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21/09/2026

Existem mensagens que resumem exatamente o motivo pelo qual eu faço o que faço.

Quando um paciente me diz que voltou a caminhar, treinar ou simplesmente passou o dia sem aquele incômodo que vinha limitando sua rotina, isso vale muito.

O procedimento pode ser uma parte importante do tratamento, mas o que realmente importa é o que acontece depois dele:

voltar a se movimentar com confiança.

Cada paciente tem uma evolução diferente e cada tratamento precisa ser individualizado.

Mas acompanhar de perto cada etapa e ver a vida voltando ao normal é, sem dúvida, uma das melhores partes do meu trabalho.

Dr. Clóvis Andrade
Ortopedista e Intervencionista da Dor
CRM-SP 222520 | RQE 147635

12/09/2026

Dr. Clóvis Andrade
Ortopedista e Intervencionista da Dor
CRM-SP 222520 | RQE 147635

12/09/2026

Treino intenso pode dar enjoo, mas isso não signif**a que o treino foi melhor.

Quando a intensidade sobe muito, o corpo prioriza o fluxo de sangue para músculos e pele. Ao mesmo tempo, a digestão perde prioridade naquele momento.

Se somar isso a calor, desidratação, refeição muito próxima do treino, excesso de cafeína ou uma intensidade acima do que você está acostumado, a náusea pode aparecer.

O ponto mais importante é simples:

vomitar não é sinal de treino bem feito.

Um bom treino é aquele que gera estímulo suficiente para você evoluir e do qual o seu corpo consegue se recuperar bem.

Se isso acontece com frequência, vale ajustar intensidade, hidratação e alimentação antes do treino e investigar outras causas se o sintoma persistir.

Você já terminou um treino com vontade de vomitar?

Dr. Clóvis Andrade
Ortopedista e Intervencionista da Dor
CRM-SP 222520 | RQE 147635

12/09/2026

PRP não é milagre. Mas também não é só “mais uma infiltração”.

Tem gente que passa meses fazendo sempre a mesma coisa:

descansa, melhora um pouco, volta a treinar, o joelho incha, toma remédio, para de novo…

E f**a presa nesse ciclo.

O PRP entra em outro lugar da conversa.

Ele é preparado a partir do próprio sangue do paciente e pode ser usado, em casos selecionados, como parte de uma estratégia para algumas tendinopatias e determinadas condições articulares.

Mas aqui está o ponto que quase ninguém fala:

PRP não serve para qualquer dor.

E fazer porque “um amigo fez e melhorou” é uma péssima forma de escolher tratamento.

Antes de pensar em PRP, eu quero saber:

Você corre e o joelho incha depois?
Sente dor para subir escada?
Parou de agachar?
Está reduzindo treino porque não confia mais na articulação?

Porque o objetivo não é simplesmente “aplicar PRP”.

É entender o que está impedindo você de continuar ativo e escolher a estratégia certa para aquele caso.

Tem paciente que precisa de reabilitação.
Tem paciente que precisa ajustar carga.
Tem paciente em que o PRP pode fazer sentido.

O procedimento não começa na seringa. Começa no diagnóstico.

Se o seu joelho está limitando seu treino, comenta JOELHO aqui embaixo.

Dr. Clóvis Andrade
Ortopedista e Intervencionista da Dor
CRM-SP 222520 | RQE 147635

10/09/2026

PRP funciona para qualquer dor? Não. E essa talvez seja uma das informações mais importantes sobre o procedimento.

O PRP é uma ferramenta da medicina biológica preparada a partir do próprio sangue do paciente e pode fazer sentido em algumas tendinopatias e determinadas condições articulares.

Mas o tratamento não deveria começar pela escolha do procedimento.

Primeiro eu preciso entender qual é a origem da dor, qual estrutura está comprometida e o que precisamos recuperar para aquela pessoa voltar a fazer o que gosta.

Só depois decidimos qual ferramenta faz sentido.

Em alguns pacientes, pode ser PRP.
Em outros, ondas de choque, infiltrações, reabilitação ou uma combinação de estratégias.
E há casos em que nenhum procedimento é necessário.

Tratamento individualizado não é escolher a tecnologia mais moderna. É saber quando — e para quem — utilizá-la.

Tem dúvida se o PRP faz sentido para o seu caso? Comente PRP.

Dr. Clóvis Andrade | Ortopedista e Intervencionista da Dor | CRM-SP 222520 | RQE 147635

09/09/2026

Fazer fisioterapia por meses e continuar com dor não signif**a, necessariamente, que a fisioterapia “não funciona”.

A pergunta mais importante é: o que foi feito durante esse tempo — e por quê?

Repetir sessões sem progressão de carga, sem fortalecimento direcionado e sem reavaliar o diagnóstico pode fazer o paciente passar meses tratando sem realmente avançar.

E quando a dor persiste, também não signif**a que o próximo passo seja automaticamente uma infiltração ou outro procedimento.

Às vezes, precisamos ajustar a reabilitação.
Em outros casos, podemos associar estratégias para controlar a dor e criar condições para que o paciente volte a evoluir.

Ondas de choque, infiltrações e outros procedimentos podem fazer parte desse caminho quando bem indicados.

O problema é quando o tratamento vira uma sequência de tentativas sem uma estratégia clara.

Você não precisa simplesmente “tentar mais uma coisa”.
Precisa entender por que ainda dói e qual é o próximo passo.

Está tratando a mesma dor há meses e sente que está andando em círculos?

Comente DOR.

Dr. Clóvis Andrade | Ortopedista e Intervencionista da Dor | CRM-SP 222520 | RQE 147635

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