05/04/2026
A Páscoa, para muitos, é apenas uma data no calendário.
Para outros, um símbolo religioso.
Mas, para além das definições, existe algo mais sutil acontecendo: uma construção coletiva de energia.
Mesmo fora da Roda do Sul, onde agora caminhamos sob as forças de Mabon. Não podemos ignorar o poder das formas-pensamento que atravessam o mundo.
Milhões de pessoas, ao mesmo tempo, direcionam sua atenção para símbolos específicos: o ovo, o coelho, o renascimento, a esperança.
E quando muitas mentes vibram juntas, algo se forma.
🥚 O ovo, antigo símbolo universal, carrega em si o mistério da vida em potencial, aquilo que ainda não nasceu, mas pulsa silenciosamente no invisível.
🐰 O coelho, com sua fertilidade abundante, nos lembra da capacidade da vida de se multiplicar, de continuar, de insistir.
Esses símbolos não pertencem exclusivamente à Páscoa moderna. Eles atravessam culturas, tradições e caminhos espirituais, sendo ressignificados ao longo do tempo em um verdadeiro sincretismo energético.
Mesmo que você não celebre esta data, você pode sentir o campo que ela gera.
E mais do que isso: pode escolher como se posicionar dentro dele.
A energia disponível hoje fala sobre renovação. Sobre aquilo que pode florescer mesmo após períodos de recolhimento. Sobre a esperança que não depende de crença, mas de presença.
Porque, no fim, independente do nome que damos às celebrações, a vida continua nos convidando a renascer.
E esse convite… é universal.
Abençoado seja seu templo
Sacerdotisa Jéssica Paixão