15/09/2026
Vermelhidão e ardência das queimaduras são apenas a ponta do iceberg da agressão do sol à pele. Os danos mais profundos são silenciosos e cumulativos: alterações no DNA que contribuem para o envelhecimento precoce e o câncer.
Toda exposição desprotegida à radiação f**a “guardada” na pele desde a infância: 75% dos estragos do sol ao longo da vida ocorrem antes dos 20 anos.
Os raios UVB atingem principalmente a camada superficial da pele e são os principais responsáveis pelas queimaduras. Já os UVA penetram mais fundo e provocam rugas, manchas e flacidez.
O bronzeamento, longe de ser sinal de saúde, na verdade é uma reação de defesa da pele, produzindo mais pigmento melanina como escudo. A descamação nada mais é do que o “suicídio” das células danif**adas, que se autodestroem para evitar a multiplicação.
Por isso, a proteção solar precisa ser diária, não apenas na praia e piscina. Dermatologistas recomendam uso no rosto de filtro de amplo espectro (com defesa UVA e UVB) e FPS 30 ou superior. No corpo, sempre que houver exposição prolongada em corrida, ciclismo, treino e esporte ao ar livre.
Conheça o guia de proteção solar da Sociedade Brasileira de Dermatologia.