Psicóloga Mariana Diotto

Psicóloga Mariana Diotto Resgate a mulher que a maternidade ofuscou. Especialista em Matrescência e Saúde Mental Materna. Olá, sou a Mari, psicóloga fenomenóloga-existencial.

Palavra difícil para escrever/falar, porém o entendimento é bem simples. Eu vejo você como único e dono de seu destino, protagonista de sua própria vida, ou seja, uma experiência de vida nunca será igual a outra, embora pareçam semelhantes. Por exemplo, um churrasco com amigos, todos estão vivendo a mesma situação, mas a experiencia deste churrasco será diferente para cada um. Quero caminhar junto

a você ao conhecimento de suas vivências. Lhe ajudar a tomar as rédeas de sua própria existência. Desejo auxiliar você a trazer uma visão das coisas pela importância que damos ao que nos acontece, e não pela veracidade do que acontece. Não acredito em teorias que supõem que o existir específico de cada ser humano pode ser esclarecido e explicado por teorias gerais e prévias.

“Todo homem nasce como muitos homens e morre de forma única.” - Martin Heidegger

Nem todo pedido de ajuda é dito em voz alta.Às vezes, ele aparece no silêncio.Na dificuldade de falar sobre o que sente....
31/05/2026

Nem todo pedido de ajuda é dito em voz alta.

Às vezes, ele aparece no silêncio.

Na dificuldade de falar sobre o que sente.

Na tentativa de continuar como se estivesse tudo bem.

Na ausência de palavras.

Porque nem sempre é fácil nomear o que está acontecendo.

E, muitas vezes, também não parece permitido.

Então você segue.

Mas algo dentro de você sabe que não está tudo bem.

E isso já é um sinal.

Ignorar não faz desaparecer.

Se fizer sentido, me chama.

Existe uma ideia muito forte na maternidade:de que você precisa dar conta de tudo.E muitas mulheres conseguem.Mas a que ...
29/05/2026

Existe uma ideia muito forte na maternidade:
de que você precisa dar conta de tudo.

E muitas mulheres conseguem.

Mas a que custo?

Porque dar conta não significa estar bem.

Não significa estar conectada.

Não significa estar inteira.

Muitas vezes, significa só continuar…
mesmo no limite.

E isso vai se acumulando.

Até que o corpo sente.
Ou a mente.
Ou a relação com tudo ao redor.

E aí parece que “do nada” algo desmoronou.

Mas não foi do nada.

Foi sustentado por muito tempo em silêncio.

Se isso faz sentido… ignorar não resolve.

Se fizer sentido, me chama.

36. Mais do que um aniversário, sinto esse momento como um marco.Não porque “cheguei” em algum lugar,mas porque reconheç...
28/05/2026

36.

Mais do que um aniversário, sinto esse momento como um marco.

Não porque “cheguei” em algum lugar,
mas porque reconheço a mulher que me tornei no caminho.

Nem tudo foi linear.
Nem tudo foi confortável.

Mas houve uma construção silenciosa e profunda:
a de aprender a habitar a própria vida com mais verdade.

Hoje, celebro menos conquistas externas.
E mais a capacidade de sustentar quem sou.

Bem-vindos, 36.

Que eu siga com presença.
Coragem.
E fidelidade a mim mesma.

26/05/2026

Solidão não é só estar sem ninguém.

Às vezes, é estar cercada de pessoas…
e ainda assim não se sentir vista.

Não se sentir compreendida.

Não conseguir dizer o que realmente está acontecendo.

E isso costuma acontecer muito na maternidade.

Porque por fora, você está funcionando.

Mas por dentro… algo está sendo carregado em silêncio.

E quanto mais você sustenta isso sozinha…
mais distante vai ficando de si mesma.

Ser ajudada não é o mesmo que ser acolhida.

E isso faz diferença.

Se isso faz sentido… ignorar não resolve.

Se fizer sentido, me chama.

Existe uma pressão silenciosa para viver a maternidade de forma bonita.Leve.Grata.Plena.Mas a experiência real nem sempr...
24/05/2026

Existe uma pressão silenciosa para viver a maternidade de forma bonita.

Leve.
Grata.
Plena.

Mas a experiência real nem sempre é assim.

E quando não é… muitas mulheres sentem que estão fazendo algo errado.

Mas não estão.

Nem tudo que é verdadeiro é bonito enquanto está sendo vivido.

E tudo bem.

O problema é quando você tenta encaixar sua experiência em algo que não corresponde ao que você sente.

Porque aí começa o afastamento de si mesma.

Se isso faz sentido pra você… não precisa sustentar isso sozinha.

Se fizer sentido, me chama.

Não é o sentimento que mais machuca.É a tentativa constante de não sentir.Porque isso exige esforço.Energia.Controle o t...
21/05/2026

Não é o sentimento que mais machuca.

É a tentativa constante de não sentir.

Porque isso exige esforço.
Energia.
Controle o tempo todo.

E, ainda assim… não resolve.

O que você evita sentir encontra outras formas de aparecer.

E muitas vezes você nem percebe que está conectado.

Só sente que algo não está bem.

E tenta controlar mais.

Só que não é sobre controle.

É sobre reconhecimento.

Se isso faz sentido… ignorar não resolve.

Se fizer sentido, me chama.

19/05/2026

Existe uma expectativa silenciosa na maternidade:
se você ama… você deveria estar bem.

Mas não funciona assim.

Amor não impede cansaço.
Não impede ambivalência.
Não impede sofrimento.

E quando você sente isso…
muitas vezes interpreta como falha.

Mas não é.

É experiência humana.

O problema é quando você começa a lutar contra o que sente —
ao invés de tentar compreender.

Porque o que é reprimido… cresce.

Se isso faz sentido pra você, ignorar não vai resolver.

Se fizer sentido, me chama.

Nem todo crescimento vem com clareza.Às vezes, ele vem com dúvida.Com desconforto.Com a sensação de não reconhecer a pró...
17/05/2026

Nem todo crescimento vem com clareza.

Às vezes, ele vem com dúvida.
Com desconforto.
Com a sensação de não reconhecer a própria vida.

E isso pode ser solitário.

Porque nem sempre quem está de fora entende o que está acontecendo dentro.

Mas isso não significa que tem algo errado com você.

Significa que tem algo mudando.

E mudança… nem sempre é bonita enquanto acontece.

Se isso faz sentido pra você, não precisa atravessar isso sozinha.

Se fizer sentido, me chama.

A maternidade muda mais do que rotina.Ela muda a forma como você se percebe.E isso, muitas vezes, é vivido como perda.“e...
14/05/2026

A maternidade muda mais do que rotina.

Ela muda a forma como você se percebe.

E isso, muitas vezes, é vivido como perda.

“eu não sou mais quem eu era”

Só que o problema não é a mudança.

É a tentativa de voltar para um lugar que já não comporta mais quem você é hoje.

E aí surge o conflito.

A dúvida.

A sensação de estar perdida.

Mas talvez você não esteja perdida.

Só não cabe mais no que era antes.

Se isso faz sentido… ignorar não resolve.

Se fizer sentido, me chama.

12/05/2026

Nem toda culpa vem de um erro.

Algumas vêm de sentimentos que você aprendeu que não deveria ter.

E, ao invés de olhar pra isso…
você tenta compensar.

Faz mais.
Aguenta mais.
Se cobra mais.

Mas não resolve.

Porque essa culpa não está no comportamento.
Está na experiência emocional que não foi compreendida.

E o que não é compreendido… se repete.

Se isso faz sentido pra você, ignorar não vai fazer desaparecer.

Se fizer sentido, me chama.

Endereço

Santana, SP

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