25/08/2026
Nem sempre fazer mais significa fazer melhor.
Associar procedimentos em uma mesma cirurgia pode ser uma excelente opção — desde que essa decisão seja tomada com critério.
Não existe uma combinação de cirurgias que seja segura para todos. Extensão da área operada, tempo cirúrgico, condições clínicas, complexidade dos procedimentos e capacidade de recuperação precisam ser avaliados individualmente.
Em alguns pacientes, realizar dois ou mais procedimentos no mesmo tempo cirúrgico é perfeitamente adequado. Em outros, dividir o tratamento em etapas é a escolha mais segura.
Por isso, meu planejamento não começa pela pergunta “quantas cirurgias podemos fazer juntas?”, mas sim:
“Qual é a melhor estratégia para alcançar um bom resultado, com segurança e uma recuperação adequada?”
Na cirurgia plástica, um bom planejamento também significa saber estabelecer limites.
Giancarlo Rechia | Cirurgião Plástico | CRM-RS 29555 | RQE 26898
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