Joseane Bessa - Nutricionista Comportamental

Joseane Bessa - Nutricionista Comportamental Alimentação saudável, nutrição, comportamento alimentar e tudo o que me inspira na nutrição e na vida - com um toque de leveza!

Ela não comia porque estava com fome.Ela comia para não sentir.Toda vez que vinha estresse, tristeza, ansiedade ou raiva...
10/07/2026

Ela não comia porque estava com fome.

Ela comia para não sentir.

Toda vez que vinha estresse, tristeza, ansiedade ou raiva, a comida aparecia.

Porque ela acreditava que as emoções eram grandes demais e que, se permitisse senti-las, seria engolida por elas.

Então comia até ficar distante de si mesma.

Até não perceber mais o que estava sentindo.

Mas isso tinha um custo.

Precisava de muita comida para se anestesiar.

E sua relação com o corpo e com a alimentação foi ficando cada vez mais difícil.

No acompanhamento ela descobriu algo importante:

as emoções não são perigosas.

Elas passam, contam uma história, mostram necessidades.

E ela não precisava enfrentar tudo sozinha.

Podia pedir ajuda.
Pedir colo.
Conversar.
Ser acolhida.

A comida continuou sendo conforto em alguns momentos.

Mas deixou de ser uma forma de desligar as emoções.

Porque quando aprendemos que podemos sentir, não precisamos mais comer para nos anestesiar.

🦋 Às vezes, o que mais precisamos não é de mais controle com a comida, mas de mais espaço para sentir e ser acolhidos.

Ela acreditava que precisava de mais controle.Mais regras, força de vontade e mais uma dieta.Mas, na verdade, o que ela ...
09/07/2026

Ela acreditava que precisava de mais controle.

Mais regras, força de vontade e mais uma dieta.

Mas, na verdade, o que ela precisava era aprender a se ouvir.

Ouvir a fome.
Perceber a saciedade.
Entender o que estava sentindo.
Reconhecer quando precisava de descanso, carinho ou acolhimento.

Porque muitas vezes o que chamamos de “falta de controle” é apenas um corpo e uma mente pedindo atenção.

E quanto mais tentamos controlar tudo, mais nos afastamos de nós mesmos.

No acompanhamento ela descobriu algo bonito:

não precisava lutar contra o corpo.

Precisava aprender a caminhar ao lado dele.

🦋 Às vezes, o caminho para a paz com a comida não é mais controle. É mais conexão consigo mesma.

08/07/2026

Seis meses do ano já passaram e esse não é um vídeo para te cobrar.

Porque eu sei que daqui a pouco começa: o projeto verão, o projeto biquíni branco, o medo de encontrar a família, o medo dos comentários sobre o corpo,
a pressa de mudar tudo de uma vez.

Mas eu queria te fazer outro convite.

Como você quer viver os próximos seis meses?

Você deseja:

🌿 ir à praia sem esperar o corpo perfeito?
🌿 comer sem tanto medo e culpa?
🌿 confiar mais no seu corpo?
🌿 lidar com as emoções sem precisar usar a comida em todos os momentos?
🌿 viver mais e lutar menos com a comida?

Porque daqui a seis meses o ano vai acabar de qualquer forma.

A questão é: você quer chegar lá tendo passado mais seis meses em luta consigo mesma?

Ou construindo uma relação mais gentil com o seu corpo e com a comida?

Você não precisa mudar tudo hoje 💙

Mas pode escolher a direção que deseja seguir.

🦋 Escolha viver os próximos seis meses da forma que você acredita. Com mais cuidado, mais presença e mais paz.

06/07/2026

O que a comida anda fazendo por você?

Sendo abraço, colo, quentinho no coração?

Talvez ela tenha sido a única forma de amor que uma pessoa sabia oferecer.

Talvez, em um momento em que ninguém pôde te dar nada, a comida tenha sido tudo.

Porque, por mais que a gente fale em carboidrato, proteína e vitaminas… o que a gente realmente sabe é que existe o bolo da avó, a comida da mãe, o restaurante que lembra o pai, o chocolate que traz uma sensação de conforto, as pipocas do filme em família.

Nossa relação com a comida é muito mais emocional do que técnica.

E admitir isso não é um problema, pelo contrário.

Quando reconhecemos os significados que a comida ganhou na nossa história, podemos construir outras formas de viver essas sensações.

Outras formas de receber carinho, de sentir aconchego, de descansar, de se conectar com quem amamos.

Não para que a comida perca o significado emocional.

Mas para que ela não precise carregar tudo sozinha.

🦋 Às vezes, você não precisa cortar nenhuma comida, mas sim se perguntar:

“O que a comida está representando para mim hoje?”

Ela acreditava que precisava emagrecer para começar a viver.Para usar cropped, ir à praia, fazer academia, namorar e par...
03/07/2026

Ela acreditava que precisava emagrecer para começar a viver.

Para usar cropped, ir à praia, fazer academia, namorar e para dançar.

Tudo estava condicionado ao “quando eu emagrecer”.

Mas a vida estava acontecendo agora.

E quanto mais ela colocava a felicidade no futuro, mais urgente parecia perder peso.

Mais difícil era ter paciência, comer com tranquilidade, era construir mudanças sustentáveis.

Então fizemos algo diferente.

Ela começou a viver antes.

A usar a roupa, sair, fazer coisas que gostava e a ocupar espaços que antes acreditava não serem para ela.

E algo muito bonito aconteceu.

A urgência diminuiu.

O processo ficou mais leve. E a relação com a comida ficou mais em paz.

Porque quando você já está vivendo, não precisa correr para chegar à vida.

Você só continua caminhando, cuidando de si e construindo mudanças com mais gentileza.

🦋 Você não precisa esperar outro corpo para começar a viver a sua vida.

Ela chegou na primeira consulta acreditando que precisaria mudar toda a alimentação.Começar tudo na segunda, fazer tudo ...
02/07/2026

Ela chegou na primeira consulta acreditando que precisaria mudar toda a alimentação.

Começar tudo na segunda, fazer tudo perfeito, dar conta de tudo de uma vez.

Mas ouviu uma pergunta que nunca tinha ouvido antes:

“Por qual parte você se sente confortável para começar?”

Ela respondeu:

“Pelas frutas.”

E foi por ali que começamos.

Seu primeiro passo não foi uma dieta radical.

Foi comer fruta 3 vezes ao dia, 3 vezes por semana.

Organizamos o dia de comprar, pensamos nas opções que combinavam com a rotina dela e construímos algo possível.

Porque as mudanças que duram não costumam começar pelo perfeito.

Elas começam pelo possível.

Muitas pessoas desistem porque acreditam que precisam mudar tudo de uma vez.

Mas, no consultório, vejo todos os dias que pequenos passos feitos com constância podem transformar uma relação inteira com a comida.

🦋 Você não precisa mudar tudo para começar. Só precisa encontrar um primeiro passo que faça sentido para você.

01/07/2026

Ela vivia correndo atrás do tempo perdido.

Se exagerava no fim de semana, tentava compensar na segunda.

Se dezembro era mais difícil, prometia que janeiro resolveria tudo.

Parecia que estava sempre tentando recuperar algo, mas nunca chegava em paz.

No acompanhamento ela entendeu uma coisa importante: o cuidado não acontece em dias perfeitos ou em meses específicos.

Ele acontece no dia a dia, nas refeições comuns, nas pequenas escolhas.

Na constância possível.

Ela também percebeu que não precisava guardar tudo o que gosta para o fim de semana ou para ocasiões especiais.

Podia comer um doce numa terça-feira.

Podia pedir uma pizza de vez em quando.

Podia cuidar da saúde e, ao mesmo tempo, viver.

Porque uma alimentação saudável não é uma sequência de compensações.

É uma relação construída com gentileza, flexibilidade e repetição.

🦋 Você não precisa correr atrás do tempo perdido.

Pode simplesmente começar a cuidar de si hoje, e de novo amanhã.

Cris Vianna contou que se libertou da balança depois de anos vivendo sob a pressão de se pesar todos os dias e ouvir que...
30/06/2026

Cris Vianna contou que se libertou da balança depois de anos vivendo sob a pressão de se pesar todos os dias e ouvir que precisava emagrecer, mesmo quando já estava magra.

A história dela representa algo que muitas pessoas vivem: medir o próprio valor pelo número que aparece na balança.
Esse hábito, com o tempo, não só aumenta a ansiedade, como distorce a forma de ver o próprio corpo e a comida.

A libertação que Cris conquistou não foi apenas parar de se pesar.
Foi aprender a confiar no corpo outra vez.
Foi deixar de viver com medo de engordar e começar a viver com presença.
Foi trocar o controle exagerado pelo cuidado genuíno.

Esse processo é profundo e exige olhar para a própria história, entender o que alimenta essa necessidade de controle e reconstruir a relação com a comida e com o corpo.

No meu acompanhamento, ajudo a ressignificar essa relação, diminuir a ansiedade com o peso e desenvolver um olhar mais compassivo sobre si mesma.
Porque o objetivo não é apenas “não subir mais na balança” é se sentir em paz, independente do número que ela mostra💙

29/06/2026

Ela chegou em julho dizendo:

“Já estamos na metade do ano… acho que estraguei tudo.”

Como se o calendário tivesse decidido que não valia mais a pena tentar.

Mas no processo ela entendeu algo importante: não é o mês em que estamos que muda a nossa vida.

Mas sim o comprometimento que construímos com nós mesmos.

Porque janeiro não tem um poder especial.

Segunda-feira também não.

E o próximo mês não será diferente se continuarmos esperando o momento perfeito.

As mudanças acontecem nas pequenas escolhas repetidas ao longo do tempo.

Em comer uma fruta, fazer uma pausa, respeitar a fome, recomeçar quantas vezes forem necessárias.

Daqui a seis meses será janeiro novamente.

A pergunta é: como você quer chegar lá?

🦋 Você não precisa recuperar o tempo perdido. Pode simplesmente começar de onde está.

Durante muito tempo ela acreditou que o problema era a falta de controle.Principalmente em rodízios, promoções e refeiçõ...
26/06/2026

Durante muito tempo ela acreditou que o problema era a falta de controle.

Principalmente em rodízios, promoções e refeições onde podia comer “à vontade”.

Ela queria aproveitar.

E quanto mais pensava em aproveitar, mais difícil ficava parar.

Mas quando olhamos para sua história, encontramos algo importante.

Ela cresceu em uma realidade onde nem sempre era possível comprar o que queria.

Onde algumas oportunidades precisavam ser aproveitadas porque talvez não voltassem.

O que fazia sentido naquela época continuava aparecendo na vida adulta.

Então o trabalho não foi ensinar controle.

Foi mostrar para o corpo que a realidade tinha mudado.

Que a comida continuava disponível.

Que ela podia comprar novamente.

Que não precisava resolver toda a vontade naquele momento.

Que não era sua última oportunidade💙

Muitas vezes o comportamento alimentar que hoje te incomoda foi uma solução importante em outro momento da sua vida.

E quando essa história é acolhida, a comida deixa de carregar tanta urgência.

🌿 Porque quem passou necessidade precisa, antes de tudo, sentir segurança. E segurança muda a forma como nos relacionamos com a comida. 🦋

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Avenida Angelica, 321
São Paulo, SP
01227000

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