Leonardo Avellar - Neurocirurgião

Leonardo Avellar - Neurocirurgião Leonardo Miranda de Avellar é médico neurocirurgião, chefe do serviço de neurocirurgia do Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), em Salvador (BA).

A neurociência explica como o cérebro forma memórias. Mas não explica por que algumas duram a vida inteira.As melhores, ...
09/08/2026

A neurociência explica como o cérebro forma memórias. Mas não explica por que algumas duram a vida inteira.

As melhores, quase sempre, têm um pai no meio.

Feliz Dia dos Pais.

5 de agosto é Dia Nacional da Saúde por causa de Oswaldo Cruz - o médico que erradicou a varíola, a febre amarela e a pe...
05/08/2026

5 de agosto é Dia Nacional da Saúde por causa de Oswaldo Cruz - o médico que erradicou a varíola, a febre amarela e a peste bubônica no Brasil, há mais de 150 anos.

Hoje, a gente ainda perde uma vida a cada 6 minutos pra uma doença que, na maior parte dos casos, dá pra reconhecer a tempo: o AVC.

A diferença entre voltar pra vida normal ou carregar uma sequela pro resto dela quase sempre está nos primeiros minutos. Por isso, vale guardar o SAMU (Sorriso, Abraço, Música, Urgência) e ensinar pra quem você ama.

Decisão sobre UTI depois de neurocirurgia não deveria variar conforme quem está de plantão. Um critério claro e document...
03/08/2026

Decisão sobre UTI depois de neurocirurgia não deveria variar conforme quem está de plantão. Um critério claro e documentado protege o paciente e organiza o leito.

📚 Nesta sexta-feira (31/07), a Sessão de Neurocirurgia do Hospital Geral Roberto Santos (HGRS) abordará um tema de grand...
30/07/2026

📚 Nesta sexta-feira (31/07), a Sessão de Neurocirurgia do Hospital Geral Roberto Santos (HGRS) abordará um tema de grande relevância na prática neurocirúrgica: TCE Pediátrico.

🧠 A apresentação será conduzida por Herton Garcia, no Centro de Treinamento em Laparoscopia (edifício anexo ao Hospital).

A iniciativa integra o compromisso permanente do serviço com a atualização científica, a discussão de casos e o aprimoramento da assistência prestada aos pacientes.

🎓 Atividade presencial e gratuita. Participe.

A cirurgia endoscópica da coluna representa um grande avanço da cirurgia minimamente invasiva. Mas nenhum avanço tecnoló...
27/07/2026

A cirurgia endoscópica da coluna representa um grande avanço da cirurgia minimamente invasiva. Mas nenhum avanço tecnológico é capaz de substituir o raciocínio clínico.

Tenho observado uma tendência preocupante: pacientes com doenças degenerativas complexas sendo tratados como se tivessem apenas uma hérnia de disco.

O tamanho da incisão é importante. Mas muito mais importante é entender qual é a doença que está sendo tratada.

Porque uma cirurgia mal indicada continua sendo uma cirurgia mal indicada, mesmo quando realizada por um pequeno portal endoscópico.

Referências:

•⁠ ⁠Gadjradj PS et al. Spine 2021.
•⁠ ⁠Masuda S et al. JBJS 2022.
•⁠ ⁠Ruetten S et al. Spine.
•⁠ ⁠Ahn Y. Neurospine 2023.
•⁠ ⁠International Society for the Advancement of Spine Surgery (ISASS).

É sempre uma satisfação ver um caso como esse ganhar espaço também fora do ambiente hospitalar.O portal Alô Alô Bahia de...
24/07/2026

É sempre uma satisfação ver um caso como esse ganhar espaço também fora do ambiente hospitalar.

O portal Alô Alô Bahia destacou a história de Pedro Henrique, adolescente que, após mais de uma década convivendo com crises epilépticas, ficou livre das convulsões depois de uma cirurgia realizada no Hospital Geral Roberto Santos.

Histórias como essa mostram a importância de um diagnóstico preciso, da atuação de equipes multidisciplinares e do acesso à neurocirurgia de alta complexidade quando ela é indicada.

A epilepsia refratária nem sempre encontra resposta apenas nos medicamentos. Em pacientes criteriosamente avaliados, o tratamento cirúrgico pode representar uma mudança profunda na qualidade de vida.

É motivo de orgulho fazer parte de um serviço público que alia assistência, ensino e inovação para transformar vidas todos os dias.

Não é toda inovação que muda a prática clínica imediatamente. Mas algumas têm potencial para mudar a forma como tratamos...
21/07/2026

Não é toda inovação que muda a prática clínica imediatamente. Mas algumas têm potencial para mudar a forma como tratamos doenças no futuro.

Esse capacete de ultrassom transcraniano multifocal está sendo estudado como uma estratégia para potencializar a trombólise no AVC isquêmico, aumentando as chances de reperfusão cerebral.

É importante destacar: ainda se trata de uma tecnologia em investigação. Ela não substitui a trombectomia mecânica quando esta é indicada e não representa um tratamento para todos os tipos de AVC.

O que chama atenção é outra possibilidade.

Se sua eficácia for confirmada em estudos clínicos, o tratamento poderá começar ainda durante o transporte do paciente ou em hospitais sem neurorradiologia intervencionista, reduzindo um dos fatores mais importantes no AVC: o tempo até a reperfusão.

A neurocirurgia evolui não apenas com novas técnicas cirúrgicas, mas também com tecnologias capazes de antecipar o tratamento e preservar tecido cerebral.

No AVC, tempo continua sendo cérebro.

📚 Nesta sexta-feira (17/07), a sessão de neurocirurgia do HGRS traz o tema: Evidências do Uso de Anticonvulsivantes no T...
17/07/2026

📚 Nesta sexta-feira (17/07), a sessão de neurocirurgia do HGRS traz o tema: Evidências do Uso de Anticonvulsivantes no TCE, Tumores Intracranianos e HSA.

🧠 A apresentação será conduzida por Giovana Melo Faria, no Centro de Treinamento em Laparoscopia (edifício anexo ao Hospital).

🎓 Evento gratuito. Participe!

📚 Nesta sexta-feira (10/07), a sessão de neurocirurgia do HGRS traz o tema: Craniectomia Descompressiva: indicações, evi...
09/07/2026

📚 Nesta sexta-feira (10/07), a sessão de neurocirurgia do HGRS traz o tema: Craniectomia Descompressiva: indicações, evidências científicas e técnica cirúrgica.

🧠 A apresentação será conduzida por Vittor Quintela, no Centro de Treinamento em Laparoscopia (edifício anexo ao Hospital).

🎓 Evento gratuito e aberto ao público. Participe!

O tratamento do glioblastoma sempre foi baseado em três pilares: cirurgia, radioterapia e quimioterapia. Nos últimos ano...
07/07/2026

O tratamento do glioblastoma sempre foi baseado em três pilares: cirurgia, radioterapia e quimioterapia. Nos últimos anos, porém, uma nova linha de pesquisa passou a investigar um aspecto que vai além das alterações genéticas: o metabolismo tumoral.

Muitas células cancerosas apresentam uma elevada dependência da glicose para produzir energia, um fenômeno descrito por Otto Warburg há quase um século. Essa observação levantou uma questão importante: seria possível explorar essa vulnerabilidade metabólica para tornar o tratamento mais eficaz?

É nesse contexto que a dieta cetogênica desperta o interesse da neuro-oncologia. Ao modificar o ambiente metabólico do organismo, ela vem sendo estudada como uma estratégia complementar, capaz de potencializar terapias já consolidadas, especialmente em modelos experimentais de glioblastoma.

Os resultados obtidos até agora são promissores, mas ainda não suficientes para que essa abordagem faça parte do tratamento padrão. A ciência avança com entusiasmo, mas também com prudência.

Na medicina, compreender profundamente uma doença é o primeiro passo para desenvolver novas formas de combatê-la. Talvez, no futuro, conhecer melhor como o glioblastoma produz energia seja tão importante quanto entender suas alterações genéticas.

Você acredita que o metabolismo tumoral pode representar uma nova fronteira no tratamento dos tumores cerebrais?

Endereço

Avenida Centenário , 2411, Empresarial Centenário, Sala 1105, Chame-Chame
Salvador, BA

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