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Carreira Médica Com a Sanar, estudar medicina é mais fácil

A pedidos: parte 2 da guerra civil entre especialidades hahahaQuais áreas precisam fazer as pazes e vestir a camiseta da...
24/04/2026

A pedidos: parte 2 da guerra civil entre especialidades hahaha

Quais áreas precisam fazer as pazes e vestir a camiseta da união? 🤝

Pesquisadores desenvolveram anticorpos monoclonais capazes de bloquear o vírus Epstein-Barr (EBV), uma infecção altament...
22/04/2026

Pesquisadores desenvolveram anticorpos monoclonais capazes de bloquear o vírus Epstein-Barr (EBV), uma infecção altamente prevalente que atinge cerca de 95% da população mundial e está associada a diferentes tipos de câncer, doenças neurodegenerativas e condições crônicas.

O estudo, publicado na revista Cell Reports Medicine, utilizou modelos em camundongos para criar anticorpos que impedem a ligação e a entrada do vírus nas células imunológicas humanas. A estratégia foca no bloqueio de duas proteínas virais, gp350 e gp42, essenciais para a fixação e penetração do EBV nas células.

Um dos desafios da pesquisa tem sido desenvolver anticorpos que não desencadeiem resposta imunológica indesejada no organismo humano, o que pode comprometer a eficácia das terapias.

A abordagem pode ter impacto relevante principalmente em pacientes imunossuprimidos, como transplantados, que apresentam maior risco de reativação do vírus e de complicações associadas, incluindo doenças linfoproliferativas pós-transplante.

A proposta dos pesquisadores é que, no futuro, esses anticorpos possam ser administrados por infusão, com potencial uso tanto na prevenção quanto no controle da reativação do vírus em grupos de alto risco.

O Epstein-Barr é o agente causador da mononucleose e permanece latente no organismo após a infecção inicial, podendo ser reativado em situações de imunossupressão.

A Anvisa aprovou a ampliação do uso da vacina Arexvy, indicada para prevenção da doença do trato respiratório inferior c...
14/04/2026

A Anvisa aprovou a ampliação do uso da vacina Arexvy, indicada para prevenção da doença do trato respiratório inferior causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR), incluindo bronquiolite. A partir de agora, o imunizante pode ser utilizado em adultos a partir de 18 anos.

Registrada inicialmente em 2023, a vacina era indicada apenas para pessoas com 60 anos ou mais. A nova decisão amplia o público elegível com base em estudos clínicos que demonstraram resposta imunológica não inferior em adultos mais jovens quando comparados à população acima de 60 anos.

A Arexvy utiliza tecnologia de proteína recombinante, em que uma substância semelhante à superfície do vírus é produzida em laboratório para estimular a produção de anticorpos.

O VSR é um importante agente de infecções respiratórias ao longo da vida, podendo causar quadros de doença do trato respiratório inferior com impacto clínico relevante, especialmente em indivíduos com comorbidades e em faixas etárias mais avançadas, onde há maior risco de hospitalização e complicações.

A ampliação da indicação reforça as estratégias de prevenção contra o VSR, considerando seu impacto não apenas em crianças, mas também na população adulta.

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08/04/2026

Vamos laudar um ECG? Use o mnemônico REFOCIS para lembrar!

📌 Salve este post para revisar depois e compartilhe com quem está estudando!

Alguém me diz se é isso mesmo 😩
02/04/2026

Alguém me diz se é isso mesmo 😩

O aumento de casos de câncer colorretal em adultos jovens já é considerado uma realidade global. Antes mais comum após o...
02/04/2026

O aumento de casos de câncer colorretal em adultos jovens já é considerado uma realidade global. Antes mais comum após os 50 anos, a doença tem sido diagnosticada com maior frequência em pessoas abaixo dessa faixa etária, o que também traz desafios para a detecção precoce, já que os sintomas iniciais podem ser pouco específicos.

Segundo o oncologista Paulo Hoff, o crescimento dos casos não se restringe ao Brasil e acompanha uma tendência mundial. Entre os principais fatores associados estão sedentarismo, obesidade e consumo elevado de alimentos ultraprocessados. Além disso, estudos recentes apontam a possível influência da microbiota intestinal no desenvolvimento da doença, com determinadas bactérias relacionadas a maior risco de transformação tumoral.

Os principais sinais de alerta incluem presença de sangue nas fezes, alterações no hábito intestinal, dor abdominal, anemia, perda de peso inexplicada e sensação de distensão abdominal.

Diante desse cenário, a idade recomendada para início do rastreio em indivíduos sem fatores de risco foi reduzida de 50 para 45 anos. No entanto, limitações estruturais dificultam a ampliação da colonoscopia em larga escala no país.

Como estratégia, especialistas destacam o teste de sangue oculto nas fezes como alternativa viável para rastreamento populacional. A recomendação é que o exame seja realizado anualmente a partir dos 45 anos, com encaminhamento para colonoscopia em casos positivos. Em pacientes com fatores de risco, o rastreio deve ser antecipado e individualizado.

Um exame de sangue desenvolvido por cientistas da Faculdade de Medicina do ABC pode ajudar na detecção precoce do câncer...
24/03/2026

Um exame de sangue desenvolvido por cientistas da Faculdade de Medicina do ABC pode ajudar na detecção precoce do câncer de mama. A tecnologia, chamada RosalindTest, identifica biomarcadores da doença em amostras sanguíneas e apresentou cerca de 95% de precisão nos estudos clínicos iniciais, especialmente em estágios iniciais.

O teste não substitui a mamografia, mas atua como ferramenta complementar, podendo ampliar o acesso ao rastreamento, principalmente em regiões com menor disponibilidade de exames de imagem. Segundo os pesquisadores, o exame não tem contraindicações e pode ser realizado em mulheres de qualquer faixa etária.

A proposta é que o teste funcione como uma etapa inicial na linha de cuidado, auxiliando na triagem e no encaminhamento para exames confirmatórios. A iniciativa busca tornar o rastreamento mais acessível, menos invasivo e potencialmente mais precoce.

O câncer de mama é o tipo mais comum entre mulheres no mundo, e a detecção precoce segue sendo um dos principais fatores para aumento das chances de cura. No Brasil, são esperados cerca de 78 mil novos casos por ano entre 2026 e 2028, segundo estimativas do INCA.

Após a fase de te**es, a expectativa dos pesquisadores é avançar com os trâmites regulatórios para viabilizar a incorporação da tecnologia ao sistema público de saúde, ampliando o alcance do diagnóstico precoce no país.

Um conjunto de medidas simples e sem custo adicional reduziu em 18,5% os casos de sepse tardia em prematuros de muito ba...
19/03/2026

Um conjunto de medidas simples e sem custo adicional reduziu em 18,5% os casos de sepse tardia em prematuros de muito baixo peso internados em UTIs neonatais no Brasil. Os dados são de um estudo coordenado pela Unesp, divulgado em março de 2026, dentro do projeto DownLOS, voltado à melhoria das práticas assistenciais.

A sepse tardia é uma das principais causas de morte em recém-nascidos prematuros, especialmente aqueles com menos de 1,5 kg, devido à imaturidade do sistema imunológico e à necessidade de procedimentos invasivos. Antes da intervenção, a incidência chegava a 25% e atingiu 30% em 2020.

O projeto estruturou mudanças no cuidado, com revisão de rotinas, definição de metas e aplicação de ferramentas de melhoria contínua nas UTIs. Entre as principais medidas adotadas estão o uso mais criterioso de antibióticos, incentivo ao aleitamento materno precoce, maior controle no uso de cateteres e padronização das práticas de higiene.

A redução do uso excessivo de antibióticos e o aumento da oferta de leite materno foram apontados como fatores centrais para os resultados, contribuindo para melhor equilíbrio da microbiota e maior proteção contra infecções.

Os achados reforçam que intervenções organizacionais e baseadas em boas práticas podem impactar diretamente a segurança do paciente neonatal, sem necessidade de tecnologias complexas, e destacam o potencial de ampliação do modelo para outras unidades do país.

A Organização Mundial da Saúde alertou para a identificação de uma nova variante recombinante do vírus da mpox, formada ...
18/03/2026

A Organização Mundial da Saúde alertou para a identificação de uma nova variante recombinante do vírus da mpox, formada a partir da combinação genética entre os clados Ib e IIb. O achado levanta preocupação sobre possível circulação não detectada e reforça a necessidade de vigilância epidemiológica e genômica.

O primeiro caso foi identificado retrospectivamente na Índia, com início dos sintomas em setembro de 2025, e outro foi confirmado no Reino Unido. Até o momento, não há evidência de transmissão secundária entre contatos, nem confirmação de maior gravidade ou transmissibilidade. A recombinação é um processo natural na evolução viral, mas pode dificultar a detecção em te**es convencionais e exigir monitoramento mais detalhado.

Paralelamente, um estudo publicado no The New England Journal of Medicine avaliou o tecovirimat, principal antiviral utilizado contra a mpox, e não demonstrou benefício significativo em pacientes imunocompetentes. Os dados indicam que o tratamento não reduziu de forma relevante o tempo de recuperação nesses casos, levantando questionamentos sobre seu uso como estratégia padrão.

Diante desse cenário, a OMS recomenda reforço na vigilância, ampliação do sequenciamento genético e manutenção das medidas de prevenção, como rastreamento de contatos e vacinação de grupos de risco. O surgimento da nova cepa indica continuidade da evolução viral e a necessidade de atenção constante por parte dos profissionais de saúde.

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12/03/2026

Tem concurso novo chegando! Você está preparado(a)? 📢

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O Japão aprovou um tratamento inovador para a doença de Parkinson baseado em células-tronco. O medicamento, chamado Amch...
06/03/2026

O Japão aprovou um tratamento inovador para a doença de Parkinson baseado em células-tronco. O medicamento, chamado Amchepry, foi desenvolvido pela farmacêutica Sumitomo Pharma e consiste no transplante de células produzidas em laboratório diretamente no cérebro do paciente.

A terapia recebeu aprovação condicional e por tempo limitado das autoridades sanitárias japonesas, o que permite seu uso enquanto novos estudos continuam avaliando a eficácia e a segurança em um número maior de pacientes.

O tratamento utiliza células-tronco pluripotentes induzidas (iPS), obtidas a partir de células adultas reprogramadas em laboratório. Essas células são transformadas em precursoras de neurônios produtores de dopamina, neurotransmissor essencial para o controle dos movimentos e que é progressivamente perdido na doença de Parkinson.

Em te**es clínicos conduzidos pela Universidade de Kyoto, sete pacientes entre 50 e 69 anos receberam transplantes celulares no cérebro. Segundo os pesquisadores, o procedimento demonstrou segurança e sinais de melhora dos sintomas.

A doença de Parkinson é um transtorno neurológico crônico e degenerativo que afeta cerca de 10 milhões de pessoas no mundo. Embora existam terapias para controle dos sintomas, ainda não há tratamento capaz de restaurar os neurônios perdidos, o que torna as estratégias regenerativas uma área de grande interesse na pesquisa médica.

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Salvador, BA

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