Ana Paula Teixeira

Ana Paula Teixeira Eu ajudo pessoas e empresas a atuarem no mundo através de suas melhores versões integrando medicin

24/08/2026

Solidão também pode existir dentro de uma empresa.

E talvez esse seja um dos aspectos mais difíceis de perceber: a pessoa está presente, participa das reuniões, entrega suas demandas e convive diariamente com outras pessoas, mas não se sente verdadeiramente conectada.

A OMS reconhece a solidão e o isolamento social como uma questão relevante de saúde pública e criou uma comissão dedicada à conexão social.

No ambiente de trabalho, esse fenômeno merece atenção porque pertencimento, qualidade das relações, apoio social e conexão também fazem parte do contexto psicossocial.

Por isso, quando falamos em riscos psicossociais, não estamos falando apenas de sobrecarga, pressão ou metas.

Também precisamos olhar para as relações.

A pergunta para as empresas é: as pessoas estão apenas trabalhando juntas ou realmente se sentem parte desse ambiente?

Porque nem todo adoecimento começa com um grande conflito. Às vezes, começa com a sensação silenciosa de que ninguém percebe sua presença.

liderança gestaodepessoas culturacorporativa pertencimento conexaosocial

23/08/2026

Uma noite de inverno

Salvador

Encontro especial promovido pela Fabiana Camargo, uma das líderes do ClubedoLivroSST e responsável pelo Projeto Crescer 360
com as queridas líderes Talita Alves, Conexão EHS e Sanyara Freitas

Algumas leituras são refúgios que alimentam a alma, alargam nosso horizonte e nos conduzem à transformação.

Por mais momentos como esse.

Para comprar seu exemplar: https://trabalhodoi.lovable.app/ ou acesse link@na BIO

Por que ler: Em um mercado de trabalho em constante transformação e cheio de incertezas, seguir o “velho manual” já não ...
22/08/2026

Por que ler: Em um mercado de trabalho em constante transformação e cheio de incertezas, seguir o “velho manual” já não funciona mais.

Este livro é indispensável para profissionais e líderes que querem entender a nova dinâmica do mundo corporativo, desenvolvendo a mentalidade, as habilidades e as ferramentas certas para se adaptar, inovar e prosperar no futuro do trabalho.

Nesta *segunda-feira*, às *20h*, vou bater um papo imperdível com a psicóloga *Bárbara Guimarães* para desvendar como o ...
22/08/2026

Nesta *segunda-feira*, às *20h*, vou bater um papo imperdível com a psicóloga *Bárbara Guimarães* para desvendar como o *Estado de Alerta* funciona e como ele impacta a nossa rotina profissional.

📋Vamos falar sobre:

O que acontece quando o sistema de alerta é ativado nas relações de trabalho.

Como a nossa história pessoal e a cultura organizacional perpetuam ou previnem esse ciclo.

O custo emocional e físico do alerta prolongado.

Caminhos práticos de mudança: o papel do mindfulness, a segurança psicológica e o nosso caminho de evolução.

🗓️ Segunda-feira, às 20h
📍 Ao vivo, pelo Instagram!

*Ative o lembrete* e venha participar com a gente!

Agosto Lilás também é um convite para falar sobre a presença, a voz e o espaço que as mulheres ocupam no ambiente de tra...
21/08/2026

Agosto Lilás também é um convite para falar sobre a presença, a voz e o espaço que as mulheres ocupam no ambiente de trabalho.

Em alusão à campanha, relanço o guia “Quando Ela Fala, Todo Mundo Ouve”, uma publicação criada para fortalecer o posicionamento feminino nas organizações.

O conteúdo nasceu da minha experiência, de anos de escuta clínica e da vivência com diferentes realidades corporativas, especialmente a partir das reflexões trazidas pelo livro “Quando o Trabalho Dói”.

No guia, reúno situações reais e caminhos práticos que podem ser utilizados individualmente ou em grupos para estimular reflexão, comunicação e posicionamento.

Porque fortalecer mulheres no trabalho também passa por criar espaços onde elas possam falar, ser ouvidas e participar das decisões.

📖 Acesse gratuitamente o guia pelo link na bio.

mulheresnaliderança ambientedetrabalho medicinadotrabalho saudemental equidade

19/08/2026

Volume de trabalho.
Pressão por resultados.
Mudanças na liderança.
Reestruturações.
Insegurança no trabalho.
Conflitos com colegas.
Pressões que também atravessam a vida pessoal.

Esses fatores podem fazer parte da realidade de qualquer organização, independentemente do seu tamanho.

O problema não está necessariamente na existência desses fatores. A questão é entender quando eles deixam de ser apenas parte da dinâmica do trabalho e passam a representar um risco psicossocial.

É por isso que a gestão precisa ir além de identif**ar situações de sofrimento depois que elas aparecem.

É preciso olhar para a forma como o trabalho está organizado, como as relações são conduzidas e quais condições estão sendo oferecidas às pessoas.

Saúde mental no trabalho também é uma questão de gestão.

E a pergunta para quem lidera é:

Na sua empresa, esses fatores estão sendo apenas percebidos ou realmente gerenciados?

liderança gestãodepessoas saúdeocupacional segurançadotrabalho culturaorganizacional

Humanizar a tecnologia é diferente de tentar colocar humanidade dentro de uma máquina, mesmo que ela seja “inteligente”....
19/08/2026

Humanizar a tecnologia é diferente de tentar colocar humanidade dentro de uma máquina, mesmo que ela seja “inteligente”.

Ontem realizamos o 3º Módulo do Grupo de Práticas da ABRH Bahia, reunindo líderes e consultores da área de gestão de pessoas para um debate necessário: “Humanizando a Tecnologia: do cuidado à desconexão — como utilizar a tecnologia sem ampliar o silêncio e a sobrecarga” liderado pela Mônica Ribeiro.

Ser sua parceira neste projeto tem sido uma rica experiência, permitindo uma noite de trocas profundas com a intensa participação da nossa rede de líderes.

O que marcou, para mim, nosso encontro:

Segurança Psicológica - o manifesto produzido e apresentado por Laís Dias e Geudson Lopes, guardiões do módulo anterior

Interface Segurança Psicológica e Tecnologias

Desafios do Trabalho Moderno - tecnoestresse, disponibilidade contínua e o papel da tecnologia como uma aliada do cuidado

A Voz dos Líderes - compartilhamos vivências reais sobre como o avanço da Inteligência Artificial afeta a rotina e a saúde nas organizações.

Um agradecimento especial a todos que estiveram presentes e tornaram esse espaço tão rico e transformador!

Até setembro!

Quando uma pessoa adoece, é comum procurar imediatamente uma explicação individual.Mas, quando os casos se repetem dentr...
18/08/2026

Quando uma pessoa adoece, é comum procurar imediatamente uma explicação individual.

Mas, quando os casos se repetem dentro de uma mesma organização, talvez seja necessário olhar para outro lugar também: a forma como o trabalho está organizado.

Jornadas prolongadas, ritmo intenso, equipes reduzidas, pressão constante por resultados, falta de autonomia, relações abusivas e metas mal dimensionadas podem fazer parte da exposição a riscos psicossociais.

E existe uma questão ainda mais importante: reconhecer que existe uma relação entre adoecimento e trabalho não é o mesmo que afirmar que todo transtorno mental foi causado pelo trabalho.

É justamente por isso que o olhar sobre o contexto ocupacional é tão importante.

A atualização da NR-1 reforça essa responsabilidade ao incluir os fatores de risco psicossociais na gestão de riscos ocupacionais.

Mas nenhuma norma, sozinha, muda uma organização.

É preciso transformar a maneira como o trabalho é planejado, gerenciado e vivenciado.

A pergunta que f**a para líderes e empresas é:

**quando várias pessoas adoecem no mesmo ambiente, estamos olhando apenas para quem adoeceu ou também para o trabalho que está sendo realizado?**

Essa é uma discussão que precisa fazer parte da gestão.

Fonte: matéria da Revista Proteção, com entrevista da pesquisadora Maria Maeno.

gestaodepessoas liderança segurançadotrabalho burnout saudemental

Receber esse retorno sobre as nossas orientações na Gestão dos Fatores Psicossociais e Orientação a Lideranças aquece o ...
16/08/2026

Receber esse retorno sobre as nossas orientações na Gestão dos Fatores Psicossociais e Orientação a Lideranças aquece o coração e valida a jornada.

Cada documento, treinamento ou diretriz que produzimos carrega anos de experiência, rigor técnico, ética e um compromisso inegociável com a vida das pessoas.

Muito obrigada pelo reconhecimento e pela confiança de sempre! 💚

14/08/2026

Nem todo desconforto no trabalho é uma lesão moral.

Conflitos, divergências e frustrações fazem parte de qualquer ambiente profissional. Em muitos casos, eles são resolvidos sem deixar marcas duradouras.

A lesão moral envolve algo diferente.

Ela pode surgir quando uma experiência frequente — ou um evento de grande intensidade — entra em conflito com valores profundamente importantes para a pessoa, produzindo sofrimento signif**ativo, culpa, vergonha, raiva, perda de confiança ou ruptura com a própria identidade profissional.

Por isso, reconhecer a diferença entre um conflito cotidiano e uma experiência moralmente lesiva é fundamental para evitar simplif**ações e construir estratégias de cuidado mais adequadas.

Alguns aspectos merecem atenção:

• Intensidade da experiência
• Frequência ou repetição ao longo do tempo
• Impacto emocional gerado
• Prejuízo funcional na vida e no trabalho
• Possibilidade (ou não) de reparação

Como discutimos em *Quando o Trabalho Dói*, compreender a natureza do sofrimento é um passo importante para desenvolver ambientes de trabalho mais éticos, saudáveis e sustentáveis.

💬 Na sua experiência, as organizações estão preparadas para diferenciar conflitos normais de situações que podem gerar sofrimento moral?

Endereço

Salvador, BA
40170130

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Ana Paula Teixeira posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar

Categoria