Jorge Cleiver / Psicanalista

Jorge Cleiver / Psicanalista Psicanálise Clínica e Organizacional

"O excesso de silêncio, pode significar a falta de diálogo com a sua própria alma".

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Você já parou para pensar que recomeçar também é uma decisão?Muitas pessoas chegam aos 40+ acreditando que perderam o te...
26/07/2026

Você já parou para pensar que recomeçar também é uma decisão?
Muitas pessoas chegam aos 40+ acreditando que perderam o tempo certo para mudar. A verdade é que a experiência pode se tornar a sua maior vantagem quando existe direção, organização e ação.
A IMERSÃO RECOMEÇO 40+ foi criada para quem deseja sair da estagnação, reorganizar a vida e construir um novo ciclo com clareza e propósito.
Não é sobre motivação passageira. É sobre um processo prático para transformar decisões em resultados.
As inscrições estão abertas. Dê o primeiro passo para o seu recomeço.
Propósito TransformaçãoPessoal Autoconhecimento InteligênciaEmocional JorgeCleiver

19/07/2026
Há escolhas que nos fazem sofrer uma vez.Outras, nós repetimos por anos.Na clínica, é comum encontrar pessoas que mudam ...
01/07/2026

Há escolhas que nos fazem sofrer uma vez.

Outras, nós repetimos por anos.

Na clínica, é comum encontrar pessoas que mudam de cidade, de emprego, de relacionamento ou de contexto, mas continuam experimentando sentimentos muito semelhantes. A repetição nem sempre acontece por falta de vontade de mudar. Muitas vezes, ela revela conflitos que ainda não puderam ser compreendidos.

A psicanálise não busca julgar as escolhas do sujeito, mas investigar os sentidos que determinados padrões assumiram ao longo de sua história.

Quando aquilo que se repete começa a ser reconhecido, abre-se espaço para novas possibilidades. Não porque alguém disse o que fazer, mas porque o sujeito passa a compreender melhor sua própria participação naquilo que vive.

"O sofrimento nem sempre cobra seu preço no momento da escolha. Muitas vezes, ele aparece na repetição."

Observação do Psicanalista Jorge Cleiver:

Este conteúdo é apenas um recorte reflexivo. A compreensão do sofrimento humano e da singularidade de cada pessoa exige tempo, escuta, vínculo, contexto, presença, construção de confiança e aspectos relacionais próprios da clínica, como a transferência e a aliança terapêutica, que não podem ser reproduzidos integralmente em uma publicação ou conversa isolada.

💬 Existe algum padrão na sua vida que, ao olhar para trás, você percebe que tem se repetido de formas diferentes?

Autoconhecimento Sintoma Escuta JorgeCleiver

Recomeçar não é voltar ao início. É escolher um novo caminho com mais consciência.Hoje realizamos a primeira edição da I...
01/07/2026

Recomeçar não é voltar ao início. É escolher um novo caminho com mais consciência.
Hoje realizamos a primeira edição da Imersão Recomeço 40+. Foi um tempo de aprendizado, organização, reflexão e planejamento para mostrar que uma vida sem direção pode ser reorganizada quando existe clareza sobre o próximo passo.
Embora o nome seja Recomeço 40+, a imersão não é exclusiva para quem já passou dos 40 anos. Ela foi criada pensando especialmente nesse público, mas qualquer pessoa que esteja vivendo um momento de transição, buscando direção ou desejando reorganizar sua vida também pode participar.
Muitas pessoas chegam aos 40, 50 ou 60 anos acreditando que já é tarde para mudar. Não é. E, para quem é mais jovem, começar esse processo mais cedo pode significar evitar anos de indecisão e construir um futuro com mais propósito.
A mudança não depende da idade. Ela começa quando decidimos agir.
Gratidão a nossa participante e que agora confia neste processo. Que este seja apenas o primeiro de muitos começos e recomeços.
Seu recomeço começa com clareza, direção e ação.
Planejamento Autoconhecimento Mudança JorgeCleiver

Às vezes, uma folha em branco pode revelar mais do que imaginamos.Na clínica com crianças, nem sempre o sofrimento apare...
30/06/2026

Às vezes, uma folha em branco pode revelar mais do que imaginamos.

Na clínica com crianças, nem sempre o sofrimento aparece em longos relatos. Muitas vezes, ele surge por meio de desenhos, brincadeiras, pequenas frases ou listas aparentemente simples.

Quando uma criança consegue colocar em palavras aquilo que está vivendo, inicia-se um importante movimento de simbolização. O que antes estava apenas sendo sentido começa, aos poucos, a ganhar significado.

O objetivo da psicanálise infantil não é oferecer respostas prontas, mas construir um espaço de escuta onde a criança possa compreender, no seu próprio tempo, os sentimentos, conflitos e experiências que têm ocupado sua vida.

Cada palavra escrita pode representar um passo na construção de uma narrativa sobre si mesma.

Observação do Psicanalista Jorge Cleiver:

Este conteúdo é apenas um recorte reflexivo. A compreensão do sofrimento humano e da singularidade de cada pessoa exige tempo, escuta, vínculo, contexto, presença, construção de confiança e aspectos relacionais próprios da clínica, como a transferência e a aliança terapêutica, que não podem ser reproduzidos integralmente em uma publicação ou conversa isolada.

💬 Se você convive com uma criança ou adolescente, já experimentou criar um espaço em que ela possa expressar o que sente sem medo de ser julgada ou apressada?

SaudeMental Escuta DesenvolvimentoEmocional JorgeCleiver

Nem sempre aquilo que buscamos é exatamente aquilo que pensamos estar procurando.No caso das apostas, muitas pessoas acr...
28/06/2026

Nem sempre aquilo que buscamos é exatamente aquilo que pensamos estar procurando.

No caso das apostas, muitas pessoas acreditam estar buscando apenas dinheiro ou entretenimento. Entretanto, na clínica, percebemos que determinados comportamentos podem ocupar funções muito mais complexas na vida psíquica.

Por trás da repetição, podem existir tentativas inconscientes de lidar com sentimentos de vazio, frustração, angústia, solidão ou sofrimento emocional.

O processo analítico não tem como objetivo oferecer respostas prontas ou impor mudanças. Seu propósito é possibilitar que o sujeito compreenda os sentidos que determinados comportamentos assumiram em sua história, ampliando sua capacidade de escolha.

Reconhecer que existe algo além do comportamento aparente pode ser um passo importante no processo de elaboração e transformação.

Observação do Psicanalista Jorge Cleiver:

Este conteúdo é apenas um recorte reflexivo. A compreensão do sofrimento humano e da singularidade de cada pessoa exige tempo, escuta, vínculo, contexto, presença, construção de confiança e aspectos relacionais próprios da clínica, como a transferência e a aliança terapêutica, que não podem ser reproduzidos integralmente em uma publicação ou conversa isolada.

💬 Você já percebeu que, algumas vezes, aquilo que buscamos pode representar necessidades emocionais mais profundas?

CompulsaoARepeticao Sintoma SaudeEmocional JorgeCleiver

As apostas nem sempre começam como um problema.Para muitas pessoas, elas surgem como entretenimento, distração ou curios...
28/06/2026

As apostas nem sempre começam como um problema.

Para muitas pessoas, elas surgem como entretenimento, distração ou curiosidade. No entanto, quando as perdas financeiras, os conflitos familiares e a dificuldade de interromper o comportamento começam a aparecer, talvez seja importante perguntar: qual lugar as apostas passaram a ocupar na vida dessa pessoa?

Na perspectiva psicanalítica, comportamentos repetitivos persistentes podem expressar tentativas inconscientes de lidar com frustrações, conflitos, sentimentos de vazio ou outras formas de sofrimento psíquico.

Mais do que julgar o comportamento, a clínica busca compreender sua função na história singular de cada sujeito.

Compreender o sentido de um sintoma não significa justificá-lo, mas abrir possibilidades para que novas escolhas possam ser construídas.

Observação do Psicanalista Jorge Cleiver:

Este conteúdo é apenas um recorte reflexivo. A compreensão do sofrimento humano e da singularidade de cada pessoa exige tempo, escuta, vínculo, contexto, presença, construção de confiança e aspectos relacionais próprios da clínica, como a transferência e a aliança terapêutica, que não podem ser reproduzidos integralmente em uma publicação ou conversa isolada.

💬 Na sua percepção, quando um hábito deixa de ser apenas entretenimento e passa a gerar sofrimento?

Compulsao CompulsaoARepeticao SaudeEmocional JorgeCleiver

Nem sempre amar mais significa amar melhor.Em alguns relacionamentos, uma das pessoas pode acabar investindo grande part...
26/06/2026

Nem sempre amar mais significa amar melhor.

Em alguns relacionamentos, uma das pessoas pode acabar investindo grande parte da energia emocional na tentativa de manter o vínculo, agradar o parceiro ou evitar conflitos. Com o tempo, esse desequilíbrio pode gerar frustração, sofrimento e um sentimento constante de não ser reconhecido ou correspondido.

Na perspectiva psicanalítica, além de observarmos a dinâmica da relação, também é importante perguntar: o que nos faz permanecer ocupando determinados lugares nos vínculos afetivos?

Por vezes, o medo da perda, da rejeição ou do abandono pode dificultar o estabelecimento de limites e a expressão das próprias necessidades.

Relacionamentos não funcionam como cálculos exatos. No entanto, quando apenas uma pessoa sustenta grande parte do investimento afetivo durante muito tempo, talvez seja importante refletir sobre como isso tem afetado sua vida emocional.

Observação do Psicanalista Jorge Cleiver:

Este conteúdo é apenas um recorte reflexivo. A compreensão do sofrimento humano e da singularidade de cada pessoa exige tempo, escuta, vínculo, contexto, presença, construção de confiança e aspectos relacionais próprios da clínica, como a transferência e a aliança terapêutica, que não podem ser reproduzidos integralmente em uma publicação ou conversa isolada.

💬 Você já percebeu se, em algum relacionamento, suas necessidades ficaram em segundo plano para preservar o vínculo?

JorgeCleiver

Compreender a própria história não muda o passado, mas pode transformar a maneira como nos relacionamos com ele.Na clíni...
26/06/2026

Compreender a própria história não muda o passado, mas pode transformar a maneira como nos relacionamos com ele.

Na clínica psicanalítica, muitas vezes percebemos que determinados comportamentos não surgem por acaso. Eles podem ter representado, em algum momento da vida, tentativas importantes de proteção diante de experiências de dor, privação ou desamparo.

Entretanto, quando esses comportamentos deixam de ser automáticos e passam a ser reconhecidos pelo sujeito, novas escolhas podem se tornar possíveis.

A análise não busca apagar a história de ninguém. Ela possibilita compreender os sentidos que determinados comportamentos tiveram e ampliar a liberdade para construir novas formas de cuidado consigo mesmo e com aqueles que amamos.

Nem sempre deixamos de sentir o impulso. Mas podemos aprender a não sermos conduzidos automaticamente por ele.

Observação do Psicanalista Jorge Cleiver:

Este conteúdo é apenas um recorte reflexivo. A compreensão do sofrimento humano e da singularidade de cada pessoa exige tempo, escuta, vínculo, contexto, presença, construção de confiança e aspectos relacionais próprios da clínica, como a transferência e a aliança terapêutica, que não podem ser reproduzidos integralmente em uma publicação ou conversa isolada.

💬 Você já percebeu alguma mudança em sua vida após compreender melhor a sua própria história?

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