Fale-me mais sobre isso

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A “Fale-me mais sobre isso” é uma página destinada a divulgar atualidades e informações sobre fenômenos sociais na qual a psicologia possa exercer seu papel de orientação às pessoas. Com esse propósito, informa os seus leitores sobre acontecimentos nacionais e internacionais, indicando, dentre outros conteúdos, sites, vídeos e eventos que contribuam para o aprimoramento daqueles que buscam compreender os fenômenos que surgem em nossa sociedade através de uma perspectiva científica.

🍔🇺🇸 Estefânia Lorenzetti e BBB aprontaram novamente!!!Y’all é uma expressão carinhosa no Sul dos EUA que significa “Todo...
29/04/2021

🍔🇺🇸 Estefânia Lorenzetti e BBB aprontaram novamente!!!
Y’all é uma expressão carinhosa no Sul dos EUA que significa “Todo Mundo”. E com esse intuito de unir toda a família BBB trazemos esse especial que vai estar disponível por pouquíssimos dias.
Nosso YALL BURGER começa com um suculento burger de 180gr defumado na lenha de laranjeira, coberto com cheddar e acompanhado de rúcula, tomatinho cereja confitado e o delicioso molho Mustard BBQ dos nossos parceiros .
Corra e garanta o seu, porque será apenas este fim de semana… apenas sexta, sábado e domingo. Reserve já ou fique a ver fumaça…
       

Dia 02 de Junho é o dia em que se é comemorado  o Dia Mundial de Atenção aos Transtornos Alimentares. Vários mitos ronda...
02/06/2020

Dia 02 de Junho é o dia em que se é comemorado o Dia Mundial de Atenção aos Transtornos Alimentares. Vários mitos rondam esse universo, então eu trago pra você alguns fatos sobre os Transtornos Alimentares.
1 - Muitas pessoas com transtornos alimentares parecem saudáveis, ainda que estejam extremamente doentes
2 - Famílias não são as culpadas, e podem ser as melhores aliadas no tratamento
3 - Transtornos alimentares causam perturbações nas relações pessoais e familiares
4 - Ter um transtorno alimentar não é uma escolha, é uma grave doença mental, com influência biológica
5 - Transtornos alimentares afetam pessoas independentemente da idade, gênero, etnia, peso corporal, orientação sexual, ou nível socioeconômico
6 - Ter um transtorno alimentar aumenta as chances de suicídio e complicações médicas
7 - Genes e ambiente influenciam o desenvolvimento dos transtornos alimentares
8 - A genética, por si só, não determina quem vai desenvolver o transtorno
9 - A recuperação total é possível. O tratamento precoce e prevenção são muito importantes
Você não precisa passar por essas dúvidas e sofrimento sozinha! Procure psicólogos especializados pois existe remissão de sintomas e é possível viver novamente em paz com a comida e com o corpo. Os Transtornos Alimentares têm gatilhos que podem ser emocionais, psicológicos, biológicos, neuroendócrinos, sociais e culturais. O tratamento é extremamente especializado, multiprofissional e individualizado.

Mas, eu sou viciada em comida ....Muitos pacientes chegam no consultório dizendo que: “eu sou viciada em comida e não co...
28/05/2019

Mas, eu sou viciada em comida ....

Muitos pacientes chegam no consultório dizendo que: “eu sou viciada em comida e não consigo parar de comer”.
Então vamos lá.... baseado na ciência, nenhum alimento tem a capacidade de viciar.
Você leu certo: NENHUM ALIMENTO! Nem doce, nem massa, nem chocolate!
Para causar dependência ou vício precisar ter uma alteração nos nossos neurotransmissores. Por exemplo como acontece com o álcool (etanol), ele se liga ao receptor GABAa de um neurotransmissor também chamado GABA potencializando a ação inibitória e depressora do nosso Sistema Nervoso Central. Tudo isso, só pra dizer que o alcool potencializa nosso neurotransmissor. Isso também acontece com co***na, cafeína (necessário 85mg), nicotina etc.
Quando falamos que estamos viciados em comida, na verdade queremos dizer que estamos viciados em comer. Na ação de comer e não no alimento em si! Vício em comer é igual o vício em jogar, internet, s**o e compras compulsiva. Lembre-se: para causar dependência precisa que a substância atue na estrutura cerebral e alimento nenhum tem essa capacidade!



















Já aconteceu com você, alguma vez, de abrir e fechar a geladeira mil vezes? Beliscar alimentos que você nem queria comer...
23/05/2019

Já aconteceu com você, alguma vez, de abrir e fechar a geladeira mil vezes? Beliscar alimentos que você nem queria comer ou comer uma barra de chocolate em menos de 5 minutos e no final perceber que tudo o que estava sentindo era uma emoção e não uma fome fisiológica (a fome verdadeira)? Isso é o que chamamos de COMER EMOCIONAL. É essa tentativa de regular a nossa emoção, seja ela positiva ou negativa, através da comida!
Tentamos preencher um vazio, tentamos amenizar um sentimento (raiva, estresse, tristeza, angústia etc) com a comida.
Ah! Também fazemos isso quando estamos felizes, alegres, contentes. É uma forma de recompensa utilizar a comida para comemorar.
Comer para diminuir a força de uma emoção é uma estratégia rápida, porém ineficaz; ou seja, funciona a curto prazo mas não funciona a longo prazo. Seu corpo vai te cobrar por isso; mais cedo ou mais tarde. Especialmente se você comer doce ou alimentos mais palatáveis, pois há o aumento de açúcar no sangue e serotonina no cérebro, mas o REAL motivo que desencadeou aquela emoção ainda permanece ali, sem ser resolvida. E o que você ganha é peso e não resolução do seu problema!
O psicólogo auxilia no encontro de novos caminhos para você expressar as suas emoções sem fazer uso da comida. E como consequência pode haver uma melhora significativa de perda de peso, melhora da autoestima e aumento da sensação de autocontrole.















Já aconteceu com você, alguma vez, de abrir e fechar a geladeira mil vezes? Beliscar alimentos que você nem queria comer...
23/05/2019

Já aconteceu com você, alguma vez, de abrir e fechar a geladeira mil vezes? Beliscar alimentos que você nem queria comer ou comer uma barra de chocolate em menos de 5 minutos e nem perceber e no final perceber que tudo o que estava sentindo era uma emoção e não uma fome fisiológica (a fome verdadeira)? Isso é o que chamamos de comer emocional. É essa tentativa de regular a nossa emoção, seja ela positiva ou negativa, através da comida!
Tentamos preencher um vazio, tentamos amenizar um sentimento (raiva, estresse, tristeza, angústia etc) com a comida.
Ah! Também fazemos isso quando estamos felizes, alegres, contentes. É uma forma de recompensa utilizar a comida para comemorar.
Comer para diminuir a força de uma emoção é uma estratégia rápida porém, ineficaz; ou seja, funciona a curto prazo mas não funciona a longo prazo. Seu corpo vai te cobrar por isso mais cedo ou mãos tarde, especialmente se você comer doce ou alimentos mais palatáveis, pois há o aumento de açúcar no sangue e serotonina no cérebro, mas o REAL motivo que desencadeou aquela emoção ainda permanece ali, sem ser resolvida.
O trabalho do psicólogo é auxiliar a encontrar caminhos para você conseguir expressar suas emoções sem fazer uso da comida. E como consequência pode haver uma melhora significativa de perda de peso, melhora da autoestima e aumento da sensação de autocontrole.















reflexão maravilhosa ...sobre a série
16/05/2017

reflexão maravilhosa ...sobre a série

O professor Rory O'Connor, diretor do Suicidal Behaviour Research Laboratory e um dos maiores especialistas em suicídio do mundo, fala sobre a série, produzida pela Nerflix, 13 Reasons Why.e nós do “fale-me mais sobre isso, traduzimos a entrevista para você

Comentário sobre a série da Netflix “13 porques”

“fui muito questionado, recentemente, sobre o que eu pensava sobre a série “13 porquês”. Estava relutante em comenta-la diretamente até que eu tive a chance de assisti-la na íntegra, após um feriado bancário. A série gira em torno do suicídio de Hannah, uma adolescente, e as 13 razões pelas quais ela tirou a própria vida.

Soará como desculpas dizer que eu vim para a série cego. Eu tinha lido muitos dos comentários; que são misturados, para dizer o mínimo (com preocupação crescendo diariamente e a Netflix adicionando um aviso extra após a preocupação generalizada de saúde mental), e os potenciais efeitos desencadeadores dos relatos irresponsáveis de suicídio e autoagressão que são reais, especialmente para aqueles que já são vulneráveis.

Eu tentei manter uma mente aberta, para ver a série através dos olhos de um adolescente (uma tarefa complicada dado que a minha adolescência é apenas uma memória distante), bem como um pesquisador sobre suicídio e alguém que foi diretamente afetado pelo suicídio. Minha filha, que tem 12 anos, não assistiu a série, mas ela mencionou para mim, dizendo que seus colegas estão falando sobre isso e muitos deles assistiram. Então, não importa o que, a série está lá fora agora, e não está indo embora. Indiscutivelmente, a atenção da mídia generalizada pode fazer ainda mais pessoas assisti-lo.

Eu assisti os últimos três episódios ontem à noite; eles eram intensos e emocionais. Como muitos outros disseram, o episódio final é realmente horrível em sua descrição do suicídio de Hannah. Considerando que houve violações esporádicas das diretrizes de comunicação de suicídios nos episódios anteriores, a cobertura real do suicídio de Hannah é inaceitável, sendo gráfica e gratuita - e é contrária a todas as diretrizes sobre não fornecer uma descrição detalhada do método de morte. Não concordo com a justificação dos produtores para que ela seja tão gráfica. Mas geralmente, o retrato do suicídio de Hannah como inevitável, que o suicídio é a única opção também é inútil e incorreto. Muitos espectadores também podem ser deixados com a mensagem de que o suicídio é impulsionado por motivos vingativos, que a busca de ajuda não te leva a lugar nenhum e que as consequências do suicídio podem ser um tanto glamourosas. Tais retratos acrescentam aos mitos e ao estigma em torno do suicídio.

Dito isto, a série foi envolvente, como cada episódio se desenrolou, você poderia ver o efeito cumulativo dos eventos da vida de Hannah impactando sobre o bem-estar de Hannah e senso de si mesmo. O risco com esta narrativa, entretanto, é que um jovem vulnerável pode se identificar demais com Hannah e pensar no suicídio como uma opção para eles também.

A série lida com questões realmente importantes: incluindo objetificação, agressão sexual, desconexão social, amor frustrado, vergonha e perfeccionismo social. Estas são todas as questões que precisamos discutir mais abertamente. Portanto, precisamos ter cuidado para não fechar a discussão em torno de “13 porquês”; inadvertidamente a reação poderia ser mal interpretada por jovens vulneráveis como "não é bom falar de suicídio". É provável que milhões de jovens já tenham assistido à série - e inúmeros outros irão fazê-lo nas próximas semanas. Esperemos que a série possa ser usada como ponto de partida para discutir estas questões difíceis num ambiente seguro e de suporte (por exemplo, observando a série com um pai/adulto). Além disso, se você é um adulto que está preocupado com uma pessoa jovem, embora seja assustador para fazê-lo, é importante perguntar-lhes como eles são, e se eles são suicidas. Poderia salvar sua vida

Gostaria realmente de incentivar qualquer pessoa afetada pela série “13 porquês” para chegar, para falar com um adulto de confiança; este poderia ser um amigo, um membro da família, um professor ou um conselheiro. Existem também linhas de ajuda, muitas das quais podem ser acessadas gratuitamente e 24 horas por dia

Não importa o que você está passando, há ajuda lá fora; Suicídio não é a solução.

Professor Rory O'Connor, Diretor, Suicidal Behavior Research Laboratory

link original em inglês: http://www.su***deresearch.info/news-1/commentonthenetflixseries13reasonswhy

Roberta Alves Roberta Villanova Erick Paixão Laís Frederico Letícia Nakao Estefânia Lorenzetti

O professor Rory O'Connor, diretor do Suicidal Behaviour Research Laboratory e um dos maiores especialistas em suicídio ...
15/05/2017

O professor Rory O'Connor, diretor do Suicidal Behaviour Research Laboratory e um dos maiores especialistas em suicídio do mundo, fala sobre a série, produzida pela Nerflix, 13 Reasons Why.e nós do “fale-me mais sobre isso, traduzimos a entrevista para você

Comentário sobre a série da Netflix “13 porques”

“fui muito questionado, recentemente, sobre o que eu pensava sobre a série “13 porquês”. Estava relutante em comenta-la diretamente até que eu tive a chance de assisti-la na íntegra, após um feriado bancário. A série gira em torno do suicídio de Hannah, uma adolescente, e as 13 razões pelas quais ela tirou a própria vida.

Soará como desculpas dizer que eu vim para a série cego. Eu tinha lido muitos dos comentários; que são misturados, para dizer o mínimo (com preocupação crescendo diariamente e a Netflix adicionando um aviso extra após a preocupação generalizada de saúde mental), e os potenciais efeitos desencadeadores dos relatos irresponsáveis de suicídio e autoagressão que são reais, especialmente para aqueles que já são vulneráveis.

Eu tentei manter uma mente aberta, para ver a série através dos olhos de um adolescente (uma tarefa complicada dado que a minha adolescência é apenas uma memória distante), bem como um pesquisador sobre suicídio e alguém que foi diretamente afetado pelo suicídio. Minha filha, que tem 12 anos, não assistiu a série, mas ela mencionou para mim, dizendo que seus colegas estão falando sobre isso e muitos deles assistiram. Então, não importa o que, a série está lá fora agora, e não está indo embora. Indiscutivelmente, a atenção da mídia generalizada pode fazer ainda mais pessoas assisti-lo.

Eu assisti os últimos três episódios ontem à noite; eles eram intensos e emocionais. Como muitos outros disseram, o episódio final é realmente horrível em sua descrição do suicídio de Hannah. Considerando que houve violações esporádicas das diretrizes de comunicação de suicídios nos episódios anteriores, a cobertura real do suicídio de Hannah é inaceitável, sendo gráfica e gratuita - e é contrária a todas as diretrizes sobre não fornecer uma descrição detalhada do método de morte. Não concordo com a justificação dos produtores para que ela seja tão gráfica. Mas geralmente, o retrato do suicídio de Hannah como inevitável, que o suicídio é a única opção também é inútil e incorreto. Muitos espectadores também podem ser deixados com a mensagem de que o suicídio é impulsionado por motivos vingativos, que a busca de ajuda não te leva a lugar nenhum e que as consequências do suicídio podem ser um tanto glamourosas. Tais retratos acrescentam aos mitos e ao estigma em torno do suicídio.

Dito isto, a série foi envolvente, como cada episódio se desenrolou, você poderia ver o efeito cumulativo dos eventos da vida de Hannah impactando sobre o bem-estar de Hannah e senso de si mesmo. O risco com esta narrativa, entretanto, é que um jovem vulnerável pode se identificar demais com Hannah e pensar no suicídio como uma opção para eles também.

A série lida com questões realmente importantes: incluindo objetificação, agressão sexual, desconexão social, amor frustrado, vergonha e perfeccionismo social. Estas são todas as questões que precisamos discutir mais abertamente. Portanto, precisamos ter cuidado para não fechar a discussão em torno de “13 porquês”; inadvertidamente a reação poderia ser mal interpretada por jovens vulneráveis como "não é bom falar de suicídio". É provável que milhões de jovens já tenham assistido à série - e inúmeros outros irão fazê-lo nas próximas semanas. Esperemos que a série possa ser usada como ponto de partida para discutir estas questões difíceis num ambiente seguro e de suporte (por exemplo, observando a série com um pai/adulto). Além disso, se você é um adulto que está preocupado com uma pessoa jovem, embora seja assustador para fazê-lo, é importante perguntar-lhes como eles são, e se eles são suicidas. Poderia salvar sua vida

Gostaria realmente de incentivar qualquer pessoa afetada pela série “13 porquês” para chegar, para falar com um adulto de confiança; este poderia ser um amigo, um membro da família, um professor ou um conselheiro. Existem também linhas de ajuda, muitas das quais podem ser acessadas gratuitamente e 24 horas por dia

Não importa o que você está passando, há ajuda lá fora; Suicídio não é a solução.

Professor Rory O'Connor, Diretor, Suicidal Behavior Research Laboratory

link original em inglês: http://www.su***deresearch.info/news-1/commentonthenetflixseries13reasonswhy

Roberta Alves Roberta Villanova Erick Paixão Laís Frederico Letícia Nakao Estefânia Lorenzetti

Neste primeito post, abordamos a temática do SUICÍDIO. Um tema com vasta referência bibliográfica nas diversas abordagen...
10/05/2017

Neste primeito post, abordamos a temática do SUICÍDIO. Um tema com vasta referência bibliográfica nas diversas abordagens da psicologia e que afeta de forma múltipla a sociedade em que vivemos.

Um suicídio impõe aos que ficam o choque e a violência do abandono, desencadeia sentimentos confusos e aparentemente inconciliáveis. A dor causada por um suicídio é silenciada na vida das pessoas e ocultada na história das famílias. Então, sobre o que não se conversa, faz-se de conta que não aconteceu. Embora um tabu social tenda a ocultar a realidade dos suicídios, é preciso falar sobre isso.

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) reconhece o suicídio e as tentativas de suicídio como uma prioridade na agenda global de saúde e incentiva os países a desenvolverem e reforçarem suas estratégias de prevenção com uma abordagem multisetorial.

Os índices de suicídio vêm aumentando no Brasil, em oposição ao decréscimo observado na maioria dos países nos últimos 10 anos. Segundo as estatísticas mais recentes disponíveis, ocorreram no país 11.821 suicídios, o que representa, em média, 32 mortes por dia.

Principais fatos:
• Mais de 800.000 pessoas morrem por suicídio todos os anos.
• O suicídio é a segunda principal causa de morte entre jovens com idade entre 15 e 29 anos.
• 75% dos suicídios no mundo ocorrem em países de baixa e média renda.
• Ingestão de pesticida, enforcamento e armas de fogo estão entre os métodos mais comuns de suicídio em nível global.

Fatores de risco:
• Transtorno mental e histórico de tentativa de suicídio são os principais fatores de risco de suicídio;
• A depressão, o transtorno afetivo bipolar, a dependência de álcool ou de outras dr**as psicoativas;
• Perfeccionismo e autocrítica exacerbada, problemas na identidade sexual e nos relacionamentos interpessoais, discussões frequentes com os pais, autoridades ou colegas, isolamento social, bem como bullying.

Sinais de alerta:
• Mudanças marcantes na personalidade ou nos hábitos;
• Comportamento ansioso, agitado ou deprimido;
• Piora do desempenho na escola, no trabalho e em outras atividades rotineiras;
• Afastamento da família e de amigos;
• Perda de interesse em atividades de que gostava;
• Descuido com a aparência;
• Perda ou ganho inusitado de peso;
• Mudança no padrão comum de sono;
• Comentários autodepreciativos persistentes;
• Pessimismo em relação ao futuro, desesperança;
• disporia marcante (combinação de tristeza, irritabilidade e acessos de raiva);
• Comentários sobre morte, sobre pessoas falecidas e interesse por essa temática;
• Doação de pertences que valorizava;
• Expressão clara ou velada de querer morrer ou de pôr fim à vida.

Quanto custa prevenir?
Suicídios são evitáveis com intervenções de baixo custo. Há uma série de medidas que podem ser tomadas junto à população, subpopulação e em níveis individuais para prevenir o suicídio e suas tentativas, incluindo:
• Redução de acesso aos meios utilizados (por exemplo, pesticidas, armas de fogo e certas medicações);
• Cobertura responsável pelos meios de comunicação;
• Identificação precoce, tratamento e cuidados de pessoas com transtornos mentais ou por uso de substâncias, dores crônicas e estresse emocional agudo;
• Acompanhamento de pessoas que tentaram suicídio e prestação de apoio comunitário.

Precisa de ajuda, ou conhece alguém que esteja precisando?
Ligue para o O CVV - Centro de Valorização da Vida que realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo por telefone, email, chat e Skype 24 horas todos os dias.
http://www.cvv.org.br/index.php

Sugestões para leitura:
ALVAREZ, A. O deus selvagem. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.
BERTOLOTE, J.M. O suicídio e sua prevenção. São Paulo: editora Unesp, 2012.
BOTEGA, N.J. Crise suicida: avaliação e manejo. Porto Alegre: Artmed, 2015.
WORLD HEALTH ORGANIZATION. Preventing su***de: a global imperative. Geneve: WHo; 2014.

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