corpo.ser A Medicina Chinesa e a Psicologia Corporal tem muito a nos ensinar sobre como transformar o sofrimento e adoecimento em fluidez, harmonia e satisfação.

Corpo.Ser busca pessoas para se juntar a esta bonita dança que é o VIVER!

O processo terapêutico é todo sobre poder DESCONSTRUIR a visão familiar como sendo A visão da realidade. Pois, na verdad...
27/10/2021

O processo terapêutico é todo sobre poder DESCONSTRUIR a visão familiar como sendo A visão da realidade. Pois, na verdade, ela é apenas UMA das muitas visões possíveis de mundo e de vida.
 
Qnd nascemos, incorporamos os valores, desejos e formas de viver do nosso meio. Ou seja: nossa cultura e nossa família.
Nossa família é um recorte da cultura. Assim como nossa cultura é um recorte da realidade. E não TODA a realidade. Desconstruir isso é construir liberdade de ser quem se é verdadeiramente. É criar uma realidade inclusiva e diversa.
 
Vocês se lembram dos momentos “uau, a vida é muito maior do que eu poderia ver!”?
Talvez numa viagem pra algum lugar diferente do seu originário. Ou quando criança foi passar o FDS na casa de um amiguinho. Quem sabe quando mudou de escola? Ou quando foi morar sozinho? Quando leu um livro muito diferente do que você pensava. Quando mudou de cidade? Quando ficou solteira após um longo relacionamento?
 
O que elas tem em comum: a quebra com algo que é FAMILIAR.
 
Romper com o familiar amplia o horizonte perceptivo. É como se um mundo transparente se materializasse na sua frente. Ele sempre existiu só que você não podia enxergar 🤯
 
Sair do familiar é o próprio processo terapêutico. Ampliar o ponto de vista aonde só existe uma saída possível, uma verdade, uma forma de sentir, fazer, ser.

é uma fotografia de 3 chinelos de diferentes tamanhos : dois adultos e um infantil, sugerindo uma família. Há o escrito "romper com o que é familiar..."

Como explicar pra uma criança de 4 anos o nosso trabalho? Segue o diálogo: Tomás: Mamãe, pq vc não pode colocar um filmi...
23/09/2021

Como explicar pra uma criança de 4 anos o nosso trabalho? Segue o diálogo:
 
Tomás: Mamãe, pq vc não pode colocar um filminho pra eu assistir enquanto vc trabalha?
(estávamos nos arrumando pra ele ir pro pai e eu poder trabalhar)
Eu: Pq senão eu teria de deixar vc na TV muitas e muitas horas seguidas. E vc não poderia ficar no msm cômodo que eu.
T: Mas pq?
E: Pq o trabalho da mamãe tem o sigilo. Lembra que eu te expliquei o pq que ninguém pode ouvir o que as pessoas falam comigo?
T: Mas pq?
(Sim, estamos nessa fase 🥴)
E: Pq a mamãe é tipo uma agente secreta 😏. Vc sabe o que é um agente secreto?
T: 😳🤯 Sim! Sei!!
E: Então, a mamãe é tipo uma agende secreta do coração. Então ninguém pode saber o que a gente conversa nas sessões. 😏😏😏
T: (muito empolgado) Então eu tb quero ser um agente secreto! Mas ninguém sabe sobre as missões?
E: Só a tia Simone (supervisora 🤣) e a tia Nivia pq elas me ajudam nos casos secretos.
T: (muito, muito empolgado começou a brincar de agente secreto até chegar na casa do pai)
 
Então, querides psis, podem se considerar os Mrs. e Mr. Smith da alma hahahahah

a imagem é o cartaz do filme mr e mrs simth: Angelina Jolie e Brad Pitt em pé encostados nas laterais

THE MASK YOU LIVE INProvável ser o doc que eu mais tenha falado nesta página. Não é atoa. Ele é SUPER necessário. No Gru...
26/10/2020

THE MASK YOU LIVE IN

Provável ser o doc que eu mais tenha falado nesta página. Não é atoa. Ele é SUPER necessário.

No Grupo 1 estamos nas últimas semanas dos nossos estudos, atualmente estudando o caráter fálico-narcisista.

Assistimos juntas o doc e é impossível não chorar e se entristecer de forma profunda.
Também não é possível sentir sua alma sendo tocada no mais profundo da compaixão e empatia.

Recomendo a todes.

A primeira vez que o vi minha vontade era de colocar em todos os telões do Brasil passando em looping.
Esta deve ser a 5a vez que assisto, e a intensidade é ainda avassaladora.

Cuidemos dos nossos meninos. Eles Serão os homens de amanhã.

"As pessoas não são más, elas só estao perdidas. Ainda há tempo" Criolo

Ps: conhece bons docs para me indicar falando da construção do feminino na nossa cultura?

fundo preto com o cartaz do documentário "the mask you live in" . Escrevi "conhece este documentário?" e há a logo da pagina ao canto. O cartaz é o rosto de um menino preto de uns 12 anos com o escrito em cima, tapando suas feições como uma máscara.

Taí uma frase atual emblemática do reducionismo e competitividade das redes que não ajuda ninguém. A militância baseada ...
24/09/2020

Taí uma frase atual emblemática do reducionismo e competitividade das redes que não ajuda ninguém.

A militância baseada na competição e na infantilização é face da mesma moeda do que tenta combater. Ou seja: ajuda a reproduzir o status quo.

1) Não existe o s**o bom e o s**o ruim. Não gostar de tr***ar com alguém não o torna ruim de cama e vc boa. Isso é competição. Assim como não faz João bom e José ruim. Isso tb é competição.
Quando este desencontro acontece, significa que vcs não foram compatíveis.
Um homem que é mecânico ou autocentrado sexualmente falando pode sim agradar certas mulheres.
Pq não são as mulheres deusas do amor e s**o e os homens horríveis. Essa militância só serve ao patriarcado. A repressão e desconexão sexual são GENERALIZADAS.

2) o seu prazer e satisfação é APENAS SUA RESPONSABILIDADE. Localizar no homem isto é novamente empurrar as mulheres para a infantilização e dependência que o patriarcado ama. Cabe à mulher (assim como cabe ao homem) COMUNICAR suas necessidades se***is.
Se mesmo assim continuar insatisfatória a relação É RESPONSABILIDADE SUA APENAS de ir em busca de outra que seja satisfatória. Ou de olhar pra suas impotências se***is (TODES temos muitas. Muitas).

3) mulheres fingem or****os por motivos diversos, inclusive por narcisismo delas próprias. Se sentir impotentes e envergonhadas por isso é um clássico. Podemos discutir o ato de fingir orgasmo e o patriarcado, mas de forma não reducionista pfv.

4) relação sexual é construção mútua, contínua e em constante mudança. Se a comunicação não for aberta e acolhedora, sempre será uma relação opressiva, independente de qual gênero pra qual gênero.

Cuidado para não ficarmos reproduzindo como macacos posicionamentos lacradores que a única função é gerar conflito.
Somos seres extremamente complexos num sociedade idem.

Autoconhecimento é sexual Incluisve.
Se toquem.
Façam massagens tântricas.
Trabalhos que conectem o afeto e a sexualidade.
Isto é poder.
Sorte pra nós.

(DESCRIÇÃO DA IMAGEM NOS COMENTÁRIOS)

Eu ia escrever sobre o cansaço de falar o óbvio que me assolou desde que Bolsonaro ganhou a presidência. Mas acabei para...
23/09/2020

Eu ia escrever sobre o cansaço de falar o óbvio que me assolou desde que Bolsonaro ganhou a presidência. Mas acabei parando na tolerância...

Quem me conhece sabe que sou milituda. Desde pequenininha. Era dessas q via uma criança chorando no recreio e ia logo sentar do lado e perguntar o q houve. Com 6 anos. Com 12, via os "pop**ares" ridicularizar alguém mais frágil e me indignava demais.
É meio óbvio que me tornei uma adulta onde grande parte da visão de mundo tem a ver com o cuidado com as minorias e as relações de opressão.
Não atoa escolhi Reich...

Mas esta minha forma acabou me aprisionando. O lugar reativo, protetor, contestador, intolerante à dominação me tornou refém.

Há quem diga que é meu mapa de virgem com aquário. Ou que é uma reação à educação autoritária patriarcal. Ou que é problema com autoridade/pai. Eu digo que todos estão certos. E provavelmente muitas outros pontos de vista tb.
Mas a verdade é que a intolerância sempre foi um dos meus canhares de Aquiles.

Nesta quarentena mergulhei fundo no estreitamento da tolerância. Crítica, arrogância, reatividade, medo do ser submetida, competição... essa galera toda veio junto.

A real é que desde que Bolsonaro ganhou eu cansei de gritar pra todos ouvirem e desisti. E aceitei. Aceitei que só ouve quem pode ouvir. E comecei a só falar pra quem pergunta. Aceitei que é assim a vida, não vou mudar o mundo. Mas posso ajudar a mover uns tijolinhos na mudança de quem está no ponto de mover.
Isso foi libertador. Consegui descansar um pouco. Porém tb foi triste. Abrir mão de expectativas tão bonitas é triste. Entender que as coisas só são como podem ser é libertador.

Este percurso é longo. Desde 2009. E sei que ele irá até meu último dia de vida na Terra. Mas nesta quarentena minha companhia tem sido o conflito de tolerância/intolerância. E é maravilhoso que logo Bolsonaro seja meu parceiro de mergulho nessas feridas.

E vc, quem tem sido suas cias de quarentena?

um ceu azul cobalto sem nuvens. Um solo seco. Um corpo nu na ponta dos pés em posição fetal se protege de um enorme olho que olha para ele de muito perto.

"Existe mesmo um amor que seja quente mas nao seja controlador? O amor morreu... sem dúvida por todo controle e abuso. T...
20/09/2020

"Existe mesmo um amor que seja quente mas nao seja controlador?

O amor morreu... sem dúvida por todo controle e abuso. Todas as violências sofridas e feitas. Tantas circunstâncias... Como me mantive cega por desespero, por medo de não encontrar mais aquela sensação fora, por não ser amada por mais nenhum homem...?

Sinto medo.
Não quero ser assim novamente. Não quero topar homens pequenos que se fazem de grandes apequenando-me. Não quero e não vou"

Encontrei dia desses um escrito antigo meu de uns meses após o fim de uma relação abusiva.
Qnd o escrevi estava me dando conta da abusividade da relação vivida, e sentia um misto de incredulidade, culpa, raiva e medo ao me deparar com este fato óbvio.

Olhando pra trás é claro o quanto eu fui murchando, o quanto a minha vivacidade foi sendo drenada. Assim como os motivos que topei entrar nesta canoa furada. Mas na época da relação, não nada disso era percebido.

O que nos leva a topar esse tipo de relação é sempre a DEPENDÊNCIA/CO-DEPENDÊNCIA. E estas podem ser de muitas formas: emocional, sexual, financeira, social, intelectual...
Buscar a força e preenchimento de si fora às vezes é o que é possível, mas o preço é sempre alto.

A mágoa e a desconfiança perduram. E ao contrário do que a cultura judaico-cristã gosta de pregar: a dor não nos faz crescer, só nos faz sofrer. Mas o amor... ah, esse sim, esse nos tornam gigantes!

Cuidem-se 💖

um homem e uma mulher, bailarinos, de costas. Eles estão ligados por um emaranhado de linha preta. É uma dança muito expressiva que passa a impressão de aprisionamento e sofrimento. Há o escrito "Sobre amores que fazem sangrar"

O colecionador de corações... Quem não conhece um tipo desses?Ele gosta da conquista. Ele gosta do difícil. Encara a mul...
18/09/2020

O colecionador de corações...
Quem não conhece um tipo desses?

Ele gosta da conquista. Ele gosta do difícil. Encara a mulher como um alpinista encara uma montanha. Quanto mais dificil e inalcançável mais valiosa.

Ele sabe fazer o jogo da conquista. Ele vira o que ela quer. Independente quem seja ela. E o que ela queira. Pq ela não importa, apenas ele. E sua capacidade de conseguir o que quer.

Ou então seu estilo é ir pela força, mesmo que forjando não ser. Faz piada e ignora o não. Estamos só brincando, uma risadinha, e uns centímetros a mais pra dentro do limite colocado. É besteira isso, não é pra levar tão a sério...
E é besteira msm, o importante é conseguir o que ele quer. No caso é ela.

Mulher-troféu.
Mulher-objeto.

Pq colecionar corações? Pq ele msm não tem um.
Seu peito é duro, ressentido, magoado. Frescura e besteira isso de sentir. Nunca pôde, sempre foi ridicularizado. Ridiculariza em troca.

Pornozinho? Sim!
Alcoolismo? Claro!
Abuso de maconha? Legalize já!

O que vale é amortecer o peito. E hiperestimular o pau. Pq assim não sinto o vazio da minha vida e minha impotência de vibrar.

To falando dos homens pq assim é a masculinidade exigida deles.
Mas certa vez conheci uma menina, uma mulher, que tinha uma caderno com todas suas conquistas amorosas-se***is. Ela tinha dados, ranking, avaliações. E eram muitas. Ela sentia orgulho. Era delicioso preencher estes cadernos e objetificar estes homens.
Ela não existe mais, apesar de estar viva. Hoje ela tem um peito que ama e que dói.

uma mão segurando 5 miniaturas do órgão coração. Há o escrito "O colecionador de corações..." em baixo e a cima a logo da página.

Eis aí um tema delicado...É incrível o constrangimento que se sente ao falar claramente sobre dinheiro. Justo ele que é ...
17/09/2020

Eis aí um tema delicado...

É incrível o constrangimento que se sente ao falar claramente sobre dinheiro. Justo ele que é o centro da nossa vida. Vivemos num sistema capitalista e tudo acontece por e para o tal do dinheiro.

Muitas vezes, quando vamos trabalhar questões de ORALIDADE precisamos falar sobre ele diretamente: em números reais. Sua dependência financeira está na relação com quem? Como fazer pra poder ir se tornando autônomo?

Já não tenho idéia de quantas vezes peguei o papel e a caneta e fiz a lista das entradas e das saídas junto com o paciente.

Sabe quando mais a gnt fala de grana no processo terapêutico?
Quando quer trabalhar a ESQUIZOIDIA, que lida com o material de forma caótica, confusa e irreal. Aí pegamos o bom e velho caderninho pra trabalhar a percepção do paciente com dados de realidade.

E se for trabalhar também a ANALIDADE de alguém,
entramos diretamente no dinheiro. Quanto se ganha, quanto se junta? Como faz pra esconder o quanto se tem?

Em compensação, o NARCISISMO vai fazer o contrário: exibir o dinheiro que não tem como se tivesse. Se for numa estrutura fálica então... Como se trabalha? Quanto tem de dinheiro real? E dívidas? Onde escolhe gastar?

Cada indivíduo tem uma estrutura de caráter própria e vai se relacionar com o dinheiro de forma estereotipada, ou seja, padronizada.
O dinheiro é um representante da potência do indivíduo no mundo. Como ele lida com ele diz de como ele lida com a própria potência. Tem ou nao tem? Depende de alguém ou algo pra ter? Consegue produzir? Sabe qual seu verdadeiro tamanho financeiro? Sente culpa? É horrível? Prazer em exibir? Necessidade de esconder? É coisa de adulta? É sujo? É divino? Etc...

Lembrando que quanto mais privilégio social maior será a potência social de gerar dinheiro e estes cruzamentos precisam estar incluídos na análise terapêutica.

Se o terapeuta não pode falar sobre isso diretamente, em números, vai limitar seu trabalho e sua própria vida.

COMO VOCÊ LIDA COM O DINHEIRO?

a imagem de um homem branco de meia idade, da década de 50, de terno, sentado e cercado de pilhas de ouro. Ele está anotando algo. Escrito há "Dinheiro: o que diz de nós?"

As vagas se esgotaram, as bolsas estão preenchidas e eu queria dizer que estou muitíssimo feliz e animada por este curso...
10/09/2020

As vagas se esgotaram, as bolsas estão preenchidas e eu queria dizer que estou muitíssimo feliz e animada por este curso!

A virtualidade não superará jamais a presença, mas é inegável que tem muitos aspectos maravilhosos no virtual.
Poder estar com gente querida de lugares e vidas tão distintas me encanta e este novo Grupo permite isto.

Terça que vem faremos nosso primeiro encontro de apresentação.

Deixo vcs com relatos de duas alunas dedicadas e mulheres parceiras nesse caminho reichiano, .nicolle da turma 1 e .guahy da turma 2.

Que venha dia 15!

"O grupo tem sido um espaço de muitas descobertas e novos conhecimentos. A cada encontro saio mais encantada por Reich, querendo ler mais e sentir mais. Gratidão a Natália por compartilhar tanto com tanto cuidado." Relato de Ully Guahy

"Olá, meu nome é Nicolle Shigueoka, sou psicóloga e aluna da Nathalia.
Participar do grupo de estudos é pra mim, uma experiência muito enriquecedora.
A Nati, consegue articular, com muita doçura, a teoria com sua prática clínica.
Indico a todos que tiverem interesse em aprender ou acrescentar em sua experiência clínica, ingressarem na nova turma.
Tenho certeza que dinheiro nenhum pagará a experiência adquirida..." depoimento de Nicolle Shigueoka

O terceiro quadro é o cartaz do curso. Aonde uma senhora idosa p**a alegremente de uma mureta para dentro de um lago ou mar. Está em tons de cinza. E há os escritos "3a turma Grupo de Estudos de Psicoterapia Corporal Reichiana"

 "A experiência que venho tendo no grupo de estudos tem contribuído significativamente pro meu desenvolvimento profissio...
04/09/2020


"A experiência que venho tendo no grupo de estudos tem contribuído significativamente pro meu desenvolvimento profissional/pessoal.
O conhecimento extravasa uma simples leitura de texto, experimento algo mais profundo,potente e tocante.
À cada acting uma descoberta, um sentimento, uma emoção...
Grata à este grupo conectado que formamos, e em especial à vc Natália pela troca generosa, dedicação e cuidado."

Relato de uma das alunas queridas da turma 2, .renata.alves

Iniciaremos mais uma turma, desta vez 100% on line.
As bolsas felizmente foram preenchidas 😍
Resta apenas mais uma vaga pagante 😊

Sobre o curso, vá pfv na postagem original.

Até!!

"As disposições internas para a função amorosa determinam os diferentes aspectos de todas as atividades do indivíduo. O ...
04/09/2020

"As disposições internas para a função amorosa determinam os diferentes aspectos de todas as atividades do indivíduo. O fo.de.dor sempre conseguirá, metendo, esfregando; terá técnicas especiais para chegar tranquilamente a seus fins; o tipo passivo é vítima daquilo que o ativo lhe impõe. O caráter ge***al, ao contrário, deixa sempre que as coisas funcionem e aconteçam; ele mergulha ativamente em tudo que faz, seja amar uma mulher ou um homem, seja montar uma organização ou executar um trabalho"

Os trechos transcritos foram retirados do capítulo O Abraço Ge***al, no livro de W. REICH O Assassinato de Cristo.

Eu amo este capítulo. Queria morar nele.

O que lhe ocorre ao ler tais passagens?

Lembrando que nesta sexta (04/09) teremos LIVE sobre Sexualidade e Política com o olhar da psicoterapia reichiana, a convite da querida Alice às 19h. Será pelo perfil dela.

Abra um vinho e vamos fazer esse delicioso happy hour juntes 🥂

a imagem tem a frase 'enquanto a Vida simplesmente ama, a vida encouraçada "fode"'. E a silhueta de dois corpos se beijando, ambos preenchidos por uma galáxia

  Descobri como faz repost por causa deste texto. Que bom que Mari o escreveu 💖• • • • • •Meu texto sobre setembro amare...
02/09/2020


Descobri como faz repost por causa deste texto. Que bom que Mari o escreveu 💖
• • • • • •
Meu texto sobre setembro amarelo sempre parte de um incômodo. Falar de suicídio não é falar de depressão e, quando resumimos a isso, estamos perdendo de vista um fato importante:

O suicídio acontece em maior parte na pop**ação negra. Especialmente jovens moços negros. E esta maior parte não é qualquer coisa: chega a uma diferença de quase cinquenta porcento se comparados à ocorrência na pop**ação branca.

E assim poderíamos seguir: indígenas cometem mais suicídio do que brancos. Pessoas que moram em bairros periféricos estão mais próximas do suicídio do que quem mora em bairros nobres.

A Grada Kilomba cita no seu "Memórias da plantação" todo um sentido presente no deixar de existir das mulheres negras que cometem suicídio. (Que vale até um outro post por aqui).

Se eu psicologizo e digo que suicídio é "só" depressão, eu deixo de levar em conta que o social está diretamente ligado à produção de sofrimento psíquico. E que não é só fazer terapia. Tem coisa no mundo que causa sofrimento que é social, é histórico, é sobre desigualdade social e genocídio de uma pop**ação desassistida.

É sim sobre sofrimento. Mas sofrimento que vem de onde?

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