27/04/2026
Quando encontrei com ele, fui percebendo que nem só de bonecas, laços e fitas se faz uma maternidade.
Quando encontrei com ele descobri que voar, pular, sair correndo e, provavelmente, tropeçar numa bola seria uma boa novidade na vida.
Quando encontrei com ele percebi que homem também quer colo e dá colo — e que gostar de jogar bola não é uma obrigação.
Quando encontrei com ele eu aprendi a sorrir com os olhos e descobri um mundo ainda não habitado por mim.
Mas ele foi crescendo e eu fui descobrindo novos encontros nossos todos os dias. Uma voz que muda, uma força que precisa dosar, um jeito só dele de distribuir afeto.
Quando assisti suas mudanças vi que ali se encontra um mundo que eu talvez não conheça tanto — e que tem tanto para mostrar.
Um mundo que cheira diferente, que ri alto demais e f**a quieto na hora errada. Que some no quarto e some no meio da conversa. Que não sabe bem o que sente — mas sente tudo.
Então eu aprendi a f**ar perto sem apertar. A perguntar sem cobrar resposta. A estar — mesmo quando ele não pede.
Porque nessa fase, os amigos passam a ser o espelho. O grupo, o palco. E às vezes eu me peguei me perguntando: será que ele sabe quem ele é quando ninguém está olhando?
Será que ele sabe que pode errar e voltar? Que força não é não chorar? Que o suor depois do jogo e o silêncio antes de dormir cabem no mesmo corpo?
Fui entendendo que dar segurança a ele era, primeiro, encontrar a minha.
Que ele não precisava de uma mulher que soubesse tudo sobre esse mundo dele — mas de uma mulher que não tivesse medo de entrar nele.
E foi exatamente isso que eu quis trazer para o Encontro com Eles.
Um espaço onde ele possa ser visto. Ouvido. Inteiro.
Porque ele merece esse encontro — e você merece saber que não está sozinha nessa travessia.
Vamos juntas?
Informações e inscrições
71 981014514