17/06/2026
O Reiki entrou para a lista dos queridinhos dos estudos científicos. E não é força de expressão.
Nos últimos anos, uma série de ensaios clínicos randomizados e meta-análises saiu no PubMed e os achados são sérios. Não é blog, não é opinião, não é “eu senti”. São dados publicados, com amostras reais, instrumentos validados e revisão por pares.
Olha o que a ciência mediu:
→ Ansiedade: meta-análise com 824 adultos encontrou efeito significativo do Reiki, especialmente em ciclos de 3 a 8 sessões (PMID: 38872168)
→ Coração: em pacientes cardíacos, o grupo Reiki teve menor ansiedade e o grupo sem tratamento apresentou aumento de cortisol (PMID: 38652801)
→ Dor e fadiga: 105 pacientes com artrite reumatoide — Reiki reduziu os dois, com diferença estatisticamente significativa (PMID: 35752581)
→ Câncer: 268 pacientes em centros de infusão — dor, fadiga, ansiedade, náusea e bem-estar melhoraram no relato pós-sessão (PMID: 39613272)
→ Menopausa: Reiki à distância reduziu queixas somáticas, psicológicas e urogenitais em 48 mulheres (PMID: 38490826)
→ Sono e qualidade de vida: 60 pessoas com epilepsia — o grupo Reiki melhorou em todas as medidas de sono e qualidade de vida (PMID: 39121752)
→ Além do placebo: revisão de 14 ensaios placebo-controlados encontrou benefício real sobre sham Reiki para estresse e depressão (PMID: 35911042)
→ UTI: 60 pacientes ventilados — uma sessão de 30 min reduziu dor, ansiedade, frequência cardíaca e pressão diastólica vs. sham Reiki (PMID: 41051913)
Nenhum desses estudos diz para abandonar tratamento médico. O que eles dizem é que o Reiki está sendo estudado como prática complementar — e os achados merecem uma conversa séria.
Salva os PMIDs, lê os estudos e compartilha com quem ainda acha que Reiki nunca foi pesquisado. 🔬
SaúdeIntegrativa
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