25/08/2021
Durante séculos, os problemas relacionados com a visão das cores
não encontraram mais que soluções e interpretações puramente
empíricas.
Foi somente por volta de 1801 que o físico inglês Thomas Young
formulou, em termos de hipótese, a primeira explicação científica
para a sensibilidade do olho humano às cores.
Cerca de cinqüenta anos mais tarde, Hermann von Helmholtz, físico
e fisiologista alemão, se encarregaria de desenvolver essa hipótese
e convertê-la em teoria, que se tornou universalmente aceita.
Segundo a teoria de Young-Helmholtz, a retina possui três espécies de células sensíveis – os cones.
Cada uma delas seria responsável pela percepção de uma dada
região do espectro luminoso. Essas regiões seriam o vermelho. o
verde e o azul.
Estas seriam as cores primárias, que, por combinações, originariam
todos os outros tons cromáticos. Embora a teoria de Young-
Helmholtz tenha sido contestada, ela se ajusta, ainda hoje, aos
fenômenos observados.
Os estímulos imediatos da percepção visual são os feixes luminosos
que, depois de passarem pela pupila, incidem na retina. É ali que a
energia luminosa se converte em sinais elétricos, responsáveis pela
atividade neural.
Os impulsos neurais, provenientes da retina, são então
encaminhados ao cérebro, que os interpreta e classifica.
A cor que você vê depende de quanto é excitada cada espécie de
cone.
Quando você olha para a luz vermelha, somente os cones de suas
retinas sensíveis ao vermelho enviam mensagens para o cérebro.
Se você olhar para uma luz verde, os cones sensíveis ao verde
responderão. Os cones sensíveis ao azul responderão à luz azul
mais intensamente.
O daltonismo é uma alteração genética que dificulta a capacidade de distinguir
cores. Ele se manifesta de diversas maneiras:
❤🧡💛💚💙💜🤎🖤🤍
Gostou dessa publicação?
Então acompanhe , curta, comente , salve , compartilhe
Clique no link da Bio do INSTAGRAM e marque sua consulta pelo Whatsapp.
Atendemos convênios e particular consulte informações no link da bio.