Roberto Debski

Roberto Debski Página do Dr. Roberto Debski - Médico, psicólogo, terapeuta sistêmico

22/05/2026

Dia 5 do desafio das 7 perguntas.

Hoje a pergunta sai da cabeça e desce para o corpo: o que o seu corpo sente quando você pensa no seu maior conflito de relacionamento?

Pode ser uma relação atual. Pode ser uma que já acabou mas ainda dói lembrar.

Traz essa situação à mente e repara: o que acontece no seu peito, na sua garganta, na barriga, nos ombros? Algo trava? Aperta? Esquenta? F**a pesado?

O corpo guarda o que a mente ainda não conseguiu processar.

Os traumas f**am ali, inclusive os mais antigos, da infância. Tensão crônica, dor que aparece sem motivo claro, cansaço que não passa com descanso... tudo isso é linguagem. É o seu corpo tentando contar uma história que a sua mente preferiu não escutar.

Hoje o exercício é diferente: antes de escrever, sente. Fecha os olhos por um minuto. Deixa o corpo falar primeiro. Depois escreve o que percebeu.

No final do dia, vou trazer minha reflexão sobre essa pergunta nos stories. O desafio segue por lá, dia a dia, até a sétima pergunta.

Me acompanha. Faltam duas. E elas vão te ajudar a juntar tudo isso num lugar de clareza.

21/05/2026

Dia 4 do desafio das 7 perguntas.

E talvez essa seja a mais incômoda até aqui: como está o equilíbrio no seu relacionamento? O quanto você sente que dá e o quanto sente que recebe?

Tem gente que dá muito e recebe pouco e foi se acostumando, achando que amar é se entregar até sobrar pouco de si.

Tem quem receba muito e dê pouco, sem nem perceber que o outro está se esvaziando do lado.

E tem quem viva num vai e vem onde a conta nunca fecha, mas ninguém senta para falar sobre isso.

Esse padrão de troca não f**a só dentro do relacionamento... esse padrão aparece no seu dinheiro, no seu trabalho, no quanto você cobra pelo que faz, no quanto aceita receber.

Tudo isso conversa com uma crença antiga dentro de você sobre merecimento: sobre quanto amor, quanto cuidado, quanto retorno você acredita que é digno de receber.

Responda com honestidade. Sem tentar parecer generoso demais nem vítima demais. Só o que é verdade.

No final do dia, vou trazer minha reflexão sobre essa pergunta nos stories. O desafio completo continua por lá, dia após dia, até a sétima.

Me acompanha. Faltam três perguntas e elas vão amarrando tudo que você está descobrindo até aqui.

21/05/2026

Siga o meu perfil .robertodebski e acompanhe o Desafio das 7 Perguntas Sistêmicas.

21/05/2026

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21/05/2026

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20/05/2026

Dia 3 do desafio das 7 perguntas.

A pergunta de hoje vai direto na raiz: como era o amor entre os seus pais e o que você aprendeu sobre relacionamento observando eles?

Não o que falavam para você sobre amor. O que você via acontecendo entre eles na mesa do jantar, no jeito de se olhar (ou de não se olhar), nas discussões, nos silêncios depois das brigas, na forma como dividiam o afeto e as tarefas do dia a dia.

Esse foi o primeiro modelo de casal que você conheceu.

Antes de qualquer filme, qualquer livro, qualquer namoro seu. E ele se gravou em você de um jeito tão silencioso que hoje você nem percebe quando está repetindo ou tentando fugir dele.

Escreve o que lembra, o que sentia, o que ainda incomoda.

No final do dia, vou trazer minha reflexão sobre essa mesma pergunta lá nos stories. O desafio inteiro está acontecendo por lá também, dia após dia, até completar as sete perguntas.

Me acompanha. Cada resposta que você escreve revela um pedaço da origem do jeito como você ama hoje.

19/05/2026

Dia 2 do desafio das 7 perguntas.

Hoje a pergunta "cutuca" um lugar incômodo:
O que você faz nos seus relacionamentos que jurou que nunca iria fazer?

Aquela frase que você ouviu na infância e prometeu nunca repetir.

O comportamento do seu pai, da sua mãe, de um relacionamento antigo que te machucou e que, num dia qualquer, você se pegou reproduzindo.

Talvez no tom de voz. Talvez no silêncio. Talvez no jeito de se afastar quando se sente ferido.

Não é falha de caráter. É herança emocional rodando no automático.

Escreva sua resposta com a sinceridade. Ninguém precisa ler. Mas você precisa ver.

No final do dia, nos stories, vou trazer uma reflexão minha sobre essa pergunta.

O desafio completo também está rolando nos stories, dia após dia, até a sétima pergunta.

Me acompanha por aqui. Cada resposta sua vai virar matéria-prima para você entender por que ama do jeito que ama.

Aquilo que você não processa emocionalmente, o corpo processa por você.
19/05/2026

Aquilo que você não processa emocionalmente, o corpo processa por você.

18/05/2026

Antes de você entender o que era amor, já tinha aprendido a amar de algum jeito.

Observando seus pais, ouvindo o tom de voz quando discutiam, percebendo se o carinho aparecia todos os dias ou só nos momentos bons. Tudo isso virou um molde dentro de você. Um modelo silencioso que continua dirigindo suas escolhas afetivas até hoje, mesmo quando você acha que está escolhendo livremente.

Esse é o dia 1 do desafio das 7 perguntas.

E a pergunta de hoje é simples de ler, mas difícil de responder com honestidade:
Qual é o padrão de amor que você aprendeu antes mesmo de saber o que era amor?

Para uns, foi amor com condições. Para outros, amor que precisava ser conquistado. Tem quem aprendeu que amar era cuidar do outro até esquecer de si. E tem quem cresceu vendo o amor ir embora sem explicação.

Não responda rápido. Sente a pergunta. Escreve, mesmo que ninguém leia. Porque enquanto esse padrão estiver invisível para você, ele continua escolhendo no seu lugar.

Me conta nos comentários ou pelo Direct, se preferir: o que veio primeiro quando você leu a pergunta?

Você pode acompanhar o Desafio também pelos stories. Todos os dias dessa semana, às 10h, terá uma pergunta para você responder e se reconectar. Participe!

17/05/2026

Às vezes, uma única pergunta tem o poder de revelar aquilo que anos de repetição esconderam.

Amanhã começa um desafio gratuito de 7 dias, com perguntas sistêmicas profundas para te ajudar a enxergar seus padrões nos relacionamentos de uma forma completamente diferente.

✨ Talvez o que falta não seja tentar mais uma vez.
Talvez seja olhar para a raiz.

💬 Comente DESAFIO para participar e receber a primeira pergunta amanhã.

“Agora vai.”“Dessa vez eu faço diferente.”A maioria das pessoas acredita que mudar é uma questão de decisão.Mas, na prát...
17/05/2026

“Agora vai.”
“Dessa vez eu faço diferente.”

A maioria das pessoas acredita que mudar é uma questão de decisão.

Mas, na prática… tudo volta para o mesmo lugar.

E isso não é falta de força. É falta de compreensão da raiz.

Porque a mudança real não começa no comportamento, mas sim no padrão invisível que sustenta esse comportamento.

Enquanto isso não é visto, você até tenta mudar, mas continua repetindo.

Quando você entende de onde veio, você começa, de verdade, a se libertar.

E é aí que a mudança deixa de ser esforço e passa a ser consequência.

Reflita com honestidade: qual padrão na sua vida você tenta mudar, mas ainda não entendeu?

Se essa mensagem te trouxe um insight, não guarda só pra você. Compartilhe nos stories.

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