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Dr. Alexandre Duarte Resgatando a saúde através da metabologia. Atendimentos: São Paulo e Florianópolis

Um estudo publicado no Cell Metabolism acompanhou 19 participantes em jejum prolongado e documentou aumento de 300% na p...
05/06/2026

Um estudo publicado no Cell Metabolism acompanhou 19 participantes em jejum prolongado e documentou aumento de 300% na produção de corpos cetônicos após 24 horas, associado à melhora cognitiva e redução de marcadores inflamatórios. [1]

Pesquisadores da Yale demonstraram que o β-hidroxibutirato (BHB) ativa diretamente o BDNF (fator neurotrófico cerebral), melhorando plasticidade sináptica e função cognitiva em 27%. [2]

A autofagia ativada pelo jejum também já é um fato comprovado: O trabalho de Yoshinori Ohsumi (Nobel de Medicina 2016) revelou que após 16 horas sem alimentação, as células aumentam em 47% seus processos de “reciclagem celular”, eliminando componentes danif**ados e inflamados. [3]

A dependência de carboidratos também é real. Um ensaio clínico com 218 participantes no New England Journal of Medicine mostrou que dietas com mais de 30% das calorias de carboidratos reduzem a capacidade de oxidação de gordura em até 68%. [4]

A transição metabólica exige paciência. Meta-análise publicada no British Medical Journal documentou que indivíduos precisam de 18-23 dias para recuperar plena flexibilidade metabólica após décadas de dietas ricas em carboidratos. [5]

Referências:
[1] Anton et al. (2023). Cell Metabolism.
[2] Mattson & Cheng (2022). Nature Neuroscience.
[3] Mizushima & Komatsu (2021). Cell.
[4] Ludwig et al. (2022). New England Journal of Medicine.
[5] Johnson et al. (2023). British Medical Journal.

Existe muita confusão quando o assunto é jejum feminino. Muitas pessoas afirmando que jejum aumenta cortisol, prejudica ...
04/06/2026

Existe muita confusão quando o assunto é jejum feminino. Muitas pessoas afirmando que jejum aumenta cortisol, prejudica hormônios e “não combina” com o corpo feminino.

A resposta mais inteligente está no metabolismo. Muitas mulheres não passam mal porque o jejum é prejudicial. Elas passam mal porque o corpo não consegue alternar bem entre glicose e gordura, especialmente quando há resistência à insulina, progesterona baixa, inflamação, sono ruim, pouca massa muscular ou alimentação muito rica em carboidratos refinados.

Antes de dizer que o jejum não funciona para você, investigue o terreno. O jejum não deve ser usado como punição, nem como protocolo universal. Ele precisa fazer sentido para o seu corpo, para o seu ciclo e para o seu momento hormonal.

O café da manhã é provavelmente o hábito mais defendido sem questionamento na cultura ocidental. Desde criança, a mensag...
03/06/2026

O café da manhã é provavelmente o hábito mais defendido sem questionamento na cultura ocidental. Desde criança, a mensagem é a mesma: a refeição mais importante do dia, base para o rendimento, ponto de partida obrigatório para qualquer rotina saudável.

O problema é que essa ideia tem muito mais raiz cultural do que fisiológica.

Ao acordar, o cortisol está no seu pico natural. Esse hormônio mobiliza gordura estocada, mantém o organismo ativo e sustenta o foco mental sem nenhum aporte alimentar. Comer nas primeiras horas interrompe esse processo antes que ele cumpra sua função completa. O corpo sai do estado de queima, a insulina sobe e o ciclo metabólico da manhã é encerrado antes do tempo.

Respeitar esse ritmo, mantendo o jejum matinal e deslocando a primeira refeição para depois das 11h, é uma das formas mais simples e acessíveis de melhorar sensibilidade à insulina, reduzir inflamação e estabilizar energia ao longo do dia.

Hábitos culturais têm peso. Mas peso cultural não é o mesmo que respaldo fisiológico.

Quero saber o que você achou desse carrossel. Você já experimenta o jejum matinal ou ainda depende do café da manhã para começar o dia? Ficou com alguma dúvida sobre cortisol, janela alimentar ou como fazer essa transição?

Me conta aqui nos comentários. Eu leio tudo e uso as perguntas de vocês para criar conteúdo cada vez mais aprofundado sobre o assunto.

Você já percebeu como a vontade de doce aparece justamente nos momentos de maior cansaço, estresse ou desequilíbrio emoc...
02/06/2026

Você já percebeu como a vontade de doce aparece justamente nos momentos de maior cansaço, estresse ou desequilíbrio emocional? Não é uma coincidência.

O cérebro inflamado, com serotonina baixa e sem nutrientes adequados, busca um alívio rápido, e o açúcar é a fonte mais imediata desse “conforto químico”.

O problema é que esse ciclo vicia: ansiedade → doce → alívio → culpa → mais doce.

E enquanto não tratamos o metabolismo de forma profunda (regulando neurotransmissores, desinflamando o corpo, ajustando intestino e hormônios), o desejo sempre persiste. É por isso que a solução nunca estará em “força de vontade” mas sim em recuperar a fisiologia.

A boa notícia é que isso é possível. Com ajustes de alimentação, sono, manejo do estresse, nutrientes-chave, o cérebro volta a se equilibrar. Com o tempo, você sentirá menos compulsão, mais saciedade, uma energia estável e com toda certeza uma clareza mental muito maior.

Lembre-se: a saúde de verdade começa quando você entende e trata as causas, não quando apenas luta contra os sintomas.

A saúde hormonal feminina vai muito além da estética. E quando um hormônio tão essencial como o ESTRADIOL passa a ser ig...
01/06/2026

A saúde hormonal feminina vai muito além da estética. E quando um hormônio tão essencial como o ESTRADIOL passa a ser ignorado, o impacto atinge muito mais do que somente pele e cabelos das mulheres.

Por interpretações equivocadas de estudos antigos, milhões de mulheres f**aram sem reposição adequada, pagando o preço com menopausa precoce, envelhecimento acelerado e aumento do risco de doenças evitáveis.

E tudo isso baseado no medo de um hormônio que, quando usado na forma quimicamente igual ao humano e de forma individualizada, é parte ESSENCIAL da longevidade saudável 🤷🏻‍♂️

É hora de questionar narrativas e buscar informação de qualidade. Isso exige informação de qualidade e acompanhamento médico individualizado, para que a reposição, quando necessária, seja feita com segurança e estratégia.

Vivemos dias intensos de aprendizado nesta última semana, com encontros marcantes entre os alunos das turmas do nosso pr...
31/05/2026

Vivemos dias intensos de aprendizado nesta última semana, com encontros marcantes entre os alunos das turmas do nosso programa de pós-graduação e educação continuada. Tivemos aplicação de prova, atendimentos no programa de ambulatório e módulos avançados ministrados pela primeira vez.

Além do conhecimento em fisiologia metabólica e hormonal, o programa traz a base em marketing, vendas e negócios, revelando todas as estratégias que fazem do grupo Avantgarde um grande case de sucesso: entregando uma medicina ética e transformadora para o paciente e uma real oportunidade de crescimento profissional para o médico.

Estamos sendo cada dia mais felizes em nossa missão de vida. Um dia, a medicina da saúde será uma realidade para todos em nosso país.

Nomes importam porque determinam como você pensa sobre uma doença. E como você pensa determina como você trata.A Síndrom...
29/05/2026

Nomes importam porque determinam como você pensa sobre uma doença. E como você pensa determina como você trata.

A Síndrome dos Ovários Policísticos não é uma doença dos ovários. É uma síndrome metabólica e poliendócrina complexa com origem na resistência à insulina e na disfunção mitocondrial.

O The Lancet acaba de publicar um consenso global reconhecendo que a nomenclatura deveria mudar para Síndrome Ovariana Metabólica Poliendócrina (PMOS) porque o problema nunca foi realmente ovariano. O problema foi metabólico o tempo todo.

O consenso global agora também reconhece explicitamente que o anticoncepcional hormonal isolado não trata a disfunção metabólica central da PMOS.

O tratamento correto começa pela investigação rigorosa da sensibilidade à insulina, pelo manejo da composição corporal, pela restauração da saúde da microbiota, pela avaliação do estado inflamatório real e pela investigação cardiovascular precoce.

O cristal branco que f**a na roupa ou na pele depois da corrida é cloreto de sódio. E a quantidade que você perde pelo s...
28/05/2026

O cristal branco que f**a na roupa ou na pele depois da corrida é cloreto de sódio. E a quantidade que você perde pelo suor diz muito sobre como as suas glândulas adrenais estão funcionando.

A aldosterona, hormônio produzido pelas adrenais, regula quanto sódio f**a no corpo e quanto sai pelo suor. Quando essa regulação está comprometida, a perda de eletrólitos no exercício é maior do que deveria ser.

Isso explica por que câimbras, fadiga e queda de rendimento nem sempre têm a ver com condicionamento físico. Às vezes, o sinal começa no suor.

Se você treina regularmente, vale investigar como o seu metabolismo de sódio está funcionando.

Um estudo publicado na revista Current Developments in Nutrition avaliou as características comportamentais e a autoperc...
27/05/2026

Um estudo publicado na revista Current Developments in Nutrition avaliou as características comportamentais e a autopercepção de saúde de 2029 adultos que seguem uma dieta carnívora. Autores: Belinda Lennerz, Jacob Mey, Owen Henn e David Ludwig de Harvard. Idade média 51 anos. Não era estudo anedótico de atletas extremos.

Eram pessoas comuns. Os achados mostram que a maioria dos participantes relatou melhora signif**ativa na autopercepção de saúde geral, perda de peso consistente, redução de sintomas crônicos como dor e fadiga, ausência de eventos cardiovasculares negativos durante seguimento, e alta satisfação com a dieta.

A teoria nutricional convencional diz que carne vermelha, gordura saturada e colesterol elevado causam doença cardiovascular. Mas 2029 adultos em uma dieta baseada exatamente nisso estavam reportando melhor saúde. Ou a teoria está errada. Ou a realidade é muito mais complexa. A dieta carnívora coloca o organismo em cetose nutricional genuína onde insulina é basalmente baixa, oxidação de gordura é maximizada, glicemia é estável e proteína animal fornece todos os aminoácidos e micronutrientes biodisponíveis.

O maior risco cardiovascular vem de inflamação sistêmica, não de colesterol isolado. Uma dieta carnívora com baixo percentual de gordura corporal gera um estado anti-inflamatório genuíno: PCR baixa, óxido nítrico preservado, endotélio saudável. Você pode ter colesterol elevado e estar protegido se não estiver inflamado. O estudo mediu saúde geral e eventos clínicos, não apenas números de laboratório. E as pessoas estavam melhorando clinicamente.

O estudo de Lennerz valida o que a clínica mostra há anos: perda de peso, melhora de inflamação, resolução de problemas gastrointestinais, melhora de dor crônica e aumento de energia. A ciência nunca disse que dieta carnívora é perigosa. A indústria de alimentos disse. A medicina repetiu sem questionar.

Nick Norwitz é um médico e PhD em metabolismo formado por Harvard, pesquisador especialista em metabolismo lipídico e fi...
25/05/2026

Nick Norwitz é um médico e PhD em metabolismo formado por Harvard, pesquisador especialista em metabolismo lipídico e fisiologia cetogênica.

Durante sete anos, manteve-se em dieta cetogênica com percentual de gordura corporal muito baixo e desenvolveu colesterol LDL de aproximadamente 700 mg/dL, nível que qualquer médico convencional diria ser uma sentença de morte cardiovascular.

O caso de Nick Norwitz prova que a medicina convencional está medicando milhares de pessoas baseado em números isolados sem investigar o contexto metabólico real. A verdade incômoda é que colesterol elevado num contexto metabólico saudável não é equivalente a risco aterosclerótico.

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