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Consultório Psicólogo e Terapia Psicólogo para Adultos e Terapia de Casal na cidade de São Paulo. Thaiana F. Brotto - CRP 06/106524

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FAMÍLIA | Crescer também pode envolver perceber que aquilo que desejamos para nossa trajetória nem sempre coincide com o...
17/09/2026

FAMÍLIA | Crescer também pode envolver perceber que aquilo que desejamos para nossa trajetória nem sempre coincide com o que nossos pais imaginavam para nós. Diferenças podem aparecer em decisões sobre profissão, estudos, relacionamentos, independência, mudanças e outros caminhos importantes. Construir escolhas próprias pode significar conviver com a possibilidade de que pessoas importantes não concordem com todas elas.

Considerar a opinião dos pais não é o mesmo que depender da aprovação deles para cada decisão. Podemos ouvir preocupações, reconhecer experiências e valorizar conselhos sem necessariamente seguir o caminho que escolheriam em nosso lugar. Autonomia não exige ignorar quem amamos, mas também não precisa significar organizar a própria vida apenas para evitar desapontamentos.

Essas situações, porém, não acontecem da mesma maneira em todas as famílias. Em algumas, discordâncias encontram espaço para conversa. Em outras, contrariar expectativas pode provocar críticas, conflitos ou consequências concretas na relação. Por isso, estabelecer escolhas próprias pode ser um processo mais complexo do que simplesmente decidir fazer aquilo que queremos.

A decepção dos pais não significa necessariamente que uma escolha esteja errada, assim como discordar deles não exige desconsiderar tudo o que pensam. Construir autonomia também pode envolver aprender a escutar pessoas importantes e, ainda assim, reconhecer que algumas decisões sobre a própria trajetória precisarão ser tomadas sem a garantia da aprovação delas.

Para mais conteúdos sobre saúde emocional, comportamento, família e psicoterapia, acesse nosso blog: psicologoeterapia.com.br/blog.

EMOÇÕES | Nem sempre aquilo que sentimos aponta para uma única direção. Diante de experiências importantes, podemos proc...
17/09/2026

EMOÇÕES | Nem sempre aquilo que sentimos aponta para uma única direção. Diante de experiências importantes, podemos procurar uma resposta emocional mais definida e até questionar nossos próprios sentimentos quando eles parecem incompatíveis. Mas não é necessário encontrar uma emoção predominante para que aquilo que estamos vivendo faça sentido.

Às vezes, surge a tentativa de descobrir qual sentimento representa aquilo que “realmente” pensamos ou queremos. No entanto, uma situação pode ter aspectos diferentes, e cada um deles pode despertar uma resposta emocional. Sentir algo não torna automaticamente inválido aquilo que também sentimos em outra direção.

Isso pode ficar especialmente evidente durante mudanças e decisões. Conquistar independência pode envolver saudade; encerrar algo que já não fazia bem pode trazer alívio e tristeza; uma oportunidade desejada também pode despertar insegurança. O desconforto que acompanha uma escolha não significa necessariamente que ela tenha sido errada.

Reconhecer essa ambivalência não significa que conviver com ela será sempre simples. Em alguns momentos, sentimentos diferentes podem tornar decisões e transições mais difíceis. Compreender uma experiência também pode envolver permitir que emoções distintas tenham espaço, sem exigir que uma delas invalide a outra.

Para mais conteúdos sobre saúde emocional, comportamento, emoções e psicoterapia, acesse nosso blog: psicologoeterapia.com.br/blog.

DESCANSO | Celulares, mensagens e outras ferramentas de comunicação facilitaram o contato profissional, mas também torna...
16/09/2026

DESCANSO | Celulares, mensagens e outras ferramentas de comunicação facilitaram o contato profissional, mas também tornaram possível que demandas de trabalho cheguem praticamente a qualquer momento. Quando existe a expectativa de responder sempre e rapidamente, os limites entre expediente e tempo pessoal podem se tornar menos definidos.

Essa disponibilidade não aparece apenas quando estamos efetivamente respondendo a uma solicitação. Ela também pode estar no hábito de verificar notificações, acompanhar grupos profissionais ou permanecer atento ao celular porque uma demanda pode surgir. Mesmo sem estar trabalhando naquele momento, parte da atenção pode continuar direcionada à possibilidade de precisar trabalhar.

Nem todas as pessoas, porém, possuem a mesma autonomia para estabelecer esses limites. Algumas funções envolvem plantões ou períodos de disponibilidade previamente combinados, enquanto certos ambientes profissionais podem criar expectativas de resposta fora do horário habitual. Por isso, preservar o tempo pessoal não depende exclusivamente da capacidade individual de desligar o celular ou dizer “não”.

Quando possível, tornar mais claros os horários, prioridades e situações que realmente exigem disponibilidade pode ajudar a diferenciar aquilo que precisa de atenção imediata do que pode esperar. Estar comprometido com o trabalho não precisa significar estar permanentemente acessível a ele.

Para mais conteúdos sobre saúde emocional, comportamento, trabalho e psicoterapia, acesse nosso blog: psicologoeterapia.com.br/blog.

RELACIONAMENTOS | Compartilhar uma vida também envolve administrar aquilo que faz parte do cotidiano. Tarefas domésticas...
16/09/2026

RELACIONAMENTOS | Compartilhar uma vida também envolve administrar aquilo que faz parte do cotidiano. Tarefas domésticas, compromissos, decisões e outras demandas precisam ser organizados e, quando essa responsabilidade se concentra frequentemente em uma única pessoa, a rotina compartilhada pode se transformar em uma fonte de sobrecarga.

Dividir responsabilidades não diz respeito apenas a quem executa cada tarefa. Existe também o trabalho de perceber o que precisa ser feito, lembrar compromissos, planejar compras, antecipar necessidades e organizar soluções. Quando uma pessoa precisa constantemente identificar, planejar e solicitar aquilo que o outro fará, parte importante da responsabilidade continua concentrada nela.

Uma divisão equilibrada também não precisa significar que cada tarefa será repartida exatamente pela metade. Horários, disponibilidade, preferências e momentos de vida podem fazer com que cada pessoa assuma responsabilidades diferentes. O importante é que essa organização possa ser conversada, reconhecida e revista quando deixar de funcionar para um dos dois.

Essas conversas não precisam acontecer apenas quando a sobrecarga já se transformou em conflito. À medida que a rotina muda, os acordos também podem mudar. Dividir responsabilidades é construir uma dinâmica em que aquilo que pertence à vida a dois também possa ser assumido de forma compartilhada.

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ANSIEDADE | Algumas situações sociais podem despertar ansiedade, especialmente quando envolvem pessoas desconhecidas, gr...
16/09/2026

ANSIEDADE | Algumas situações sociais podem despertar ansiedade, especialmente quando envolvem pessoas desconhecidas, grupos novos ou a sensação de estar sendo observado e avaliado. Mesmo quando o ambiente é acolhedor e não existe uma ameaça concreta, a interação pode ser vivida com apreensão.

Nesses momentos, a atenção pode ficar muito voltada para o próprio comportamento. A pessoa pode observar excessivamente o que está dizendo, como está agindo, se demonstrou nervosismo ou o que os outros podem estar pensando sobre ela. Essa preocupação pode tornar uma situação que já exige atenção ainda mais desconfortável.

Sentir algum nervosismo ao chegar a uma festa, conhecer novas pessoas ou participar de um grupo não significa necessariamente que exista um transtorno de ansiedade social. A intensidade, a frequência, o contexto e o impacto dessas experiências na vida cotidiana são aspectos importantes para compreender o que está acontecendo.

Também não se trata simplesmente de “perder a timidez” ou se obrigar a enfrentar qualquer situação. Compreender o que desperta ansiedade nas interações e perceber como pensamentos, expectativas e comportamentos participam dessa experiência pode ajudar a construir outras maneiras de lidar com esses momentos.

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HOBBIES | Na vida adulta, trabalho, estudos, casa, família e outras responsabilidades podem ocupar grande parte da rotin...
16/09/2026

HOBBIES | Na vida adulta, trabalho, estudos, casa, família e outras responsabilidades podem ocupar grande parte da rotina. Com isso, atividades realizadas simplesmente por interesse, curiosidade ou prazer podem acabar recebendo cada vez menos espaço. Descobrir novos hobbies pode ser uma forma de experimentar algo que não precisa estar relacionado às obrigações do cotidiano.

Começar uma atividade nova também significa permitir-se ser iniciante. Podemos não saber como fazer, cometer erros ou perceber que outras pessoas têm muito mais experiência. Um hobby não precisa ser algo em que somos especialmente bons para continuar tendo valor e sendo prazeroso.

Também não é necessário transformar cada novo interesse em uma habilidade, projeto, fonte de renda ou compromisso permanente. Podemos experimentar fotografia, dança, jardinagem, esportes, música ou qualquer outra atividade e depois descobrir que não queremos continuar. Experimentar e mudar de interesse também faz parte desse processo.

Ter um hobby tampouco precisa se tornar mais uma obrigação na agenda. Não existe uma frequência ideal nem a necessidade de encontrar uma grande paixão. Às vezes, descobrir algo novo começa apenas com a curiosidade de experimentar e perceber se aquela atividade merece encontrar um espaço na nossa vida.

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AMIZADES | O fim de uma amizade importante também pode ser vivido como uma perda. Mesmo quando não existe uma ruptura re...
15/09/2026

AMIZADES | O fim de uma amizade importante também pode ser vivido como uma perda. Mesmo quando não existe uma ruptura repentina, o afastamento pode modificar hábitos, planos, grupos sociais e pequenas referências do cotidiano que foram construídas ao longo daquela relação.

Algumas amizades terminam depois de conflitos ou quebras de confiança. Outras se transformam gradualmente à medida que interesses, circunstâncias e momentos de vida mudam. E nem sempre existe uma conversa definitiva que marque o encerramento. Às vezes, percebemos aos poucos que um vínculo que já ocupou muito espaço deixou de existir da mesma maneira.

Também é possível sentir emoções aparentemente contraditórias. Podemos sentir saudade e continuar acreditando que o afastamento foi necessário, guardar carinho pela história compartilhada e não desejar retomar a relação ou reconhecer aquilo que foi importante sem ignorar os motivos que levaram ao distanciamento. Sentir falta de alguém não significa necessariamente querer essa pessoa novamente em nossa vida.

Uma amizade não precisa durar para sempre para ter sido significativa. Quando ela termina, elaborar essa mudança pode envolver reconhecer tanto aquilo que foi perdido quanto o lugar que essa relação ocupou em determinada fase da vida. O vínculo pode não continuar, mas isso não apaga a importância da história que existiu.

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AUTOCONHECIMENTO | A expressão “síndrome do impostor” costuma ser utilizada para descrever experiências em que uma pesso...
15/09/2026

AUTOCONHECIMENTO | A expressão “síndrome do impostor” costuma ser utilizada para descrever experiências em que uma pessoa encontra dificuldade para reconhecer a própria competência, mesmo diante de resultados e conquistas que indicam suas capacidades. Não se trata de um diagnóstico clínico, mas de um fenômeno que pode aparecer em diferentes contextos da vida.

Uma conquista pode ser atribuída exclusivamente à sorte, um elogio pode parecer exagerado e uma oportunidade pode vir acompanhada do receio de que, em algum momento, os outros percebam que aquela competência não é tão grande quanto imaginam. Com isso, evidências positivas nem sempre são incorporadas à maneira como a pessoa avalia a si mesma.

Mas nem toda insegurança significa vivenciar esse fenômeno. Começar uma atividade, assumir novas responsabilidades ou reconhecer que ainda há muito a aprender pode naturalmente despertar dúvidas. O contexto também importa: ambientes excessivamente críticos, competitivos ou marcados por desvalorização podem influenciar a percepção que alguém constrói sobre a própria capacidade.

Reconhecer a própria competência não significa acreditar que sabemos tudo, ignorar limitações ou imaginar que nunca cometeremos erros. Significa permitir que habilidades, esforços e conquistas também façam parte da avaliação que fazemos de nós mesmos, sem exigir perfeição para considerá-las legítimas.

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CRIAÇÃO DE FILHOS | Frustrações fazem parte da infância e podem aparecer quando a criança precisa esperar, perde um jogo...
15/09/2026

CRIAÇÃO DE FILHOS | Frustrações fazem parte da infância e podem aparecer quando a criança precisa esperar, perde um jogo, recebe um limite, comete um erro ou simplesmente percebe que algo não aconteceu como gostaria. Aprender a lidar com essas experiências não significa deixar de sentir decepção, irritação ou tristeza diante delas.

Quando algo dá errado, é compreensível que os adultos sintam vontade de resolver rapidamente a situação ou afastar o desconforto da criança. Mas nem toda frustração precisa ser eliminada. Em situações adequadas à idade e ao desenvolvimento, a presença de um adulto pode ajudá-la a reconhecer o que sente e atravessar aquele momento com apoio.

Acolher uma frustração também não significa atender ao desejo da criança para que ela deixe de se sentir frustrada. É possível reconhecer que ela queria muito determinado resultado e, ao mesmo tempo, manter um limite ou aceitar que aquilo não poderá ser modificado. Validar uma emoção é diferente de precisar mudar a situação que a provocou.

Cada criança pode reagir de uma maneira, e aprender a lidar com frustrações acontece gradualmente. Mais do que esperar que os filhos não se frustrem, podemos ajudá-los a descobrir que uma decepção pode ser sentida, compreendida e atravessada, e que é possível continuar depois que algo não aconteceu como esperavam.

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COMUNICAÇÃO | Comunicação assertiva envolve conseguir expressar opiniões, necessidades, preferências e limites de maneir...
15/09/2026

COMUNICAÇÃO | Comunicação assertiva envolve conseguir expressar opiniões, necessidades, preferências e limites de maneira clara, considerando também o contexto e a outra pessoa. Ser assertivo não significa falar mais alto, impor uma posição ou encontrar uma forma de fazer com que o outro concorde conosco.

Em algumas situações, podemos evitar dizer o que pensamos por receio de gerar desconforto, desagradar ou iniciar um conflito. Em outras, a tentativa de sermos compreendidos pode fazer com que nossa fala se torne mais rígida. Entre silenciar aquilo que precisamos dizer e tentar impor nossa posição, existem outras maneiras de nos comunicar.

Assertividade também não significa dizer tudo o que pensamos sem considerar momento, contexto ou impacto. Podemos discordar sem transformar a conversa em ataque, comunicar uma necessidade sem esperar que ela seja adivinhada e estabelecer um limite sem desconsiderar que a outra pessoa também possui opiniões, necessidades e limites próprios.

Mesmo uma comunicação cuidadosa não garante concordância ou uma resposta positiva. O outro pode discordar, frustrar-se ou dizer não, e isso não significa necessariamente que nos comunicamos mal. Comunicar-se com assertividade não é controlar a resposta do outro, mas conseguir dar lugar ao que precisamos expressar enquanto também deixamos espaço para uma resposta diferente da nossa.

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