Psicóloga Júlia Uchôa

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Erros acontecem! O que não pode acontecer é negá-los ou não aprender com eles. Por isso, precisamos manter o nosso tripé...
22/08/2026

Erros acontecem!
O que não pode acontecer é negá-los ou não aprender com eles.

Por isso, precisamos manter o nosso tripé de apoio bem desenvolvido para garantir uma prática cada vez mais segura. E podemos desenvolver isso juntas.

No dia 28/08, às 12h, terá a aula Luto e Vínculos Contínuos, uma discussão a partir do filme A Lista da Minha Vida. Vamos fazer o exercício de olhar para um caso, discutir a teoria e pensar juntas como ela pode orientar a prática clínica.

A aula será gratuita, ao vivo pelo Google Meet e o link de acesso será enviado exclusivamente pela minha comunidade do WhatsApp.

Entre na comunidade pelo link da bio para participar da aula.

21/08/2026

A Ana Claudia Quintana Arantes tem feito um trabalho incrível ao longo dos anos. E o trabalho dela é um lembrete que vale a pena viver TODOS os momentos da vida, inclusive o processo de morte.

Como psicólogas, precisamos entender isso e, também, pensar sobre esse aspecto na nossa própria vida. É assim que nos sentiremos seguras para abordar esse tema com nossos pacientes. Afinal, só podemos oferecer cuidado se temos suporte para isso.

É por isso que o Programa de Co-visão em Grupo existe. Pois, além da teoria, a gente precisa articular isso com a prática em um espaço que seja de suporte e segurança para a psicóloga.

Me conta: você tem conseguido abordar o tema da finitude no seu dia a dia?

20/08/2026

"Se distrair pra não pensar" talvez seja um conselho repetido pra quem está em luto... É uma estratégia comum.

Mas com as três perguntas do vídeo, podem te ajudar a ampliar o seu olhar e compreender melhor o fenômeno.

O nosso compromisso na clínica é olhar pro comportamento e perguntar o que ele está fazendo pela pessoa.

Distração que regula existe. Ela dá fôlego, organiza o dia, protege de uma dor que ainda não tem pra onde ir.

E distração que evita também existe: a que muda de assunto sempre, encolhe a vida aos poucos e transforma o "depois eu penso nisso" num lugar permanente.

Não existe uma forma correta ou errada. Tem um contexto, a história, o que acontece quando o assunto aparece.

É esse tipo de leitura que um grupo pequeno de psicólogas constrói comigo no Programa de Co-Visão, discutindo casos reais de luto e trauma duas vezes por mês.

As vagas para a próxima turma abrem em breve. Quem está na lista de espera f**a sabendo primeiro, com vantagem nos bônus dos primeiros dias. Comenta COVISAO para entrar na lista.

Toda psicóloga tem aquele caso que ela guarda. O que ela pensa no banho, revisita no caminho de casa, e nunca teve onde ...
19/08/2026

Toda psicóloga tem aquele caso que ela guarda.

O que ela pensa no banho, revisita no caminho de casa, e nunca teve onde colocar de verdade.

Os bônus dos primeiros dias foram pensados pra isso: pra que a sua entrada na Turma 2 já comece destravando alguma coisa concreta na sua prática, antes mesmo do primeiro encontro do grupo.

E têm prazo curto de propósito. Um grupo pequeno se preenche rápido, e a experiência de quem chega decidida é diferente da de quem chega em cima da hora: começa com mais, aproveita mais.

Se a Turma 2 já estava nos seus planos, o melhor momento pra confirmar isso é antes da abertura.

Comenta BONUS para receber o link da lista de espera. É por lá que você vai saber de tudo primeiro.

Tem um tipo de solidão que só quem atende conhece: a de sair de uma sessão difícil com a cabeça cheia e não ter com quem...
18/08/2026

Tem um tipo de solidão que só quem atende conhece: a de sair de uma sessão difícil com a cabeça cheia e não ter com quem pensar aquilo de verdade.

Você estuda, se prepara, investe em formação há anos. O que costuma faltar não é conteúdo. É um espaço pequeno, comprometido e sem julgamento, onde seus casos reais de luto e trauma são discutidos com profundidade, e onde a teoria chega respondendo a uma dúvida viva, não como mais um curso genérico.

É isso que acontece no Programa de Co-Visão. Durante 4 meses, num grupo fechado de no máximo 5 pessoas, todas têm espaço no rodízio pra apresentar seus casos e receber olhares que ampliam a prática de cuidado. As referências que surgem nas discussões f**am registradas num acervo que cresce a cada encontro. E entre um encontro e outro, o WhatsApp do grupo segue ativo, porque dúvida clínica não escolhe data pra aparecer.

Quem termina um ciclo costuma descrever a mesma coisa: a caminhada f**a mais leve e menos solitária. E a rede que se forma ali não se desfaz quando o programa acaba.

A próxima turma começa dia 11/09, são poucas vagas e o grupo fecha com o início do ciclo.

Comente COVISAO e receba o link da nossa lista de espera.

Eu penso muito através de detalhe. Um filme, uma cena de série, um livro que li há anos, tudo isso vira analogia pra mim...
18/08/2026

Eu penso muito através de detalhe. Um filme, uma cena de série, um livro que li há anos, tudo isso vira analogia pra mim, com a vida, com a clínica, às vezes até com um caso.

Você pode me conhecer pelos textos que escrevo sobre luto e trauma. Ou pelos posts sobre raciocínio clínico. Mas ninguém me conhece tanto quanto alguém que soubesse os livros que eu releio, as séries que deixo ligada de fundo, o tanto que eu paro pra olhar a lua.

Hoje resolvi trazer um pouco desse lado aqui.

Quais são os seus? Livro, série, filme ou hábito bobo que diz mais sobre você do que parece.

14/08/2026

O processo de luto não cabe apenas em palavras.

Tem paciente que fala, nomeia, avança na narrativa. Mas, mesmo diante de tantas palavras, existem outras expressões do luto que precisam ser reconhecidas e incluidas.

O luto é multidimensional e o corpo também é mensageiro de muitas expressões dessa experiência complexa. Tensão que não passa, sono que não vem, apetite que some, uma dor que não tem explicação médica. Tudo isso também é parte do processo, mesmo antes de virar discurso.

Reconhecer esses sinais não substitui a escuta, complementa ela, e muda completamente a segurança que você tem pra acompanhar um caso que parece parado.

Tem mais sobre esse tipo de leitura vindo no dia 28.

Um comportamento sozinho não conta a história toda, mas você aprende a ler rápido, quase automático: viu o sinal, já nom...
12/08/2026

Um comportamento sozinho não conta a história toda, mas você aprende a ler rápido, quase automático: viu o sinal, já nomeou o problema.

Isso funciona em algumas situações. Pra outras, essa pressa engana.

Confunde manter vínculo com negação, confunde ritual com estagnação, confunde uma fase que voltou com um retrocesso.

Compreender antes de nomear muda a pergunta inteira. Em vez de fazer afirmações e nomear a experiência do outro, experimente se colocar na posição de quem pergunta aberta para ouvir.

Tem mais sobre isso vindo no dia 28/08.

09/08/2026

O luto está em todos os lugares.

Não importa qual a área de trabalho, o dia do ano ou se você quer ou não se aproximar do luto. Ele estará lá em algum lugar.

Como seres humanos, a impermanência faz parte da vida. Como psicólogas, os rompimentos de vínculos aparecerão como demanda do nosso trabalho. Mesmo se escolher não atender pessoas enlutadas, se não estiver pronta para ouvir a história de perda ou não entender o fenômeno. Ainda assim, o luto estará lá.

Pode ser uma criança falando do pai que não conheceu, como na situação do Cleuber; ou uma pessoa adulta que perdeu a mãe há mais de 20 anos e nunca havia dividido suas emoções com ninguém; ou, ainda, pode ser um idoso que não consegue se adaptar após a aposentadoria compulsória.

Nem sempre a pessoa que busca por uma psicóloga se percebe como enlutada ou começa falando da perda. Inclusive, a perda pode acontecer depois de meses de processo terapêutico. E você, psicóloga, estará diante de alguém que precisa que você esteja segura para cuidar e acolher.

Se você é psicóloga e quer continuar essa troca, f**a por aqui. Nesse perfil, sempre partilho informações sobre luto, trauma e prática clínica.

01/04/2026

Disseram que o Programa de Co-visão em Grupo só abriria no próximo semestre...

É mentira 😌

A pedidos, um novo grupo começa agora em Abril.
E talvez isso faça mais sentido do que parece, porque na prática clínica, tem muita coisa que te ensinaram que simplesmente não se sustenta na prática.

E o problema é lidar com isso sem suporte e sem construir repertório e aprofundamento.

A Co-visão nasce exatamente desse ponto: não é sobre aprender mais teoria de forma solta. É sobre sustentar o cuidado com mais segurança, mais recursos e mais consistência clínica. Porque acolhimento sozinho não basta.

Se você quer atravessar casos de luto e trauma
com mais clareza e menos improviso talvez esse seja o momento de parar de trabalhar sozinha
e começar a construir isso em rede.

As vagas para o grupo de abril já estão abertas
Se fizer sentido pra você me chama no direct ou acessa o link da bio.

Endereço

Santo Antônio De Jesus, BA

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