23/05/2026
Ressaca não é apenas dor de cabeça: o álcool altera quimicamente o cérebro e interfere na comunicação entre os neurônios.
Quando o álcool age no sistema nervoso central, ele modif**a circuitos ligados à atenção, aos reflexos, ao equilíbrio e à sensação de relaxamento. Por isso, em doses baixas, pode gerar leveza e redução da inibição.
O problema aparece quando o álcool começa a sair do organismo. Nesse momento, o cérebro tenta voltar ao equilíbrio e podem surgir dor de cabeça, sensibilidade à luz, sensibilidade ao som, náusea e dificuldade de concentração.
Em uma ressaca pontual, o cérebro tende a se recuperar. Mas o consumo frequente e excessivo pode ter efeitos mais importantes, como prejuízo de memória, alteração do equilíbrio, atrofia cerebral progressiva e maior risco de sangramentos dentro do crânio.
Uma ressaca pode passar rápido. Os efeitos acumulados do álcool ao longo do tempo, nem sempre. 🧠