23/06/2020
Antes de receber este nome, a radiestesia era chamada de rabdomancia, que significava “adivinhação por meio da varinha”, e até o início do século XX foi considerada apenas como mais uma forma de adivinhação. A palavra radiestesia foi criada em 1892 por Abade Bouly e representa a união de dois termos: radius, que vem do latim e significa radiação, e aisthesis, de origem grega e que significa sensibilidade, indicando assim a sensibilidade às radiações.
A Radiestesia tem como função a investigação destas irradiações de forma precisa. Dentre alguns instrumentos que são utilizados, o pêndulo é o mais comum quando falamos em terapias energéticas. Ele terá a função de captar a energia da pessoa/objeto/ambiente (tudo que possui energia), ampliando as ondas de energia em movimento. Este movimento será estudado pelo terapeuta, interpretado e tratado com base nesses resultados.
Diferentemente do que muitos imaginam, a Radiestesia não funciona como um oráculo. Ou seja, não revela o futuro, e sim como ferramenta que busca respostas objetivas e corretas. Pode localizar uma doença ainda em fase inicial energética, indicar o melhor tratamento, a melhor casa, o melhor negócio, o melhor dia, a melhor hora, a melhor parceria, etc.
A partir da resposta, pode-se tomar atitudes mais harmônicas com a energia. A pessoa, objeto ou ambiente se beneficia com o equilíbrio e harmonização, trazendo bem estar, equilibrando a saúde e eliminando energias nocivas causadas por bloqueios energéticos, muitas vezes gerados pelo pensamento das pessoas ou outra fonte de caos.
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Eu uso a radiestesia para auxiliar no processo do tratamento terapêutico, mas isso é assunto para amanhã, combinado? 😉