Psicóloga Luciana Sanches França

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Quando o seu espelho torna-se um tribunal contra você O que você sente quando se olha no espelho?Ou será que você tem fu...
11/02/2026

Quando o seu espelho torna-se um tribunal contra você

O que você sente quando se olha no espelho?
Ou será que você tem fugido dele?

Para muitas pessoas o espelho não é reflexo da realidade.
Ele vira um tribunal.

Ao se olhar, não vê quem é, mas sim, vê tudo o que acha que falhou em ser.
A crítica começa silenciosa, mas permanece constante:

“Você não é suficiente.”
“Olha onde sua vida chegou.”
“Você deveria ser diferente.”

Quantas vezes você se chamou de fracassada em pensamento?
Quantas vezes olhou para sua história com dureza, sem nenhuma compaixão?

O corpo vira alvo.
Os defeitos ficam enormes.
E surgem comparações injustas com pessoas que vivem outra realidade, outros recursos, outros contextos.
Nessas comparações, você se sente impossibilitada, e então desiste.
Desiste antes mesmo de tentar, porque acredita que não adianta fazer o mínimo se nunca será como o outro.

O espelho deixa de refletir.
Ele torna-se o acusador e faz isso usando sua própria voz.

E quando a crítica interna domina, até o que deveria ser celebração perde sentido.
Você não gosta do próprio aniversário.
Não comemora a própria existência.
É como se viver fosse apenas suportar os dias.

A depressão não é só tristeza.
É uma relação adoecida consigo mesma.

E talvez o primeiro passo de cuidado não seja se amar, mas parar de se agredir toda vez que se encontra no espelho.

Não romantize sua dor. Não espiritualize seu trauma.Não transforme sua ferida em palco.
21/01/2026

Não romantize sua dor.
Não espiritualize seu trauma.
Não transforme sua ferida em palco.

10/12/2025

🌊 O som do mar é o barulho mais alto da paz 🌊

Nessas férias quitei uma dívida muito antiga: um sonho de infância.Um sonho que deixei adormecido quando cresci, acredit...
16/11/2025

Nessas férias quitei uma dívida muito antiga: um sonho de infância.
Um sonho que deixei adormecido quando cresci, acreditando que já não fazia sentido.

Aos cinco anos, tive um vislumbre: conhecer a terra mágica 🏰.
Mas a criança que eu fui sabia que não tinha condições de realizar esse sonho. Então, entre muitas renúncias, fiz o que estava ao meu alcance para vivê-lo de outras formas: aprendi a desenhar o Mickey e vivi essa paixão do jeito que podia — comprando cadernos, agendas, canetas e toda papelaria que eu encontrava.

Na adolescência, mergulhei em trabalhos sociais na igreja. Liderei crianças, adolescentes e jovens. Vi sonhos florescerem, estimulei potenciais e ajudei muitos a acreditarem que era possível sonhar e realizar. (Eu não queria que eles deixassem um sonho de lado, assim como eu havia feito.)
Eu amava falar sobre esperança, fé e amor.
Eu amava cantar sobre sonhos!

Eu não tinha como dar presentes a eles, mas oferecia desenhos do Mickey e escrevia mensagens para que se sentissem especiais.
E assim cresci acreditando que, ajudando outros a realizar seus sonhos, eu realizava o meu através deles.
Pensei que a felicidade deles bastaria para me preencher.
Mas, nesse processo, acabei me abandonando.

Com o passar do tempo, achei que esse sonho de ir à Disney havia perdido completamente o sentido.
Até que, no meu mergulho de autoconhecimento, compreendi: eu tinha uma dívida com a minha criança interior.
Realizar os sonhos dos outros não quitava esse preço.
E aprendi — entregar-se ao outro deixando-se de lado não é bondade, é omissão.

Foi nesse autoencontro que abracei a criança bondosa e especial que eu fui e disse a ela:
“Você merece viver esse sonho, sim. E sou eu, agora adulta, quem assume essa responsabilidade com você.”

Eu a levei ao abraço do Mickey.
E descobri que, às vezes, a vida não é sobre criar novos sonhos, mas sobre ressuscitar os antigos.

Eu realizei o meu, no dia do meu aniversário. ✨🏰🥹

20/08/2025

Manipuladores… você já conviveu ou convive com algum?
20/02/2025

Manipuladores… você já conviveu ou convive com algum?

20/01/2025
Como foi o seu 2024?Quantas vezes, durante este ano, você se queixou?Hoje, quero compartilhar com você uma história espe...
21/12/2024

Como foi o seu 2024?
Quantas vezes, durante este ano, você se queixou?

Hoje, quero compartilhar com você uma história especial que pode te inspirar neste finalzinho de ano.

(Post feito com autorização.)

Hoje celebro a vida escrevendo minha própria história com coragem e amor. Aceito com leveza todo meu passado, honrando m...
04/11/2024

Hoje celebro a vida escrevendo minha própria história com coragem e amor. Aceito com leveza todo meu passado, honrando minha origem, abraçando minhas imperfeições, reconhecendo toda força que vem de dentro de mim, porque é nela que encontro o Deus que me criou com um propósito.

Hoje encontro beleza na autenticidade, falo NÃO com facilidade, valorizo as experiências e confio em minha intuição. Hoje não preciso mais buscar validação externa, não preciso agradar pra ser aceita, não me obrigo a nada e priorizo o que realmente importa.

Completei mais um ciclo mas não foi isso que me amadureceu. A maturidade não vem com o tempo, ela chega pra quem, com coragem, a busca através de uma jornada de autoconhecimento e eu sou muito grata a Deus por viver isso!

Muito obrigada meu Deus!!!!! Obrigada à todos pelo carinho!

E se sua vida fosse um jardim?Plantar um jardim é investir no amanhã. É sair da zona de conforto. É ter disposição pra m...
27/07/2024

E se sua vida fosse um jardim?

Plantar um jardim é investir no amanhã. É sair da zona de conforto. É ter disposição pra movimentar o corpo, sujar as mãos e os pés.
Cultivar um jardim, dá trabalho (e que trabalho). Mas a recompensa vem! As cores, o perfume, a beleza, a realização, a alegria, irá compensar o esforço.

E se sua vida fosse um jardim?

Deixar seu jardim sob responsabilidade dos outros é abandoná-lo.
Não espere florescer se você não quer o trabalho de preparar o solo e cultivar as flores.
Estar na zona de conforto é ser passivo. Viver no piloto automático te torna inconsciente de sua própria vida.

No caminho do autoconhecimento nem tudo são flores, mas nele você vai entender que se quiser vê-las terá que sair da plateia e assumir o palco da sua própria história. Afinal, ninguém, por mais que te ame, cuidará do seu jardim como você pode cuidar. Só você tem as ferramentas necessárias para se fazer florescer e a terapia pode te ensinar a usá-las.

Floresça!!! 🌸🌺🌹🌻

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