Educação em Diabetes por Lucas Xavier

Educação em Diabetes por Lucas Xavier Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Educação em Diabetes por Lucas Xavier, Site de saúde e fitness, Avenida Prof. Almeida Prado, 1280, Butantã, São Paulo (SP). CEP 05508-900, São Paulo.

O EducabeteX é voltado para todas as pessoas com diabetes e todos aqueles que querem aprender um pouco mais através de conhecimento científico, desenvolvimento de empatia e aprendizado de práticas para melhorar o gerenciamento do diabetes.

🏅 Mais 5Km, e dessa vez teve até medalha!Concluído hoje a prova do  . Sou suspeito para falar da iniciativa, já estou tr...
14/11/2021

🏅 Mais 5Km, e dessa vez teve até medalha!

Concluído hoje a prova do . Sou suspeito para falar da iniciativa, já estou trabalhando lá a mais de 8 meses e treinando mais de 6 meses.

🏃‍♀️🏃‍♂️ Quem ainda não participou da corrida ainda, corre que ainda dá tempo! Inscrição com desconte que vocês querem? Só usar o cupom Educabetex10. Para inscrições acesse: http://www.corridadiabetes.com.br

💡 E quem quiser conhecer mais o Programa Correndo pelo Diabetes é ter uma vida mais saudável, orientações sobre exercícios para melhora do manejo da glicemia e do desempenho esportivo acesso:

💭 Observação: começar uma corrida com 166 mg/dL, e acabar 5Km tranquilo e com 88 mg/dL, não foi fácil. Tudo isso graças ao trabalho da minha querida médica .passone, e minha parceira .

11/06/2021

/ Lucas Xavier

🎉 Hoje completo 12 anos de diagnóstico de DM1É uma data que devemos comemorar? Olha, por muito tempo não achava uma data...
07/06/2021

🎉 Hoje completo 12 anos de diagnóstico de DM1

É uma data que devemos comemorar? Olha, por muito tempo não achava uma data importante. Mas, com o passar do tempo, acho que devemos comemorar essas pequenas vitórias da vida.

⌛Essa foto é umas poucas que tenho no começo do diagnóstico de DM1. Estava no Congresso da (que não existe mais) junto com minha mãe, aprendendo um pouco sobre diabetes . Sim, Dona nunca deixou de aprender e ir atrás de conhecimento para essa condição que abalou nossa família que não estava preparada para receber esse novo componente para nossa vivência.

No começo, é tudo muito confuso para criança entender o que está acontecendo. Às vezes, a sobrecarga cai em cima de alguns dos responsáveis, e até mesmo pode atrapalhar na relação com os outros membros da família.

📚 Felizmente, estou estudando e aprendendo cada vez mais como o diabetes pode impactar as vidas das famílias. E HOJE vejo o quanto posso comemorar como uma vitória ter mais tempo de vida com diabetes, do que sem ela, sigo bem assim. Faz parte de mim, e quero ajudar outras pessoas possam ter esse mesmo sentimento que eu tenho:

Saber que nada ir lhe impedir o que você quer fazer e ser.

💭 À medida que nosso conhecimento sobre o diabetes se expandiu e tratamentos mais eficazes surgiram, foi criada uma dema...
13/01/2021

💭 À medida que nosso conhecimento sobre o diabetes se expandiu e tratamentos mais eficazes surgiram, foi criada uma demanda de uma abordagem mais personalizada para o cuidado e a educação do diabetes. Em torno do diabetes essa demanda carece de evolução, assim como tivemos nas insulinas e nas bombas de insulina, precisamos evoluir um ponto fundamental: a linguagem.

🦘 O órgão governamental de saúde da Austrália, o Diabetes Austrália, identificou que a linguagem no diabetes pode ser “imprecisa e prejudicial”. Por isso, foi publicado uma declaração de posição pedindo uma “nova linguagem para o diabetes”, pois os que eram utilizados (e que ainda são) mostraram resultados com influências emocionais e comportamentais negativas.

⌛ A evolução da linguagem é inevitável, acontece há anos em diversas culturas. Diante disso, a Federação Internacional de Diabetes publicou uma Filosofia da Linguagem devido à crença de que há uma “responsabilidade de dar o exemplo sobre a linguagem apropriada para outros”.

📚 Assim, a Associação Americana de Diabetes trouxe a perspectiva da linguagem centrada na pessoa com diabetes. Como? Com o princípio evitar rotular as pessoas com suas deficiências ou doenças (por exemplo, cegos, esquizofrênicos, epilépticos). Em vez disso, coloque a pessoa em primeiro lugar. Evite descrever as pessoas como vítimas ou com outros termos emocionais que sugiram desamparo (aflito, sofrendo, acometido, mutilado). Foi o primeiro passo para as primeiras diretrizes de linguagem sobre diabetes.

🚨 Orientação linguística para pesquisas, educação e publicações relacionadas ao diabetes🤐 O que você diz é importante: p...
17/12/2020

🚨 Orientação linguística para pesquisas, educação e publicações relacionadas ao diabetes

🤐 O que você diz é importante: para as pessoas com diabetes, a linguagem tem um impacto na motivação, no comportamento e nos resultados do manejo da glicemia.

A maneira como falamos com e sobre as pessoas com diabetes tem um papel importante no envolvimento, entendimento do diabetes e no gerenciamento do diabetes, influenciando até no bem-estar psicossocial.

🧐 Especialistas representantes da ADCES e da American Diabetes Association (ADA), desenvolveram diretrizes para orientação linguística usando quatro princípios orientadores:
➡️ O diabetes é uma condição complexa e desafiadora que envolve muitos fatores e variáveis.
➡️Cada membro da equipe de saúde pode atender pessoas com diabetes de forma mais eficaz por meio de uma abordagem respeitosa, inclusiva e centrada na pessoa.
➡️ O estigma que historicamente tem sido associado a um diagnóstico de diabetes, pode contribuir para o estresse e sentimento de vergonha e julgamento.
➡️ A linguagem pode melhorar a comunicação e aumentar a motivação, a saúde e o bem-estar das pessoas com diabetes se ela for: linguagem capacitadora, baseada em pontos fortes e tratada como um locutor de primeira pessoa.

Nas consultas, lembre-se para pedir a equipe médica ou de enfermagem que examine os pés e avisá-lo imediatamente sobre e...
10/12/2020

Nas consultas, lembre-se para pedir a equipe médica ou de enfermagem que examine os pés e avisá-lo imediatamente sobre eventuais alterações. Outras dicas fundamentais:

➡️ Manter os pés sempre limpos, e usar sempre água morna, e nunca quente, para evitar queimaduras. A toalha deve ser macia. É melhor não esfregar a pele. Mantenha a pele hidratada, mas sem passar creme entre os dedos ou ao redor das unhas.

➡️ Usar meias sem costura; o tecido deve ser algodão ou lã; evitar sintéticos, como nylon.
➡️ Antes de cortar as unhas é preciso lavá-las e secá-las bem. Para cortar, usar um alicate apropriado ou uma tesoura de ponta arredondada. O corte deve ser quadrado, com as laterais levemente arredondadas, e sem tirar a cutícula. Recomenda-se evitar idas a manicures ou pedicures, dando preferência a um profissional treinado, como o podólogo, o qual deve ser avisado do diabetes. O ideal é não cortar os calos, nem usar lixas. É melhor conversar com o médico sobre a possível causa do aparecimento dos calos.

➡️ Não andar descalço. Manter os pés sempre protegidos, principalmente na praia e na piscina.

➡️ Os calçados ideais são os fechados, macios, confortáveis e com solados rígidos, que ofereçam firmeza. Antes de adquiri-los, é importante olhar com atenção para ver se há deformação. As mulheres devem dar preferência a saltos quadrados, que tenham, no máximo, 3 cm de altura. É melhor evitar sapatos apertados, duros, de plástico, de couro sintético, com ponta fina, saltos muito altos e sandálias que deixam os pés desprotegidos.

🦶 Quando pensamos em diabetes e pé, uma das primeiras coisas que pensamos é: pé diabético.❓ O que seria esse pé diabétic...
09/12/2020

🦶 Quando pensamos em diabetes e pé, uma das primeiras coisas que pensamos é: pé diabético.

❓ O que seria esse pé diabético? Podemos afirmar que o não gerenciamento da glicemia pode causar alterações nos pés das pessoas com diabetes, como infecções ou problemas na circulação. O que pode gerar feridas que não cicatrizam.

➡️ Quais sintomas?
- Formigamento;
- Perda da sensibilidade local;
- Dores e queimação nos pés e pernas;
- Sensação de agulhadas;
- Dormência e fraqueza nas pernas.

💡 É possível prevenir? Claro! O grande problema é que normalmente a pessoa só se dá conta das alterações no pé quando está num estágio avançado e quase sempre com uma ferida ou uma infecção. Então para prevenir de formar efetiva é necessário examinar os pés DIARIAMENTE em um lugar bem iluminado para que possa ver qual é a real situação do pé. Além de ter um manejo glicêmico dentro das metas esperadas, o que pode reduzir a aparição desse quadro.

🏅 Quem não tiver “flexibilidade” para olhar o pé? Pela ajuda de alguém para verificar a existência de frieiras, rachaduras, feridas ou alterações de cor.
DICA DE OURO: Usar um espelho para ter uma visão completa.

🥼 E caso seja confirmado as alterações no pé da pessoa que tem diabetes, o tratamento deve ser especializado e deve contemplar um modelo de atenção integral. O que isso significa? Que será necessário trabalhar vários quesitos em relação à pessoa com diabetes, como a educação em diabetes, classificação do risco do quadro atual do pé, investigação adequada sobre como chegou nesse estado, tratamento apropriado das feridas, com o objetivo de prevenir e a restauração funcionalidade dos pés. Pois, se não tratado, pé diabético pode levar à sérias complicações como a amputação.

E para você, o que faz você ter confiança nas informações da internet?
03/12/2020

E para você, o que faz você ter confiança nas informações da internet?

As diversas mudanças da pandemia deixaram evidentes a importância da internet na promoção da saúde. Aplicativos de saúde...
02/12/2020

As diversas mudanças da pandemia deixaram evidentes a importância da internet na promoção da saúde. Aplicativos de saúde, teleconsultas e informações de fontes confiáveis foram pontes fundamentais entre os profissionais da saúde e a população. Mas, sabemos que a internet também pode ter um lado obscuro, com informações equivocadas, fake news, produtos que vendem “curas” de doenças crônicas (que não são curáveis). Vamos ver o que a ciência tem a nos dizer sobre isso.

O primeiro estudo que iremos citar (The Impact of Internet Health Information on Patient Compliance) examinou o impacto do uso de informações de saúde da Internet pelas pessoas sobre vários elementos da saúde, e como resultado mostrou que as informações online podem ter efeitos significativos na adesão do tratamento de doenças, mas que mesmo assim a relação com a equipe de saúde foi considerada ter um impacto significativo muito mais forte.
Um segundo estudo (Health on the Internet: implications for health promotion), aponta que apenas recentemente começou o debate sobre as implicações do universo em expansão da 'saúde na Internet' (e-saúde) para os cuidados e promoção da saúde. A maioria dos debates parece adotar uma perspectiva positiva, focando nas possibilidades futuras que a tecnologia da informação pode oferecer, sendo que alguns debatedores se referem o impacto da tecnologia da informação de revolução. No entanto, também foram feitas advertências, principalmente em relação à qualidade da informação disponível na Internet. Essas preocupações levaram a avaliar a qualidade das informações de e-saúde e criação de padrões de qualidade para sites de saúde na Internet.

Esse segundo estudo mostrou também que pelo acesso a informações de saúde na Internet, é possível encontrar benefícios e armadilhas. O acesso generalizado à informações de saúde, interatividade, adaptação de informações e anonimato, são os benefícios que tornam a internet um parceiro na saúde. Por outro lado, a iniquidade no acesso entre as pessoas, os desafios de navegação, a baixa qualidade das informações de saúde online e as habilidades de navegação mal desenvolvidas diminuem a qualidade como ferramenta de promoção da saúde.

Em uma interessante discussão promovida pela Veja Saúde os infectologistas Eduardo Medeiros e Carlos Fortaleza, da Socie...
25/11/2020

Em uma interessante discussão promovida pela Veja Saúde os infectologistas Eduardo Medeiros e Carlos Fortaleza, da Sociedade Brasileira de Infectologia, ressaltaram a importância da prevenção e cuidados para o Brasil não entrar na segunda onda do COVID-19.

Na discussão, foi alertado a importância da estratégia de proteção coletiva. As máscaras ainda devem ser usadas, tendo que ser trocadas por conta de sujidade ou excesso de umidade.
É recomendado que o isolamento social não seja esquecido, bem como a higienização frequente das mãos, fundamental na prevenção da transmissão do vírus, assim como evitar tocar os olhos, nariz e boca.

Lembrando que a máscara pode diminuir a disseminação do vírus por pessoas assintomáticas ou pré-sintomáticas que podem estar transmitindo o vírus sem saberem. E que o uso da máscara de tecido deve ser individual, não devendo ser compartilhado.

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