GH Scheuermann

GH Scheuermann Vem crescer com o GH! Consultoria online
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Todo mês a mesma história. Numa semana tu carrega o que sempre carrega e ainda sobra. Na outra, o mesmo peso parece dobr...
27/05/2026

Todo mês a mesma história. Numa semana tu carrega o que sempre carrega e ainda sobra. Na outra, o mesmo peso parece dobrado, o humor desce, a cólica chega. E aí vem a culpa: será que tô treinando errado, será que tô sem disciplina, será que é só na minha cabeça?

Não é só na cabeça. Tem fisiologia rodando aí embaixo.

O teu ciclo tem duas metades. Na primeira, a folicular, o estrogênio sobe e favorece anabolismo, força, potência. Na segunda, a lútea, a progesterona sobe, eleva a temperatura basal e pode aumentar a percepção de fadiga.

McNulty e colegas, em 2020, juntaram 78 estudos sobre fase do ciclo e performance. A maior revisão feita até hoje. O que acharam: a folicular tem uma pequena vantagem sobre a lútea em força e potência. Mas o efeito médio é trivial a pequeno. E a variação entre mulheres é gigantesca.

Pra maioria, treinar consistente já entrega. Não precisa virar planilha hormonal.

Mas pra algumas, a queda na lútea é nítida. Cólica forte, sono pior, força que despenca antes da menstruação. Pra essas, calibrar volume e intensidade por fase faz total sentido.

No método GH, aluna que responde forte ao ciclo treina intensidade maior na folicular e volume reduzido na lútea. Aluna que não responde mantém periodização normal. Porque consistência ainda é o que mais entrega no longo prazo.

Salva esse pra revisar no próximo ciclo.

Manda pra amiga que jura que é só na cabeça dela.

Comenta EU QUERO pra saber sobre meu acompanhamento personalizado, que calibra teu treino pelo teu ciclo.

Lembranças de uma viagem divertida  🤍
26/05/2026

Lembranças de uma viagem divertida
🤍

Cena recorrente. Pessoa tá em bulk há 6 meses, acumulou gordura, mas tem medo de cortar e perder tudo que construiu. Emp...
25/05/2026

Cena recorrente. Pessoa tá em bulk há 6 meses, acumulou gordura, mas tem medo de cortar e perder tudo que construiu. Empurra o cut com a barriga, e a gordura vai acumulando mês a mês.

A solução não é cut longo. É cut curto e cirúrgico.

Trexler e colegas, em 2014, fizeram uma revisão completa sobre adaptação metabólica. A partir de 8 a 12 semanas em déficit contínuo, o metabolismo basal cai, o cortisol sobe, e a perda de massa magra acelera muito.

Cut curto, entre 4 e 6 semanas, não ativa essa cascata. Tu sai antes do estrago começar.

O mini-cut é um corte curto e agressivo, ao redor de 25% abaixo da manutenção. Curto o suficiente pra não ativar a adaptação metabólica que destrói o cutting longo.

No método GH, o aluno em mini-cut segue protocolo fechado. Déficit 25%, 4 a 6 semanas, proteína sobe pra 2,2 a 2,5g por kg, treino mantém volume e intensidade. Depois, volta pra manutenção 1 a 2 semanas, e retoma o bulk.

Gordura embora, músculo intacto, próximo ciclo começa zerado.

Salva esse pra revisar quando bater a dúvida de cortar.

Manda pro amigo que tá empurrando o cut com a barriga há meses.

Ressalva aqui do cálculo das proteínas por kg corporal, não por kg de massa magra, porque presume-se que a pessoa está com o % controlado.

Me segue aqui pra mais conteúdo assim, treino e dieta destrinchados com ciência de verdade.

24/05/2026

Só quem já viu de perto, entende, o real perigo do uso da insulina!

Desejo muita força, para a família e amigos do Gabriel Ganley

O low volume tá acabando com os resultados de muita gente. Não porque a tese é errada, mas porque virou muleta pras pess...
23/05/2026

O low volume tá acabando com os resultados de muita gente. Não porque a tese é errada, mas porque virou muleta pras pessoas se subestimarem.

O hype nasceu de uma reação. Antigamente, treino bom era treino longo, ficar horas na academia. Aí veio a galera nova mostrando que dava pra crescer com sessão curta. Verdade. Só que de tanto repetir, o pêndulo foi pro outro extremo.

A pergunta que eu mais recebo não é quanto tempo eu treino. É quanto tempo eu passo dentro da academia. E essa pergunta entrega tudo, a galera mede treino por relógio, com medo de passar do ponto.

Schoenfeld e colegas, em 2017, juntaram 15 estudos sobre volume e hipertrofia. Acharam uma relação clara: dose-resposta. Mais séries por semana, mais músculo, até por volta de 10 a 20 séries semanais por grupo.

E tem outro detalhe: chegar perto da falha sozinho é muito mais difícil do que parece. A galera diz que vai à falha mas para 3, 4 reps antes. No low volume, isso é fatal, porque a tese inteira é poucas séries com intensidade máxima.

No método GH, low volume é escolha consciente, não regra. Entra em rotina apertada, recuperação ruim ou aluno avançado com leitura corporal madura. Fora disso, o aluno treina com 10 a 20 séries semanais por grupo, divididas em pesado e estímulo.

O prejuízo de treinar abaixo do que tu pode é muito maior do que treinar um pouco além. E pior, é silencioso.

Salva pra revisar teu treino.

Manda pro amigo que faz 6 séries por semana e jura que tá otimizando.

Comenta EU QUERO pra saber sobre meu acompanhamento personalizado, que calibra o volume pelo TEU corpo.

Tem uma voz que aparece na academia dizendo que se tu não quebrar, não cresceu. Ela parece motivacional. Mas ela tá te c...
23/05/2026

Tem uma voz que aparece na academia dizendo que se tu não quebrar, não cresceu. Ela parece motivacional. Mas ela tá te cobrando um imposto caro.

Porque treinar até a falha em toda série não é coragem. É desgaste que se acumula.

Helms e colegas, em 2018, juntaram dezenas de estudos sobre treinar perto ou longe da falha. O que acharam: treinar com 1 a 3 reps na reserva (o tal do RIR) entrega o mesmo ganho de massa que ir até a falha. Só que com bem menos fadiga.

Em 2019, Carroll e colegas foram além. Falhar em toda série atrapalhou a frequência semanal e a força máxima ao longo de 8 semanas.

O motivo é simples. Cada série até a falha cobra uma conta do teu sistema nervoso. E essa conta se arrasta por 24 a 72 horas, deixando os treinos seguintes mais fracos.

Isso não quer dizer que a falha nunca presta. Ela funciona bem na última série de um isolado seguro, de vez em quando. Rosca direta, cadeira extensora, elevação lateral. Mas agachamento, terra e supino pesado? Nunca.

No método GH, o aluno avançado treina a maior parte das séries entre RIR 1 e 3. O resultado: mais volume de qualidade, menos lesão, sono melhor e ganho que não trava.

Salva esse pra revisar antes do próximo treino.

Manda pro amigo que treina na fúria toda série.

Comenta EU QUERO pra saber sobre meu acompanhamento personalizado, que calibra o treino pelo teu corpo.

22/05/2026

Eai compensa ou não compensa fazer hack e agachamento no mesmo treino?

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São Paulo, SP

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