Psicóloga Marilia Pinheiro CRP 06/142747

Psicóloga Marilia Pinheiro CRP 06/142747 Atendimento individual para todxs com flexibilidade nos horários de funcionamento.

O desejo move a vidaEfetuaEfetuaEfetuaÉ uma constante passagemSem começo E nem fimRizomar da vida(Des) encontros de mult...
07/12/2021

O desejo move a vida
Efetua
Efetua
Efetua
É uma constante passagem
Sem começo
E nem fim
Rizomar da vida
(Des) encontros de multiplicidades
Aceita o que vem
De modo ativo
Perceba
Aguce todos os sentidos
(Comece)rE🌷

24/03/2021

Precisamos compreender que o sofrimento de nossa mente é algo que deve ser levado a sério

10/03/2021

A partir da necessidade do cuidado de si entramos no processo da psicoterapia.
Suspende!
Se permita falar, ouvir a si mesmo, pensar
De novo e...e...e
Se abra para o devir
Deixa a fluidez dos fluxos atravessar o ser
Dor
Alegria
Tristeza
Alívio
Sinta.
São elementos da natureza, bons nem ruins.
Se disser - Ainda não! - Devolvo - Tudo bem.

IMAGEM OU REAL?Sempre caímos no plano da idealização, construímos a casa dos sonhos, decoramos, escolhemos as cores que ...
04/03/2021

IMAGEM OU REAL?

Sempre caímos no plano da idealização, construímos a casa dos sonhos, decoramos, escolhemos as cores que nos agrada, nos imaginamos dentro dela, cada detalhe, até nos darmos conta que essa casa não tem o tamanho que pensávamos, não encontramos aquele móvel que ficaria lindo na sala ou percebemos que ela nem existe.
Fazemos tudo que consideramos certo, nos consideramos bons seres humanos e por que as coisas não saem como gostaríamos quase sempre ou sempre?
Precisamos mudar nossos modos de desejar. O desejo não está fora, ele é parte das nossas multiplicidades, ele precisa se atualizar, a bagunça da vida é necessária. Precisamos apreender o jogo das forças e sair do campo das formas.
Para quem não assistiu esse filme ele se chama 500 Days of Summer (500 dias com ela), retrata a história de duas pessoas que se conhecem ao qual apenas uma se apaixona (bem resumido) e consequentemente idealiza a relação.
Muitos elementos compõe esse relacionamento e de repente as forças se des-encontram, os modos de pensar se diferenciam, em seu tempo necessário de duração, muitas vezes não tem mais jeito de continuar ou pode ser que perdure anos, uma vida, não está escrito, não tem como prever.
A melhor coisa a se fazer é entender a necessidade da dor e viver ela, até que ela se dissipe.

Escena de (500) Días Con Ella

27/02/2021

A vida ainda tem tantos outros carnavais
Tempos tempos tão plurais
A viver
Vida é verbo, porém incerto, chamarei de VIDAR
E a vida, esse espetáculo sem igual:
É só folia e carnaval?
Decerto não
A vida, em sua invenção
E em sua in-tensão
Tem suas quartas-feiras de cinza
Mas calma
Não acabou ainda
Tal qual fênix, ressurgimos das cinzas
Mas nunca os mesmos
O devir-fênix que pode habitar em cada um
Tem seu voo, seus pousos, seu reerguer in-comum
E cada um em sua medida
Reinventar-se-á
O que é então a vida
Se não um ciclo plurilinear
É Chão - que tanto é solo, quanto descanso, que abriga as quedas, mas prepara o voo e...
É Voo - que pode ser alto, mas também linear, que pode ser rápido, mas também devagar e...
É Pouso - só é queda a partir do seu olhar e...
E... e... e... tantos outros movimentos
Um passo a frente e já não se está no mesmo lugar
Cada eu tem seu lugar
A todos os devires imprescinde um deslugar
Carnaval também é convidar tua tristeza pra dança
Dança e se mu-dança como faz uma criança em seu acriançar
Por vezes sem saber os passos
Por vezes com embaraços, mas sempre a se reinventar
Carnaval é experimentar a multidão plural de eus que nos habitam
É quando a tímida menina experimenta transmutações de si outrar em Colombina
E o rapaz tão fechado com o seu Pierrot
Mascarados e Des-Carados
Perca seu rosto, experimente um NÓS em seu EU
Por vezes a vida é uma música que toca sem escolhermos o som e nos toca de maneiras diferentes sem sabermos o tom
De repente o que importa é nossa maneira de aprender-reaprender a fazer mu-dançar a vida!

Via Esquizografias

25/02/2021

O que é Esquizoanálise?

25/02/2021
Amar a diferença e não tolerar, mas o que isso quer dizer? Quer dizer que as situações inesperadas do cotidiano são nece...
23/02/2021

Amar a diferença e não tolerar, mas o que isso quer dizer? Quer dizer que as situações inesperadas do cotidiano são necessárias para que possamos nos mover, pensar em maneiras de lidar com as situações e sendo assim devemos afirmá-las ao invés de odiá-las. Os problemas chegam justamente por que algo precisa mudar, existir é isso.

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15/02/2021

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14/02/2021

Talvez já estejamos suficientemente indigestos com tamanha ordem e tamanha ordenação do desejo em torno de uma terceirização do desejo em torno da representação.
Cabe-nos perguntar: "que ordem é esta?"
Por vezes o Estado incita o CAOS deliberado para re-pastorear o rebanho numa ordem estabelecida e desejada pelo Estado.
E o rebanho tem seu desejo capitaneado a acreditar que pode desejar apenas nos limites do pasto.
Certos segmentos dizem: "precisamos nos organizar".
Quiçá já estejamos bem "organizados". Tão organizados que quase nada escapa, foge, insurge.
Pouco se vê na esfera do imprevisível, do novo, do criativo.
As ferramentas que temos já enferrujaram e estamos novamente no sentimento mais dócil dos resquícios da nossa acomodação medieval: a esperança.
Determinados "messias" virão nos salvar.
De um lado com arma nas mãos, do outro lado um está envolto por grades.
Enquanto isso, neguemos a vida na Terra, neguemos nossa capacidade de acontecer.
Vamos apenas nos curvar e rezar para ele de 4 em 4 anos.
Confessar-nos numa urna e esperar que a justiça divina seja feita pelo salvador.
O ofício mais importante do pastor é conter as fugas, fazer das multiplicidades nômades dos bichos (poderia se dizer dos animais em seu devir-animal) um rebanho na repetição dos passos programados e controlados.
No maior clima de uma sofisticação de another brick in the wall, hoje não precisamos mais da velha escola, da prisão, do hospital, do quartel, cada um carrega um panóptico na barriga ou no flash do celular.
Nossa organização é esperada, é desejada, é produzida e programada.
Nossa desorganização não. Talvez isso não seja palatável a todas(os) pela demonização da palavra CAOS, pelas capturas que ela sofre e por se afastarem cada vez mais do sentido esquizopoiético de si, da criação do desvio, das cisões, das fissuras
Nossa desorganização é des-cabida, não espera sem des-esperar, recusa o ego do "EU SOU" e diz na maneira mais desindividualizada e multitudinária possível: Anota aí, eu sou ninguém!
Afinal, o que é o Estado senão a produção contínua dos ninguéns de Galeano?
O que é mais lucrativo do que produzir um ninguém, dizer que ele pode ser alguém por meio da produção e do consumo e a cada passo a frente, colocar 10 passos atrás!?
Des-organizar talvez seja a maneira mais furtiva de fazer fugir nossa força de insurgência.
Afinal, volta-me o questionamento:

O que a ordem faz acontecer em nós?

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