Juliana Batista Psicologa

Juliana Batista Psicologa 📌 Psicóloga
📌 Pós em Saúde Mental e Atenção Psicossocial.
📌 Pós em Psicologia Hospitalar.
📌 Pós Analise do Comportamento Aplicada ao Autismo- ABA.

Psicóloga com experiência profissional na área clínica, com atendimento psicológico presencial e on-line.

✅ Experiência profissional em atendimento a dependentes químicos.

👩🏼‍💻 Atendimento clínico para adolescentes, adultos e idosos.

👩🏼‍💻 Atuou no CRAS - Novo Paraíso - Jacobina -Ba, com atendimento a pessoas em situação de vulnerabilidade social.

👩🏼‍💻 Pós graduação em psicologia hospitalar

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👩🏼‍💻 Pós graduação em saúde mental, psicopatologia e atenção psicossocial.

✅ Curso Prevenção ao Suicídio - Secretaria de gestão do Trabalho e da Educação na Saúde- 2002.2 - 40 horas.

✅ Curso Prevenção a Automutilação - Secretaria de gestão do Trabalho e da Educação na Saúde- 2002.2 - 20 horas. Contribuir com a empresa, seguindo as normas estabelecidas pela mesma, aplicando toda vivência e conhecimentos adquiridos. Busco também novos desafios que permitam meu desenvolvimento profissional e pessoal.

28/08/2026

Para quem você ainda sente que precisa provar que é uma boa pessoa?

Essa pergunta pode incomodar, e é exatamente por isso que vale a pena parar e olhar para ela com cuidado.

Muitas vezes a necessidade de se explicar de se justif**ar ou de deixar claro que “não é bem assim”, não nasceu agora na correria da vida adulta. Ela tem uma origem mais antiga.

Em algum momento do seu desenvolvimento você aprendeu talvez sem perceber que precisava ser compreendida para se sentir aceita. Que só merecia acolhimento quando conseguia se fazer entender por completo.

Essa crença formada ainda na infância não desaparece sozinha, ela se torna um padrão: uma voz interna que exige justif**ativas antes mesmo de agir que pede aprovação antes de simplesmente ser.

E o que era no passado uma estratégia de sobrevivência emocional pode se transformar na vida adulta em uma prisão silenciosa, aquela sensação de nunca ser o suficiente sem antes se explicar.

Reconhecer essa origem não é sobre culpar o passado, mas é sobre entender que aquilo que você carrega hoje tem raiz, tem sentido e principalmente pode ser ressignif**ado.

Porque a paz muitas vezes não é ausência de conflito externo, mas sim a coragem de parar de pedir permissão para ser quem você é.

Se essa reflexão tocou em algo que você não sabia nem como nomear me chama no direct, ás vezes entender a origem é o primeiro passo pra parar de carregar um peso que nem é seu.

Juliana Batista
Psicóloga Clínica

Ser psicóloga é muito mais do que gostar de ouvir pessoas.É reconhecer que nem sempre teremos respostas. É precisar de s...
27/08/2026

Ser psicóloga é muito mais do que gostar de ouvir pessoas.

É reconhecer que nem sempre teremos respostas. É precisar de silêncio depois de um dia intenso de escuta. É estar presente diante de histórias difíceis, acolher emoções e, ao mesmo tempo, pensar cuidadosamente sobre cada intervenção, cada palavra e cada escolha.

Mas também é reconhecer que antes de sermos psicólogas, somos humanas.

Temos limites, dúvidas, dias bons e outros nem tanto. Sentimos cansaço, nos sobrecarregamos e precisamos muitas vezes parar, respirar e nos cuidar.

E tudo isso pode coexistir.

O orgulho não anula o cansaço.
E o cansaço não diminui o amor pela profissão.

Tenho orgulho de acompanhar processos de mudança, de testemunhar descobertas, de perceber alguém, aos poucos, se apropriando da própria história e encontrando novas possibilidades de existir.

Mas também cansa.

Cansa porque escutar com presença exige muito. Porque cuidar também demanda elaboração. Porque nem todo atendimento termina com uma resposta e nem todo processo acontece no tempo que gostaríamos.

E talvez uma das coisas mais importantes que a própria profissão me ensina todos os dias seja essa:

não precisamos ser incansáveis para sermos boas psicólogas.

Ser psicóloga é um privilégio. E reconhecer os próprios limites também faz parte do compromisso com essa profissão. Porque cuidar do outro também exige reconhecer quando precisamos cuidar de nós.

E mesmo nos dias em que o cansaço pesa, existe algo que permanece: a certeza de que entre tantos caminhos possíveis eu escolheria novamente ser psicóloga.
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Talvez você não precise de mais respostas, talvez precise aprender a se escutar.Na perspectiva da Psicologia Analítica, ...
26/08/2026

Talvez você não precise de mais respostas, talvez precise aprender a se escutar.

Na perspectiva da Psicologia Analítica, o autoconhecimento não se resume a compreender racionalmente quem somos, ele envolve uma aproximação gradual com o próprio mundo interno, inclusive com aspectos que nem sempre reconhecemos ou desejamos olhar.

É nesse movimento de voltar-se para si que pequenos rituais cotidianos podem adquirir outro signif**ado.

Meditar;
Escrever;
Caminhar em silêncio;
Cuidar do próprio corpo;
Observar os sentimentos antes de adormecer.

Essas não são apenas práticas de bem-estar, quando realizadas com presença e intenção podem se tornar espaços de escuta e reflexão sobre aquilo que se movimenta dentro de nós.

Perguntar-se O que estou sentindo? O que isso revela sobre mim ou Que parte de mim está pedindo atenção? pode abrir caminhos importantes para o autoconhecimento.

Na perspectiva junguiana, tornar-se quem se é envolve um processo contínuo de individuação, é aproximar-se de diferentes aspectos da própria personalidade, reconhecendo tanto aquilo que já conhecemos em nós quanto aquilo que permanece na sombra.

Por isso, reconectar-se consigo mesma não signif**a encontrar uma versão perfeita de si, signif**a criar espaço para conhecer, integrar e acolher a pessoa que você está se tornando.

Talvez o seu próximo ritual não precise ser fazer mais, talvez seja simplesmente parar e escutar o que existe dentro.

Qual momento do seu dia você poderia transformar em um espaço de encontro consigo mesma?

Juliana Batista
Psicologa Clinica

Nem sempre quando você começa a se posicionar, as pessoas vão gostar da sua nova forma de existir.Dizer não sem culpa, e...
24/08/2026

Nem sempre quando você começa a se posicionar, as pessoas vão gostar da sua nova forma de existir.

Dizer não sem culpa, estabelecer limites, escolher se preservar e deixar de se justif**ar o tempo todo pode mudar algumas relações.

E muitas vezes, vão chamar isso de arrogância, frieza ou egoísmo, mas nem todo desconforto que o seu limite provoca signif**a que você está fazendo algo errado.

Existem relações que se sustentavam justamente na sua dificuldade de dizer não, na sua disponibilidade constante ou na necessidade de agradar.

Quando isso muda, algumas pessoas se afastam, não necessariamente porque você mudou para pior, mas porque a dinâmica entre vocês mudou.

Isso não signif**a tornar-se indiferente ou deixar de considerar o outro, mas signif**a desenvolver a capacidade de reconhecer as próprias necessidades, respeitar seus limites e sustentar escolhas sem precisar da aprovação de todos.

Talvez você não tenha f**ado difícil, Talvez apenas tenha f**ado mais consciente de si.

E maturidade emocional também é compreender que ser uma pessoa acolhedora não exige estar sempre disponível e que se respeitar não é deixar de amar o outro.

É aprender a não se abandonar para permanecer em uma relação.

Aquilo que um dia você enxergou como defeito pode hoje estar se transformando em consciência, autonomia e autorrespeito.

Juliana Batista
Psicóloga

21/08/2026

Quando você para de pedir pelo básico, algo profundo em você começa a se recompor.

Aos poucos f**a claro que o afeto não nasce do pedido insistente, mas sim do reconhecimento mútuo. Quando nos vemos na posição de cobrar o mínimo a relação perde o equilíbrio e vai colocando você em um lugar de aparente desvantagem e constante desgaste emocional.

A dor desse processo por mais difícil que seja cumpre uma função importante que é: ela sinaliza seus limites e redefine o que você não aceita mais. Permanecer em espaços onde não há valorização deixa de ser um gesto de lealdade e passa a ser uma forma de autossabotagem.

Aprender a se retirar também é um ato de amor-próprio, e não se trata de desistir, mas de fazer uma escolha por si trocando a ansiedade da espera pela tranquilidade de seguir em frente.

F**a a reflexão: o cuidado e o afeto genuínos se manifestam na presença consciente sem a necessidade de cobranças.

Quem deseja estar, simplesmente está.

Se este momento de transição traz dor, acolha esse sentir.

Essa dor costuma ser o primeiro passo na reconstrução da sua autonomia e liberdade.

Juliana Batista
Psicóloga

Não vou mesmo.Principalmente porque o outro não vai definir quem sou, como me sinto!! E você, tem dado valor a opinião d...
19/08/2026

Não vou mesmo.

Principalmente porque o outro não vai definir quem sou, como me sinto!!

E você, tem dado valor a opinião dos outros mais do que deveria?

Juliana Batista
Psicóloga

Frustração também faz parte da vida, o que muda é a forma como escolhemos lidar com ela.Nem sempre podemos evitar aquilo...
19/08/2026

Frustração também faz parte da vida, o que muda é a forma como escolhemos lidar com ela.

Nem sempre podemos evitar aquilo que nos decepciona, contraria nossos planos ou foge do que esperávamos, mas podemos aprender a reconhecer o que sentimos sem negar, minimizar ou agir impulsivamente.

Lidar de forma mais saudável com a frustração envolve:

🔹Reconhecer e acolher o sentimento;
🔹Compreender o que está por trás dele;
🔹Diferenciar o que está ou não sob seu controle;
🔹Buscar alternativas possíveis;
🔹Respeitar seus limites e necessidades;
🔹Permitir-se pedir apoio quando necessário.

Frustração não precisa ser interpretada como fracasso, muitas vezes ela revela expectativas, necessidades e limites que merecem ser compreendidos.

Agora me conta, como você costuma reagir quando a realidade não corresponde ao que esperava?

Talvez essa resposta diga mais sobre você do que a própria frustração.

Juliana Batista
Psicóloga

17/08/2026

Talvez você já tenha oferecido a outras pessoas o perdão e a compreensão que ainda não consegue oferecer a si mesma.

Você já acolheu o cansaço de alguém, respeitou o tempo de alguém, compreendeu um erro, ofereceu uma segunda chance e pensou: Tudo bem, você fez o que conseguiu.

Mas quando é você quem está cansada, atrasada, perdida ou simplesmente tentando, por que essa mesma compreensão parece tão difícil?

Muitas vezes, somos capazes de olhar para o outro com humanidade, mas nos tratamos como se precisássemos estar sempre prontas, certas e dando conta de tudo.

A maneira como você conversa consigo também participa da forma como atravessa os momentos difíceis.

Talvez o caminho não precise de mais cobrança.
Talvez precise de um pouco mais da mesma gentileza que você oferece tão facilmente aos outros.

Você também merece ser tratada com compreensão por você.

Juliana Batista
Psicóloga Clínica

Conselhos que na verdade são só uma cobrança/ insegurança sobre você mesmo…Juliana Batista Crp: 03/15217Psicóloga
16/08/2026

Conselhos que na verdade são só uma cobrança/ insegurança sobre você mesmo…

Juliana Batista
Crp: 03/15217
Psicóloga

Um pouco sobre a minha escolha em ser psicóloga! Uma época desafiadora ao mesmo tempo acolhedora… uma época de aprendiza...
14/08/2026

Um pouco sobre a minha escolha em ser psicóloga!

Uma época desafiadora ao mesmo tempo acolhedora… uma época de aprendizado profissional, mas acima de tudo pessoal.

Juliana Batista
Psicóloga
Crp: 03/15217

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40290270

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Quarta-feira 08:00 - 18:00
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