23/07/2026
Quando eu saí do CLT, achei que era “só” abrir um CNPJ e fazer bem aquilo que eu já sabia fazer.
atender. estudar. cuidar. entregar.
mas empreender foi me mostrando, com o tempo, que o CNPJ não floresce se o CPF estiver sempre no limite.
porque antes da profissional que atende, existe uma mulher que precisa respirar.
descansar.
se movimentar.
silenciar.
se conectar.
rir sem pressa.
voltar para o próprio corpo.
e talvez essa tenha sido uma das lições mais importantes dessa jornada:
o meu trabalho só ganha vida quando eu também estou viva dentro dele.
sem o meu CPF, meu CNPJ não respira.
e hoje eu entendo que cuidar de mim também é parte do jeito que eu cuido do meu trabalho.
me conta: qual versão você mais conhece por aqui?
CPF, CNPJ ou as duas?