Dra Juliana Regis A Da Costa

Dra Juliana Regis A Da Costa Psiquiatria | CRM - 28803 🩺
Cuidando da sua saúde mental com leveza e respeito✨

A maternidade acrescentou um novo papel à sua vida. Ela não precisa apagar todos os outros que fazem de você quem você é...
27/07/2026

A maternidade acrescentou um novo papel à sua vida. Ela não precisa apagar todos os outros que fazem de você quem você é.

Ester nos inspira pela coragem. Mas antes da coragem, existiu um processo.Ela carregava o peso da responsabilidade, enfr...
23/07/2026

Ester nos inspira pela coragem. Mas antes da coragem, existiu um processo.

Ela carregava o peso da responsabilidade, enfrentou o medo, viveu dias de incerteza e precisou tomar decisões que poderiam mudar a sua história e a de todo um povo.

Ainda assim, Ester não agiu movida pelo desespero. Ela buscou direção, fortaleceu seu espírito e entendeu que sua força não vinha dela, mas de Deus.

Quantas mulheres vivem assim hoje? Cuidam da casa, do casamento, dos filhos, do trabalho e de todos ao seu redor… enquanto silenciam a própria dor.

A saúde mental da mulher também importa.

Assim como Ester, você pode ser forte. Mas ser forte não significa carregar tudo sozinha. Significa reconhecer seus limites, buscar sabedoria, acolhimento e permitir-se ser cuidada.

Mulheres que cuidam da mente também fortalecem a família, o casamento e o propósito que Deus confiou a elas.

Que a história de Ester nos lembre de que a verdadeira coragem não está em esconder o sofrimento, mas em confiar em Deus enquanto buscamos o cuidado necessário para continuar caminhando.

Mulheres Plenas Caroline Corrêa te amo minha amiga. Obrigada por esse convite tão especial.

Por trás de um sorriso, pode existir uma mulher carregando o peso invisível da infertilidade.A infertilidade não é apena...
17/07/2026

Por trás de um sorriso, pode existir uma mulher carregando o peso invisível da infertilidade.
A infertilidade não é apenas um diagnóstico. Ela pode transformar a forma como uma mulher se enxerga, afetar sua autoestima, seus relacionamentos e sua saúde mental. A espera prolongada pode trazer sentimentos como tristeza, angústia, isolamento e até fazer com que ela acredite que está falhando, quando, na verdade, está enfrentando uma das jornadas mais difíceis da sua vida.

O que muitas pessoas enxergam é apenas a superfície: uma mulher que trabalha, sorri, participa das reuniões de família e segue a rotina como se tudo estivesse bem.

Mas o que quase ninguém vê são as noites em claro, a ansiedade antes de um exame, a frustração diante de mais um ciclo que terminou sem a notícia esperada, o medo de nunca viver a maternidade e a culpa que, muitas vezes, surge sem razão.

Se você conhece uma mulher que enfrenta a infertilidade, talvez ela não precise de respostas prontas ou frases como “vai acontecer na hora certa”. Talvez ela só precise de alguém que esteja disposto a ouvir, sem julgamentos.

E se essa mulher for você, lembre-se: o seu diagnóstico não define quem você é. Você continua sendo uma mulher inteira, digna de amor, cuidado e esperança.

A sua tristeza não diminui a sua fé.
As suas lágrimas não fazem de você uma mulher fraca.
E o seu valor nunca será medido pela sua fertilidade.

Permita-se sentir. Permita-se pedir ajuda.

Um dia, essa dor não será tudo o que definirá a sua história.

Até lá, seja gentil consigo mesma.

Com carinho,

Dra. Juliana Regis da Costa

Se eu pudesse me sentar ao seu lado por alguns minutos, talvez eu começasse dizendo:“Você não precisa dar conta de tudo....
12/07/2026

Se eu pudesse me sentar ao seu lado por alguns minutos, talvez eu começasse dizendo:

“Você não precisa dar conta de tudo.”

Eu sei que, muitas vezes, esperam que você esteja feliz o tempo todo. Afinal, seu bebê chegou. Mas a verdade é que o puerpério é uma das fases de maior transformação na vida de uma mulher.

Seu corpo muda. Seus hormônios mudam. Sua rotina muda. E a sua mente também.

Talvez você chore sem entender o motivo. Talvez se sinta cansada, irritada ou até culpada por não estar vivendo a maternidade da forma que imaginou.

Quero que você saiba: sentir tudo isso não faz de você uma mãe ruim. Faz de você uma mulher atravessando uma mudança profunda.

Mas também quero lhe dizer algo muito importante: você não precisa sofrer em silêncio.

Existe uma diferença entre as adaptações esperadas do puerpério e um sofrimento emocional que precisa de cuidado. E reconhecer essa diferença é um ato de amor consigo mesma.

Como psiquiatra, eu cuido da saúde mental de muitas mulheres. E, em cada história, aprendo que a mãe também precisa de colo, de escuta e de acolhimento.

Se hoje você sente que está pesada demais para carregar tudo sozinha, permita que alguém caminhe ao seu lado.

Porque cuidar da sua saúde mental não é um luxo. É parte do cuidado com você, com o seu bebê e com a sua família.

Com carinho, amor e acolhimento🤱🏻🧠

Nem sempre o cansaço é falta de força. Às vezes, ele é o reflexo de um coração que se entrega por inteiro, que tenta ace...
09/07/2026

Nem sempre o cansaço é falta de força. Às vezes, ele é o reflexo de um coração que se entrega por inteiro, que tenta acertar, proteger, acolher e cuidar, mesmo quando ninguém vê.

Se hoje o peso parece grande, seja gentil com você. O amor que existe dentro de uma mãe é imenso, e é justamente ele que a faz continuar, mesmo nos dias mais difíceis.

Respire. Você não precisa ser uma mãe perfeita. Seu filho precisa apenas de uma mãe presente, que ama, aprende e recomeça todos os dias.

🤱🏻🧠

Oii, minhas amigas mães que me acompanham por aqui… Hoje eu quero conversar com vocês de mulher para mulher, de mãe para...
06/07/2026

Oii, minhas amigas mães que me acompanham por aqui…

Hoje eu quero conversar com vocês de mulher para mulher, de mãe para mãe e também como psiquiatra.

Existe uma ideia de que o pós-parto deve ser apenas um tempo de felicidade. Mas a verdade é que, para muitas mulheres, ele também pode ser um período de medo, solidão, culpa, exaustão e uma profunda confusão emocional.

E sabe qual é o problema? Muitas mães acreditam que precisam suportar tudo isso em silêncio.

Quero que você saiba de uma coisa: amar o seu filho e, ao mesmo tempo, sentir-se sobrecarregada, triste ou perdida, não faz de você uma mãe ruim. Faz de você humana.

Sua saúde mental importa.
Seu sofrimento merece ser ouvido.
E pedir ajuda não é sinal de fraqueza, é um ato de coragem e amor por você e pela sua família.

Se este post fez sentido para você, compartilhe com outra mãe. Talvez ela esteja precisando ler exatamente isso hoje e ainda não tenha conseguido colocar em palavras o que está sentindo.

Com carinho,

Dra. Juliana👩🏻‍🍼

A vida real não é sobre dar conta de tudo. É sobre não se abandonar no caminho.
29/06/2026

A vida real não é sobre dar conta de tudo. É sobre não se abandonar no caminho.

Você aprendeu a cuidar de todos, mas a sua saúde mental também precisa do seu cuidado. A maternidade é um dos encontros ...
19/06/2026

Você aprendeu a cuidar de todos, mas a sua saúde mental também precisa do seu cuidado.

A maternidade é um dos encontros mais profundos da vida e também um dos mais desafiadores.

Enquanto um bebê nasce, uma nova mulher também está nascendo.

No puerpério, o corpo muda, a rotina se transforma e as emoções se intensificam. Entre mamadas, noites mal dormidas e uma nova identidade sendo construída, muitas mães se sentem pressionadas a dar conta de tudo, mesmo quando estão exaustas.

Mas existe uma verdade que precisa ser dita: você não precisa enfrentar essa fase sozinha.

Sentir medo, tristeza, insegurança ou cansaço não faz de você uma mãe ruim. Faz de você humana.

Cuidar da sua saúde mental é tão importante quanto cuidar do seu bebê. Buscar apoio, compartilhar sentimentos e pedir ajuda são atos de amor e coragem.

Lembre-se: uma mãe acolhida consegue acolher com mais leveza.

Se você conhece uma mãe vivendo o puerpério, pergunte como ela está. Escute sem julgamentos. Ofereça apoio.

A maternidade não precisa ser perfeita. Ela precisa ser vivida com rede de apoio, acolhimento e cuidado.

Hoje, escrevo não apenas como psiquiatra, mas também como uma mulher que está vivendo a maternidade.E, agora, mais do qu...
16/06/2026

Hoje, escrevo não apenas como psiquiatra, mas também como uma mulher que está vivendo a maternidade.

E, agora, mais do que nunca, eu entendo que por trás de cada mãe existe uma mulher tentando equilibrar expectativas, emoções, culpas, medos e um amor que transforma tudo.

Existe uma pressão silenciosa para acertar sempre. Para dar conta de tudo. Para estar presente em todos os lugares.

Mas a verdade é que nenhuma mulher foi feita para carregar esse peso sozinha.

Como psiquiatra, vejo diariamente o impacto que a autocobrança, a culpa e a comparação têm na saúde mental feminina.

Como mãe, aprendo todos os dias que não existe perfeição. Existe presença, intenção e amor.

Então, hoje, quero deixar um recado especial para você:

Se acolha mais.

Respeite os seus limites.

Peça ajuda quando precisar.

E lembre-se: cuidar da sua saúde mental não faz de você uma mãe menos dedicada. Faz de você uma mulher que entende que, para cuidar de quem ama, também precisa cuidar de si.

Você está fazendo o melhor que pode com os recursos que tem hoje.

E isso é suficiente.

Endereço

Salvador, BA

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