Health Research, University of Arizona, Mayo Clinic, University of Alabama at Birmingham, and Stein Eye Institute/UCLA.