24/06/2026
o perfil de quem assume o papel de cuidador universal é frequentemente analisado sob o conceito de "cuidadores exaustos" ou a infame "Síndrome do Cuidador". Assumir a responsabilidade pelo bem-estar de todos ao redor, muitas vezes negligenciando as próprias necessidades, reflete dinâmicas profundas de apego, necessidade de controle ou a crença limitante de que o próprio valor está condicionado à utilidade para os outros.
Compreender esse comportamento exige olhar para algumas raízes psicológicas e, fundamentalmente, responder à pergunta que inevitavelmente surge: "e quem cuida de mim?"