Danilo Fascina Psicanalista

Danilo Fascina Psicanalista Psicanalista

04/08/2026

A procrastinação costuma ser tratada como um problema de produtividade.

Mas, na clínica, nem sempre essa é a pergunta mais importante.

Talvez algumas tarefas carreguem muito mais do que parecem.

E você, já parou para pensar no que está sendo adiado além da tarefa?

Primeiras entrevistas- link na bio

29/07/2026

Muitas vezes, não é a falta de uma conquista que nos faz sofrer.

É a esperança de que a próxima conquista finalmente traga o reconhecimento que sempre esperamos.

Sem perceber, passamos a viver como se uma promoção, um relacionamento, um diploma ou qualquer outra realização pudesse preencher uma ausência que começou muito antes.

Na clínica, essa lógica aparece com frequência.

A busca deixa de ser apenas por sucesso, amor ou estabilidade. Ela passa a ser uma tentativa de ouvir, ainda hoje, palavras que talvez nunca tenham sido ditas.

Reconhecer esse limite não significa culpar os pais, deixar de amá-los ou romper com a família.

Significa deixar de colocar a própria vida em suspenso enquanto se espera por algo que talvez nunca venha.

É justamente aí que a análise pode abrir um novo caminho: não para mudar o passado, mas para transformar a relação que você mantém com ele.

Você já percebeu alguma expectativa que continua carregando desde a infância?

✦ Primeiras entrevistas abertas para atendimento presencial e on-line. Link na bio.

21/07/2026

Quem acredita que nunca pode errar também nunca consegue descansar.

Para algumas pessoas, errar nunca significou apenas cometer um engano.

Significou decepcionar.
Perder valor.
Não ser suficiente.

Então, pouco a pouco, a vida passa a ser organizada para evitar qualquer falha.

Cada palavra é revisada.
Cada decisão é calculada.
Cada erro parece grande demais.

O problema é que viver tentando não errar tem um custo.

E esse custo, muitas vezes, aparece como cansaço, ansiedade e uma cobrança que nunca termina.

Talvez a pergunta não seja apenas:

“Por que eu me cobro tanto?”

Mas:

“Quando errar deixou de ser humano e passou a parecer imperdoável?”

Se essa reflexão fez sentido para você, talvez exista uma história por trás dessa necessidade de acertar o tempo todo.

✦ Primeiras entrevistas abertas. Link na bio.

16/07/2026

Ninguém consegue representar um personagem vinte e quatro horas por dia sem pagar um preço.

Talvez você não esteja apenas cansado da sua rotina.

Talvez esteja cansado de calcular cada palavra, cada gesto, cada resposta.

De parecer forte.
Seguro.
Agradável.
Bem.

Sustentar uma versão de si mesmo o tempo todo exige energia.

E, às vezes, o que exaure não é viver.

É nunca poder descansar de quem você acredita que precisa ser.

Quanto da sua energia você gasta tentando parecer alguém?

Se essa pergunta te atravessou, talvez valha a pena olhar para isso com mais atenção.

Primeiras entrevistas abertas. Link na bio.

✦ Danilo Fascina — Psicanalista

07/07/2026

Você vive a vida que escolheu… ou a vida que aprendeu a corresponder?

Quase ninguém faz essa pergunta.

Porque é mais confortável seguir o roteiro: ser o filho exemplar, o profissional impecável, a pessoa que nunca decepciona ninguém.

Mas há um preço.

Quando vivemos apenas para atender às expectativas do Outro, podemos conquistar reconhecimento, aprovação e sucesso… e, ainda assim, sentir um vazio que nada parece preencher.

Talvez esse vazio não exista porque falta alguma coisa.

Talvez ele exista porque sobra personagem.

A psicanálise não propõe uma nova versão de você. Ela convida a um encontro com aquilo que, por muito tempo, precisou ser silenciado: o seu desejo.

E essa travessia começa quando você se permite fazer uma pergunta simples, mas profundamente transformadora:

Quem sou eu para além do que esperam de mim?

Se este vídeo atravessou você, talvez não seja por acaso.

As primeiras entrevistas são um espaço para começar essa escuta.

Agende a sua pelo link da bio.

23/06/2026

Quando falamos em toxicomania, é comum que toda a atenção recaia sobre a substância.

Mas a psicanálise nos convida a formular uma outra pergunta:

O que essa substância vem resolver para aquele sujeito?

A mesma droga pode ocupar lugares completamente diferentes na economia psíquica de cada pessoa. Não se trata apenas do objeto consumido, mas da função que ele desempenha.

Em muitos casos, a substância aparece como uma tentativa de responder à angústia, ao vazio ou a algo que se tornou difícil demais de sustentar.

Por isso, a direção de um tratamento não passa apenas pela retirada do objeto.

Passa também pela escuta daquilo que ele vinha sustentando.

Talvez a pergunta mais importante não seja:

“Como tirar a substância?”

Mas:

“O que aconteceria se ela não estivesse mais ali?”

📚 Reflexões a partir da leitura de Toxicomanias: tratamento possível das toxicomanias com Lacan.

11/06/2026

Algumas frases aparecem com frequência no consultório.

“Eu sempre coloco os outros na frente.”

“Minha vida parece boa, mas algo não está bem.”

“Eu me sinto exausto.”

Embora cada história seja única, muitas vezes essas falas revelam o custo de tentar corresponder às expectativas dos outros enquanto nos afastamos de nós mesmos.

Talvez a questão não seja apenas como continuar dando conta de tudo.

Mas em que momento você deixou de se escutar.

Se você tem se reconhecido nessas repetições e deseja iniciar um processo analítico, entre em contato. As entrevistas preliminares podem ser o primeiro passo.

02/06/2026

Nem sempre é o fracasso que nos paralisa.

Às vezes, é a possibilidade de que aquilo que desejamos realmente aconteça.

Porque quando um desejo deixa de ser apenas uma fantasia e começa a se tornar possível, algo em nós precisa mudar.

E toda mudança envolve perdas:
versões antigas de nós mesmos,
papéis que aprendemos a ocupar,
histórias que já não fazem sentido continuar contando.

Talvez por isso alguns sonhos assustem tanto.

Não pelo risco de dar errado.

Mas pelo que será necessário deixar para trás para que deem certo.

E você?

Qual desejo da sua vida mais assusta justamente porque pode acontecer?

24/05/2026

Tem pessoas que aprenderam muito cedo que precisavam ser fortes, resolver, antecipar, sustentar.
E, com o tempo, isso deixa de parecer uma escolha.

Vira um modo de existir.

O problema é que, mesmo quando a vida melhora, o corpo continua em alerta.
Descansar gera culpa.
Receber ajuda gera desconfiança.
E nada parece suficiente por muito tempo.

Na psicanálise, nem sempre a questão é “como fazer menos”.
Às vezes, a pergunta é:
por que parar parece tão ameaçador?

Talvez exista uma história aí que ainda pede escuta.


Danilo Fascina • Psicanalista
Primeira entrevista • link na bio

Mais de 546 mil pessoas foram afastadas do trabalho no Brasil por transtornos mentais e comportamentais.E talvez o dado ...
19/05/2026

Mais de 546 mil pessoas foram afastadas do trabalho no Brasil por transtornos mentais e comportamentais.

E talvez o dado mais preocupante não seja o número.

Mas o fato de que muita gente ainda acredita que precisa suportar tudo sozinha.

Vivemos em uma lógica de desempenho constante:
produzir,
dar conta,
funcionar,
não parar.

Enquanto isso, o sofrimento psíquico vai sendo adiado,
silenciado,
normalizado.

Até aparecer no corpo,
na exaustão,
na ansiedade,
na perda de sentido,
ou na impossibilidade de continuar sustentando a própria rotina.

Cuidar da saúde emocional não é excesso de sensibilidade.
É responsabilidade consigo mesmo.

A psicanálise pode ser um espaço onde o sujeito deixa de apenas sobreviver às próprias exigências.

Agende sua primeira entrevista.
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Danilo Fascina — Psicanalista

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São Paulo, SP
05531030

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