Dra Thaíla Alves Pediatra

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02/10/2026

Talvez a gente passe tanto tempo tentando entender os planos de Deus que esquece que algumas respostas chegam em forma de presente.

Para mim, engravidar foi uma delas.

Foi como se Deus estivesse dizendo, de uma maneira que eu não poderia ignorar: existe algo novo sendo preparado para a sua vida.

Uma nova fase. Um novo amor. Uma nova versão de mim.

E, enquanto eu vejo essa barriga crescer, também cresce dentro de mim a certeza de que Deus continua cuidando de cada detalhe.

Dra. Thaíla Alves Nakamura
Médica Pediatra e Neonatologista
CREMESP 206910 | RQE 110276

A cólica costuma aparecer nas primeiras semanas de vida e tende a melhorar por volta dos três a quatro meses. Faz parte ...
29/09/2026

A cólica costuma aparecer nas primeiras semanas de vida e tende a melhorar por volta dos três a quatro meses. Faz parte do amadurecimento do intestino do bebê, não é resultado de leite errado, ma**da errada ou falha de cuidado.

Alguns sinais merecem atenção além da cólica comum: choro que não acalma de jeito nenhum, recusa persistente em mamar, vômitos frequentes, sangue nas fezes ou febre. Nesses casos, vale conversar com o pediatra antes de assumir que é só fase.

Fora isso, o choro da cólica costuma seguir um padrão previsível de horário e duração, e o bebê volta ao normal entre as crises. Reconhecer esse padrão já tira um peso enorme das costas de quem está exausta tentando entender o que está acontecendo.

Se você está passando por isso e quer uma avaliação de perto, me manda uma mensagem, te explico como funciona o meu atendimento.

Dra. Thaíla Alves Nakamura
Médica Pediatra e Neonatologista
CREMESP 206910 | RQE 110276

27/09/2026

A primeira semana em casa com um recém-nascido é uma sequência de sustos.

Ele faz um barulho que você nunca ouviu e você levanta da cama. Ele espirra três vezes seguidas e você já
está pesquisando resfriado em bebê às duas da manhã. Ele perde peso na primeira consulta e você tem certeza de que fez alguma coisa errada.

É por isso que no meu acompanhamento existem consultas com 7, 14 e 30 dias de vida, e depois mensalmente até o primeiro ano. Não é excesso de zelo. É porque cada uma dessas consultas responde perguntas diferentes de uma fase que muda muito rápido.

Salva esse post pra quando a dúvida aparecer de madrugada.

E se você quer entender como funciona um acompanhamento assim, me manda uma mensagem, te explico direitinho.

Dra. Thaíla Alves Nakamura
Médica Pediatra e Neonatologista
CREMESP 206910 | RQE 110276

24/09/2026

Eu não escolhi pediatria por acaso e eu não escolhi neonatologia por acaso.

Escolhi porque tem uma coisa que acontece comigo toda vez que eu coloco a mão num bebê recém-nascido, e essa coisa nunca passou. Nem no plantão de madrugada, nem no dia difícil, nem depois de anos fazendo isso.

Tem gente que trabalha esperando o fim de semana chegar. Eu acordo pensando em quem eu vou atender hoje, em como está o bebê que ganhou peso devagar na semana passada, em se aquela mãe conseguiu descansar.

Não estou dizendo que é fácil. Medicina cansa, esgota, tira de você em algumas semanas mais do que você tinha pra dar. Mas tem uma diferença enorme entre cansaço de quem está no lugar errado e cansaço de quem está exatamente onde queria estar.

Eu estou exatamente onde eu queria estar.

E eu penso muito nisso quando atendo uma mãe que está se redescobrindo depois do parto, tentando entender quem ela é agora, o que sobrou dela no meio de tanta entrega. Você também merece encontrar isso. Não amanhã, não quando o bebê crescer. Merece agora, no tamanho que couber na sua vida hoje.

Se você está buscando uma pediatra que enxerga você também, e não só o seu bebê, me manda uma mensagem, te explico como funciona o acompanhamento.

Dra. Thaíla Alves Nakamura
Médica Pediatra e Neonatologista
CREMESP 206910 | RQE 110276

Depois de acompanhar centenas de partos, alguns detalhes se repetem tanto que viram lista de cabeça. Essa é a mala que e...
21/09/2026

Depois de acompanhar centenas de partos, alguns detalhes se repetem tanto que viram lista de cabeça. Essa é a mala que eu recomendo pra quem eu acompanho, pensada pra sala de parto, não pra foto de enxoval.

São detalhes pequenos, mas que fazem diferença nas primeiras horas com o bebê, quando cada minuto de tranquilidade importa.

Se você está no pré-natal e quer se preparar com quem vai estar com você desde o primeiro momento, me manda uma mensagem, te explico como funciona o meu atendimento.

Dra. Thaíla Alves Nakamura
Médica Pediatra e Neonatologista
CREMESP 206910 | RQE 110276

18/09/2026

Tem dias em que eu entro numa sala e a notícia é boa. O bebê ganhou peso, a ma**da engatou, a mãe finalmente dormiu quatro horas seguidas. Tem dias em que eu entro numa sala e a notícia não é essa.

Eu já segurei a mão de mãe recebendo um diagnóstico. Já expliquei o que é uma UTI neonatal pra um pai que tinha decorado o nome da maternidade e nem sabia que aquele andar existia. Já vi família inteira aprender uma palavra nova num dia só.

Mas eu também já vi bebê de menos de um quilo indo pra casa no colo da mãe. Já vi criança que passou meses internada chegando no consultório correndo. Já recebi foto de aniversário de um ano de bebê que teve uma chegada muito difícil.

Essa é a parte da medicina que ninguém te prepara na faculdade. A parte de estar perto. De acompanhar uma família nos dois extremos e continuar ali nos dois.

Eu escolhi trabalhar com continuidade justamente por isso. Porque acompanhar uma criança do pré-natal ao primeiro ano de vida não é só ver ela crescer. É ver essa família se formar, se ajustar, ganhar confiança. É estar presente quando dá tudo certo e principalmente quando alguma coisa foge do previsto.

Poder fazer parte disso é o maior privilégio que eu conheço.

Se você quer uma pediatra que caminha junto com a sua família desde o começo, me manda uma mensagem, te explico como funciona o acompanhamento.

Dra. Thaíla Alves Nakamura
Médica Pediatra e Neonatologista
CREMESP 206910 | RQE 110276

A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda a presença de um médico, de preferência pediatra ou neonatologista, em tod...
16/09/2026

A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda a presença de um médico, de preferência pediatra ou neonatologista, em todo nascimento, não só nos partos classificados como de risco. A recomendação existe porque um parto considerado de baixo risco pode resultar em um recém-nascido que precisa de manobras de reanimação, então uma equipe capacitada precisa estar disponível em cada nascimento.

Os números mostram por que essa recomendação existe. Estima-se que, no Brasil, cerca de 300 mil recém-nascidos por ano precisem de ajuda para iniciar e manter a respiração ao nascer, e cerca de 25 mil bebês prematuros de muito baixo peso precisem de assistência ventilatória ainda na sala de parto.

Isso significa uma coisa simples: não dá para saber antecipadamente quais bebês vão precisar dessa ajuda. Por isso eu faço questão de estar na sala de parto de quem acompanho, não como protocolo, mas porque os primeiros minutos podem pedir uma decisão rápida de quem já conhece aquela gestação.

Se você está no pré-natal e quer entender como funciona esse acompanhamento desde o parto, me manda uma mensagem, te explico como funciona o acompanhamento.

Dra. Thaíla Alves Nakamura
Médica Pediatra e Neonatologista
CREMESP 206910 | RQE 110276

13/09/2026

Já perdi a conta de quantas vezes entrei numa sala de parto. E ainda assim, toda vez que um bebê chega, alguma coisa acontece ali dentro que eu não consigo explicar direito.

Tem o barulho. Tem o silêncio de dois ou três segundos antes do primeiro choro, que é o momento mais longo que existe. Tem a mãe procurando com os olhos. Tem o pai que não sabe se olha pra ela ou pro bebê. E tem eu, na minha função, com o coração acelerado igual ao de todo mundo, mesmo depois de tantos anos.

Ser neonatologista é estar exatamente nesse pedaço da história. Não no dia seguinte, não na primeira consulta. Nos primeiros segundos. É receber esse bebê, avaliar, garantir que ele está bem, e entregar nos braços de quem esperou por ele durante meses.

Nenhum parto é igual ao outro, e nenhum deixa de me emocionar. Eu acho que no dia em que isso deixar de acontecer, eu vou saber que está na hora de parar.

É por isso que eu escolhi acompanhar famílias desde a gestação. Porque quando o bebê nasce, eu não sou uma estranha na sala. Eu já conheço a história, já conversei com essa mãe, já sei dos medos dela. E isso muda tudo pra quem está ali deitada, vulnerável, entregando a coisa mais importante da vida dela pra alguém.

Se você está grávida e quer chegar no dia do parto com uma pediatra que já te conhece, me manda uma mensagem, te explico como funciona o acompanhamento.

Dra. Thaíla Alves Nakamura
Médica Pediatra e Neonatologista
CREMESP 206910 | RQE 110276

Na primeira noite em casa, é comum encostar a mão no peito do bebê só pra confirmar que ele está respirando, ou levantar...
11/09/2026

Na primeira noite em casa, é comum encostar a mão no peito do bebê só pra confirmar que ele está respirando, ou levantar no meio da madrugada sem motivo aparente, só para olhar. Isso não é sinal de mãe ansiosa demais, é uma resposta instintiva e esperada depois de uma virada tão grande.

O corpo passa nove meses se preparando para proteger, e de repente essa proteção precisa ser exercida de outra forma. Leva tempo para o sistema nervoso entender que está tudo bem.

Isso tende a diminuir com os dias, conforme a rotina se estabelece e a confiança cresce. Enquanto isso não acontece, ter alguém de confiança para tirar dúvidas, sem julgamento, faz toda diferença.

Se essa é a fase que você está vivendo agora, me manda uma mensagem, te explico como funciona o meu atendimento.

Dra. Thaíla Alves Nakamura
Médica Pediatra e Neonatologista
CREMESP 206910 | RQE 110276

09/09/2026

Toda mãe chega no consultório com uma lista invisível na cabeça. Uma lista de coisas que ela acha que deveria estar fazendo, deveria estar sentindo, deveria já saber.

E quase sempre essa lista foi escrita por outras pessoas. Pela sogra, pela vizinha, pelo grupo de WhatsApp, pelo post que ela viu às três da manhã amamentando.

Eu quero deixar uma coisa clara com você: eu não espero nada disso.

Eu não espero que você acerte de primeira. Amamentação dói no começo pra muita gente, sono de bebê é irregular mesmo, e a introdução alimentar vai ter dias de comida no chão. Isso não é falha sua.

Eu não espero que você saiba todas as respostas. Se você soubesse, você não precisaria de mim. Perguntar é exatamente o que você deveria estar fazendo.

Eu não espero que você dê conta sozinha. Ninguém dá. Maternidade sem rede de apoio é uma conta que não fecha, e a gente precisa falar mais sobre isso.

Eu não espero que você nunca sinta medo. Medo é uma reação normal de quem ama muito alguém muito pequeno e muito novo.

E eu com certeza não espero que você compare o seu filho com o filho de ninguém. Cada criança tem um ritmo, e o meu trabalho é justamente saber diferenciar o que é variação normal do que precisa de atenção.

O que eu espero é que você tenha para onde ligar quando a dúvida aparecer. E que você não se sinta sozinha nessa.

Se é isso que você está procurando, me manda uma mensagem, te explico como funciona o acompanhamento.

Dra. Thaíla Alves Nakamura
Médica Pediatra e Neonatologista
CREMESP 206910 | RQE 110276

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